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🇬🇧 Cultural nomadism - a lifestyle

We can move from a place to another for various reasons. One of them is to know better other cultures, to become a global citizen. Other is ...

Saturday, 22 July 2023

🇧🇷 8 Motivos para você conhecer outras religiões

Este é um texto com 8 motivos para você conhecer outras religiões além das que sua família pratica.

Eu sou Nycka Nunes, nômade digital e cultural e trabalho como artista visual, fotógrafa fine art e stylist. Como stylist acredito que estilo pessoal está ligado ao autoconhecimento, à personalidade e ao estilo de vida, e por isso é impossível rotular um estilo pessoal e se alguém imita a aparência de outra pessoa isso vai na contramão do desenvolvimento de um estilo pessoal forte.

  1. Uma forma ainda muito difundida de educar crianças é através da recompensa e punição. Para tudo existe uma opção certa e todas as outras são erradas. Como numa prova de múltipla escolha. (Se você sofre com ansiedade, uma pista para a causa está aqui). Mas a vida não é uma prova de múltipla escolha. Assim, para você fazer escolhas inteligentes você precisa avaliar possibilidades diversas e ter um olhar crítico em relação a elas. Assim, é importante conhecer religiões diferentes para descobrir qual caminho melhor se adequa à sua busca pelo desenvolvimento pessoal no momento. E essa opção pode mudar ao longo da jornada.
  2. Você verá que todas as religiões têm características em comum e isso será muito útil para você respeitar quem segue uma religião diferente, e também quem não segue religião nenhuma, pois uma das características em comum entre as religiões é o respeito à individualidade.
  3. Você perceberá que o objetivo das religiões não é você julgar quem é diferente, mas expor-se ao diferente e respeitá-lo para tornar-se um ser humano melhor.
  4. Você perceberá que todas as religiões têm características diferentes também, e a escolha por uma religião, quando feita de forma consciente, tem por base justamente essas características diferentes. Cada pessoa busca uma religião alinhada com seus valores pessoais. Não faz sentido, por exemplo, uma pessoa homossexual escolher uma religião que critique os homossexuais.
  5. Com base no que já li dos livros de Joseph Campbell, percebo que as religiões atuais geralmente não julgam nem condenam ninguém. Quem condena são pessoas religiosas que têm uma postura de fanatismo. Campbell é um autor que eu recomendo muitíssimo para quem quer conhecer as religiões do mundo de forma ampla para iniciar o processo de escolha consciente de um caminho de desenvolvimento pessoal.
  6. Uma vez li que quando o sábio aponta para a lua, o tolo olha para o dedo. Isso explica a atitude de pessoas que em vez de usarem a religião para tornarem-se pessoas melhores a usam como muleta para julgar quem age diferente de como elas interpretam a religião.
  7. Nenhuma religião transmite seus ensinamentos de forma literal. Talvez a forma de transmissão de ensinamentos de outra religião seja mais fácil pra você entender que a forma das religiões que você conhece hoje. Assim como na escola às vezes não entendemos bem um conteúdo da forma que um determinado professor explica, mas com outro professor que explique de forma diferente, o mesmo conteúdo parece bem mais fácil!
  8. Ser um fanático é ser um chato. E nem todas as religiões são teístas.


Nycka Nunes

Thursday, 20 July 2023

🇬🇧 Those who had traumatic experiences in childhood do not usually have hobbies

Psychologists say that those who had traumatic experiences in childhood do not usually have hobbies. This text is about my childhood and how I dealt with the limitations that were imposed on me.

I'm Nycka Nunes, digital and cultural nomad, and I work as a visual artist, fine art photographer and stylist, in addition to creating content on this blog and on social media. I graduated in advertising.

I started working at 5 years old. I lived with my maternal grandmother for most of my childhood and adolescence.

When I was very young I studied ballet, piano and flute. I lived opposite the music conservatory in my hometown at the time. I've been passionate about piano ever since, but even though they enrolled me in the course, my family never encouraged me and I didn't have a piano to practice with. And I was frustrated with the lack of evolution between one class and another. The other courses I don't even remember wanting. I still reject the flute. I now know that narcissists - and emotionally immature people - tend to do things to impress others. Maybe that's why they enrolled me in these courses and others. To impress others, keep up with the Joneses.

I also liked to draw and I wanted to learn to paint, and I wasn't given any encouragement to do so. To the point where I got to draw only in therapy sessions, in childhood. I only went back to drawing in the first year of college for advertising. And, surprisingly to me, I was drawing well.

Notice that what was important to me, what brought me satisfaction and joy, was not encouraged. In some cases it was even prohibited. And that went beyond art. I remember once asking for a Barbie as a gift and my mother saying that I was no longer a child to play with dolls. I was a child. I started playing with boys, with He-Man and Thundercats dolls. I started playing football. And I continued to allow myself to be a child, even though I had to work and was treated like an adult by my mother and her family.

In the store, they put me in charge of organising the products in stock, hidden from customers. I thought it was boring, I did what had to be done quickly and went to the counter to try to serve customers. Several did not accept my help. I was small, and just as capable of serving them as the adult saleswomen. I knew the names and prices of everything, I knew where each product was, and I even knew better than the others what was in stock because most of the time I was in stock.

In childhood, I found in literature an escape from the annoyance and disrespect I experienced in living with my maternal family.

Unfortunately, for a large part of Brazilian society in inland cities, family is something above good and evil. Even as an adult, when I voiced criticism of abuse committed by family members, several people criticised me. I also got a lot of support when I talked about these bad experiences on social media.

The memories I have of living with my father's family are all good. After my parents' divorce, I started to see my father a lot less, but when he was there he was 100% there, always supporting me, praising me. My paternal grandmother used to talk to me a lot. My uncles also treated me very well, and respected my weird behaviour, for example, being isolated at Christmas parties when there were people I didn't know.

This positive interaction with my paternal family and the literature that took me to different realities than the one I lived with my maternal grandmother were essential for me to deal with the authoritarianism of my maternal grandmother and the cruelty of my mother and my aunts, who always they humiliated me, treated me badly, repeated countless times that I was ugly, stupid, useless, and no matter how good my grades at school or my behaviour were, nothing was good enough.

My self-esteem was low and remained so until I was in my thirties, because I placed too much importance on being loved by my mother's family. Today, if someone doesn't like me, I move on with my life, I've achieved great emotional autonomy. Anyone who doesn't value my qualities doesn't deserve my affection.

As I traveled to my father's farm on the weekends, and there I was always treated well, I really like to travel. I also like to practice individual physical activities (cycling, walking the dog, etc). And to watch football matches, but I usually only watch Palmeiras matches. Sometimes I watch games of some European teams too.

I look for joy and satisfaction in everything I do, and I've learned to be intolerant of certain attitudes. Because satisfaction was something forbidden to me in almost all of my childhood and adolescence. And I don't want to be satisfied only on weekends. That's why I don't limit my satisfaction to hobbies. I do not accept that only they bring me joy and relaxation.

And you, how do you deal with the bad experiences you had in childhood?


Nycka Nunes

🇧🇷 Quem teve experiências traumáticas na infância não costuma ter hobbies

Psicólogos dizem que quem teve experiências traumáticas na infância não costuma ter hobbies. Este texto é sobre minha infância e como lidei com as limitações que me eram impostas.

Eu sou Nycka Nunes, nômade digital e cultural, e trabalho como artista visual, fotógrafa fine art e stylist, além de criar conteúdo neste blog e em redes sociais. Sou formada em publicidade.

Eu comecei a trabalhar aos 5 anos. Morei com minha avó materna durante a maior parte da minha infância e adolescência.

Quando eu era bem pequena estudei balé, piano e flauta. Morava em frente ao conservatório de música da minha cidade natal na época. Sou apaixonada por piano desde então, mas embora tenham me matriculado no curso, minha família nunca me incentivou e eu não tinha um piano para praticar. E eu ficava frustrada com a ausência de evolução entre uma aula e outra. Os outros cursos nem lembro de querer. Rejeito flauta até hoje. Hoje sei que narcisistas - e pessoas emocionalmente imaturas - tendem a fazer as coisas pra impressionar os outros. Vai ver foi por isso que me matricularam nesses cursos e em outros. Para impressionar os outros.

Eu também gostava de desenhar e queria aprender a pintar, e não recebi qualquer incentivo para isso. A ponto de eu chegar a desenhar apenas nas sessões de terapia, na infância. Só fui voltar a desenhar no primeiro ano da faculdade de publicidade. E, surpreendentemente para mim, estava desenhando bem. 

Observe que o que era importante para mim, que me gerava satisfação e alegria, não era encorajado. Em alguns casos era proibido mesmo. E isso foi além da arte. Eu lembro de uma vez pedir uma Barbie de presente e minha mãe dizer que eu não era mais criança para brincar de boneca. Eu era uma criança. Passei a brincar com meninos, com os bonecos de He-Man e Thundercats. Passei a jogar futebol. E continuei me permitindo ser criança, mesmo tendo de trabalhar e sendo tratada como adulto por minha mãe e a família dela.

Na loja, me colocavam para organizar os produtos no estoque, escondida dos clientes. Eu achava chato, fazia rápido o que tinha de ser feito e ia para o balcão tentar atender clientes.Vários não aceitavam minha ajuda. Eu era pequena, e tão capaz de atendê-los quanto as vendedoras adultas. Sabia os nomes e preços de tudo, sabia onde cada produto estava, e ainda sabia melhor que as outras o que tinha no estoque porque a maior parte do tempo eu estava no estoque.

Na infância eu encontrava na literatura uma fuga da chatice e do desrespeito que vivenciava no convívio com minha família materna.

Infelizmente, para grande parte da sociedade brasileira em cidades do interior, família é algo acima do bem e do mal. Mesmo já adulta, quando verbalizei críticas aos abusos cometidos por familiares, várias pessoas me criticaram. Também tive muito apoio nas vezes que falei sobre essas experiências ruins nas redes sociais.

As lembranças que tenho do convívio com minha família paterna são todas boas. Depois do divórcio dos meus pais, eu passei a ver meu pai muito menos, mas quando ele estava presente ele estava 100% presente, sempre me apoiando, elogiando. Minha avó paterna conversava muito comigo. Meus tios também me tratavam muito bem, e respeitavam meu comportamento esquisito, de, por exemplo, ficar isolada nas festas de Natal quando tinham pessoas que eu não conhecia. 

Esse convívio positivo com minha família paterna e a literatura que me levava para realidades diferentes da que eu vivia morando com minha avó materna foram essenciais para eu lidar com o autoritarismo da minha avó materna e a crueldade da minha mãe e das minhas tias, que sempre me humilharam, me trataram mal, repetiam inúmeras vezes que eu era feia, burra, inútil, e por melhores que fossem minhas notas na escola ou meu comportamento, nada era bom o suficiente.

Minha autoestima era baixa e foi assim até por volta dos meus trinta anos, por eu dar excessiva importância a ser amada pela minha família materna. Hoje se alguém não gosta de mim, sigo minha vida, consegui uma autonomia emocional muito grande. Quem não valoriza minhas qualidades não merece meu afeto.

Como eu viajava para a fazenda do meu pai nos finais de semana, e lá eu era sempre bem tratada, gosto muito de viajar. Também gosto de praticar atividades físicas individuais (andar de bicicleta, passear com o cachorro, etc). E de ver jogos de futebol, mas geralmente vejo somente os jogos do Palmeiras. Às vezes vejo jogos de alguns times europeus também.

Eu busco alegria e satisfação em tudo que faço, e aprendi a ser intolerante com certas atitudes. Porque satisfação foi algo proibido para mim na quase totalidade da minha infância e adolescência. E eu não quero ter satisfação apenas nos finais de semana. Por isso não limito minha satisfação a hobbies. Não aceito que apenas eles me tragam alegria e relaxamento.

E você, como lida com as experiências ruins que teve na infância?


Nycka Nunes

Sunday, 9 July 2023

🇬🇧 Can looks be deceiving?

Have you ever heard that looks can be deceiving? Could they be deceiving?

I'm Nycka, I work as a stylist, visual artist and fine art photographer. As a stylist, I was a world pioneer in working with personal image as a non-verbal communication tool.

Once, during the cold period in Curitiba, I went to work looking very androgynous. I'm tall, thin, I have short hair and my appearance already contributes a lot to the androgynous aspect, which I eventually reinforce in clothing.

After work I stopped by the supermarket before heading home. And, on the way, as I was on foot (I was working in a mall close to home), while waiting for the traffic light to turn green for pedestrians, a woman with a little girl of about 5 or 6 years old stopped beside me. The girl asked her mother, looking at me: “is it a boy or a girl?”. The mother got mad at the child, and as soon as the traffic light turned green she ran out and scolded the girl.

I don't believe that clothes have a gender. I often wear men's cut pants because they are more comfortable. I have zero interest in changing genders. I don't believe that my biological gender defines my personality, I don't feel obliged to behave stereotyped as feminine all the time. I believe that everyone has characteristics that are stereotyped as masculine and other characteristics that are stereotyped as feminine, regardless of gender. Certainly Brazilian culture, and possibly others around the world, reinforce(s) stereotypes. It is up to each person, through the process of self-knowledge, to decide whether to accept fitting into stereotypes or not. I have chosen, since I started buying my own clothes, not to dress to satisfy others. I have used my appearance as a tool for non-verbal communication and self-expression since I was eighteen years old. Since I didn't go through the phase of dressing like my friends and people my age when I was a teenager and I was already working in fashion, it was easy to follow that path. So it would be easy and natural for me to respond to that little girl if her mother hadn't taken her far away. I see no mistake, offence or shame in asking what she asked. I see more error in keeping the child in a universe of repression, where wanting to understand the other is treated as a mistake, where there is a war between a single right option and all the others are seen as wrong.

Certainly me and that mother live in different universes. That's why she ran away from me and the uncomfortable situation (for her) of allowing her daughter to experience realities different from those she was used to. And my appearance can be deceiving to the point of doubting whether I am a “boy or a girl”, but it is not deceiving in terms of the fact that I live in a different universe from people who believe that girls should dress with certain options and boys are limited to other options.

I don't work with children's personal image. Not even child celebrities. I believe that to develop a personal style it is necessary to have a dose of self-knowledge that children do not have, because they live in a relationship of relative submission to their parents' beliefs and values, without autonomy to express their individuality in most cases. Many adults also do not have enough autonomy and self-awareness for this.

I'm an artist, and very conventional and conservative behaviour is not inspiring at all. I develop personal styles that are much less daring than mine, but excessive fears, limitations and a conservative mindset do not work within my work. The client must have a dose of openness to do something different from what (s)he has been doing.

If you want to develop a unique personal style, follow the instructions on the “Services available” page. My other services are available to a wider range of profiles.


Nycka

🇧🇷 As aparências enganam?

Já ouviu dizer que as aparências enganam? Será que enganam?

Eu sou Nycka, trabalho como stylist, artista visual e fotógrafa fine art. Como stylist, fui pioneira mundial em trabalhar a imagem pessoal como ferramenta de comunicação não verbal.

Certa vez, durante o período de frio em Curitiba, eu saí para trabalhar com um aspecto bem andrógino. Sou alta, magra, tenho cabelos curtos e minha aparência já contribui bastante para o aspecto andrógino, que eventualmente reforço no vestuário.

Depois do trabalho passei no supermercado antes de ir para casa. E, no caminho, como eu estava a pé (estava trabalhando num shopping perto de casa), enquanto aguardava a luz do semáforo ficar verde para pedestres, uma mulher com uma garotinha de uns 5 ou 6 anos parou ao meu lado. A garota perguntou à mãe, olhando pra mim: “é menino ou menina?”. A mãe ficou brava com a criança, e assim que a luz do semáforo ficou verde ela saiu correndo e ralhando com a menina.

Eu não creio que roupas tenham gênero. Com frequência uso calças de corte masculino por serem mais confortáveis. Tenho zero interesse em mudar de gênero. Não creio que meu gênero biológico defina minha personalidade, não me sinto obrigada a ter comportamentos estereotipados como femininos o tempo todo. Creio que todo mundo tem características estereotipadas como masculinas e outras tantas características estereotipadas como femininas, independentemente do gênero. Seguramente a cultura brasileira, e possivelmente outras em todo o mundo, reforça(m) estereótipos. Cabe a cada pessoa, através do processo de autoconhecimento, decidir se aceita se encaixar nos estereótipos ou não. Eu optei, desde que comecei a comprar minhas próprias roupas, a não me vestir para satisfazer os outros. Uso minha aparência como ferramenta de comunicação não verbal e autoexpressão desde os dezoito anos de idade. Como não vivi a fase de vestir-me igual aos meus amigos e pessoas da minha idade na adolescência e já trabalhava com moda, foi fácil seguir esse caminho. Assim, seria fácil e natural para mim responder àquela menina se a mãe não a tivesse levado para bem longe. Não vejo vejo erro, ofensa ou vergonha em perguntar o que ela perguntou. Vejo mais erro em manter a criança num universo de repressão, onde querer entender o outro seja tratado como um erro, onde existe uma guerra entre uma única opção certa e todas as outras são vistas como erradas.

Certamente eu e aquela mãe vivemos em universos diferentes. Por isso ela correu de mim e da situação incômoda (para ela) de permitir à filha conhecer realidades diferentes das que ela estava habituada. E minha aparência pode enganar a ponto de causar dúvida se sou “menino ou menina”, mas não engana em relação a eu viver num universo diferente do de pessoas que acreditam que meninas devem vestir-se com certas opções e meninos estão limitados a outras opções.

Eu não trabalho com imagem pessoal de crianças. Nem mesmo celebridades mirins. Acredito que para desenvolver um estilo pessoal é necessário uma dose de autoconhecimento que crianças não têm, por viverem numa relação de relativa submissão às crenças e valores dos pais, sem autonomia para manifestação de sua individualidade na maioria dos casos. Muitos adultos também não têm autonomia e autoconhecimento suficientes para isso.

Eu sou uma artista, e comportamentos muito convencionais e conservadores não são nada inspiradores. Desenvolvo estilos pessoais muito menos ousados que o meu, mas excesso de medos, limitações e mentalidade conservadora não funcionam dentro do meu trabalho. O cliente tem de ter uma dose de abertura para fazer algo diferente do que tem feito. 

Se você quer desenvolver um estilo pessoal único, siga as instruções na página “Services available”. 


Nycka

Saturday, 8 July 2023

🇬🇧 The “big yorkshire”

Yesterday when I went out for dinner I met a couple with a black dog that reminded me of Hercules, my last dog, but it had a narrower body and a longer snout.

Since I like dogs, I asked if it was a Lhasa Apso, knowing it wasn't, but I couldn't mentally identify the dog's breed, if it had one. She said it was a "big yorkshire". I explained that I found him similar to mine, which was a Lhasa, and also to the skye terrier breed, which is from the same group as the Yorkshire (Terrier), but bigger, and is a breed that I always wanted to have and in Brazil I never found a breeder. When she said yorkshire luckily she couldn't see my face as I was playing with the dog, because there is no such thing as an all black yorkshire and it was too big to be that breed (my facial expression would give away what I thought). Maybe she bought it like a yorkshire, without researching the breed standard (there are breeders who only care about the money, not respecting the breed standards they breed). Maybe she said it was a yorkshire because it's a popular breed, like the lhasa apso, and she thought I was the uninformed one and I wouldn't know the breed of dog.

I know the main standards of a fair amount of dog breeds pretty well because it's a subject I've always enjoyed studying. As well as themes related to fashion, art and other themes that arouse my interest since childhood and many others that I became interested in later on. And I think it's worth paying for purebred dogs and cats when they come from serious breeders who respect the breed's standards.

I'm Nycka. I work as a stylist, visual artist and fine art photographer. In this blog I talk about lifestyle, as it is something related to my three professional activities. I write as little as possible about work, because those who want my work know that they need and value my talent and/or my experience. Read my LinkedIn profile to learn about my experience and background. For professional personal style guidance and support, whether for special events or to develop a strong and elegant personal style, schedule an appointment following the instructions on the “Services available” page. For the other services, the hiring instructions are also there. It will be a pleasure to photograph your dog, with or without breed, and create an art that immortalises its beauty.


Nycka Nunes

🇧🇷 O “yorkshire grande”

Ontem quando saí para jantar encontrei um casal com um cachorro preto que me lembrou do Hércules, meu último cachorro, mas tinha o corpo mais estreito e o focinho mais longo.

Como eu gosto de cachorro, perguntei se era um lhasa apso, já sabendo que não, mas eu não consegui identificar mentalmente a raça do cachorro, se tinha uma. Ela disse que era um “yorkshire grande”. Expliquei que eu o achei parecido com o meu, que era um lhasa, e também com a raça skye terrier, que é do mesmo grupo do yorkshire (Terrier), mas maior, e é uma raça que eu sempre quis ter e no Brasil nunca encontrei criador. Quando ela falou yorkshire felizmente ela não podia ver meu rosto pois eu brincava com o cachorro, porque não existe yorkshire todo preto e ele era grande demais para ser dessa raça (minha expressão facial entregaria o que eu pensei). Talvez ela tenha comprado como yorkshire, sem pesquisar o padrão da raça (tem criadores que só querem saber do dinheiro, não de respeitar os padrões da raça que criam). Talvez ela disse ser um yorkshire porque é uma raça popular, como o lhasa apso, e ela achou que a desinformada era eu e eu não conheceria a raça do cachorro. 

Eu conheço bastante bem os padrões principais de uma quantidade razoável de raças de cães porque é um tema que sempre gostei de estudar. Assim como temas relacionados à moda, à arte e outros temas que despertam meu interesse desde a infância e outros tantos pelos quais fiquei interessada mais tarde. E creio que vale a pena pagar por cães e gatos de raça quando são de criadores sérios, que respeitam os padrões da raça.

Eu sou Nycka. Trabalho como stylist, artista visual e fotógrafa fine art.  Neste blog falo de estilo de vida, por ser algo relacionado às minhas três atividades profissionais. Falo o mínimo possível sobre trabalho, porque quem quer meu trabalho sabe que precisa e valoriza meu talento e/ou minha experiência. Leia meu perfil no LinkedIn para saber um pouco da minha experiência e formação. Para ter orientação e suporte profissional sobre estilo pessoal, seja para eventos especiais ou para desenvolver um estilo pessoal forte e elegante, agende uma reunião seguindo as instruções na página “Services available”. Para os demais serviços as instruções para contratação também estão lá. Será um prazer fotografar seu cão, com ou sem raça, e criar uma arte que eternize a beleza dele. 


Nycka Nunes

Saturday, 24 June 2023

🇬🇧 5 positive and 5 negative characteristics of people

Are you that kind of person who likes everyone? Is it the one who hates anyone who is different from you or has different values? Or some type that is neither of those extremes? This is a text about 5 characteristics that I consider positive and 5 negative characteristics of people.

I'm Nycka, I work as a stylist, visual artist and fine art photographer. As a stylist, I consider personal image as a non-verbal communication tool, and developing a strong personal style is part of a process of self-knowledge and exposure to new possibilities. I am an artist even when working as a stylist, as non-verbal communication is also part of visual arts and fine art photography. As a stylist, I see each client as a work of art, where the communication intentions are not mine, but theirs, as well as in my works of art and photographs made to order.

I believe that we can only know ourselves by living different experiences, meeting different people and discovering what we like and what we don't.

What behavioural characteristics do I see as negative in people?

  1. People who use religion to judge others. Religion is a personal development tool. You choose your religion and live by what it teaches. From the moment you want everyone to live according to your religion (which is really just your INTERPRETATION of religion), you demonstrate that you are an ignorant fanatic and disrespect the individuality of others. This also applies to countries that use religion to treat citizens disrespectfully, such as those that criminalise abortion; those who only accept monogamous marriages (disrespecting the individual choices of those who consciously chose polyamory or follow religions that allow multiple relationships); Islamic regimes that curtail women's rights; between others. Each person follows the religion that best suits their personal values ​​and forcing an entire country to live according to the values ​​of a single religion, or the interpretation of that religion by some is disrespectful.
  2. People who never left the city where they were born to live outside and criticise immigrants. And sometimes they even criticise native people who don't like the city or criticise some characteristics of the place (or the people of the place).
  3. People who think that there are “masculine” and “feminine” behaviours (or jobs, and so many other things), and do not understand the stereotypes, treating human beings like products on the supermarket shelf, where a carton of milk will always have milk in its inside. Not even the products are that homogeneous! Even milk, a commodity, has several different types in the supermarket, which require reading the label to know the qualities of each one.
  4. Racist people, including those who think that because they are a certain race or skin colour everyone hates them (so they hate everyone whose skin colour they deem to be the oppressive skin colour, as if such a thing exists). I try to treat people with respect regardless of their skin colour, but if the person generalises and thinks everyone is racist, I lose respect. I understand the impact of bullying, prejudice, but I don't like racism or the victim side of racism.
  5. Incompetent professionals. Especially those who do not understand a subject or do not have important skills for their profession and neither assume ignorance nor seek to learn or develop their skills. Along with those who use religion as a crutch, they are among the most intolerable.

In short, I don't like people who don't respect individuality and those who don't take their profession seriously.

Let's go to the positive features:

  1. People who seek personal development and emotional maturity.
  2. People who seek new experiences and self-knowledge.
  3. People who love their work and seek to be above average.
  4. People capable of dialoguing with those who think differently without trying to change the other's opinion. Dialogue with people like this is to get to know and understand different points of view and realities. It's not about who is right or wrong.
  5. People who respect and treat dogs and cats well. Other animals too, but mostly dogs and cats.

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Nycka

🇧🇷 5 características positivas e 5 negativas das pessoas

Você é aquele tipo de pessoa que gosta de todo mundo? É aquele que detesta quem é diferente de você ou tem valores diferentes? Ou algum tipo que não seja nenhum desses extremos? Este é um texto sobre 5 características que considero positivas e 5 características negativas das pessoas.

Eu sou Nycka, trabalho como stylist, artista visual e fotógrafa fine art. Como stylist considero a imagem pessoal como ferramenta de comunicação não verbal, e desenvolver um estilo pessoal forte é parte de um processo de autoconhecimento e exposição a novas possibilidades. Sou uma artista até quando trabalho como stylist, pois a comunicação não verbal também é parte das artes visuais e da fotografia fine art. Como stylist, vejo cada cliente como uma obra de arte, onde as intenções da comunicação não são as minhas, mas as dele, assim como nas minhas obras de arte e fotografias feitas sob encomenda.

Acredito que apenas podemos conhecer a nós mesmos vivendo experiências diferentes, conhecendo pessoas diferentes e descobrindo o que gostamos e o que não gostamos.

Quais características de comportamento eu vejo como negativas nas pessoas?

  1. Pessoas que usam a religião para julgar os outros. A religião é uma ferramenta de desenvolvimento pessoal. Você escolhe sua religião e vive com base no que ela ensina. A partir do momento que você quer que todo mundo viva conforme a sua religião (que na verdade é apenas sua INTERPRETAÇÃO da religião), você demonstra ser um fanático ignorante e desrespeita a individualidade dos outros. Isso também se aplica a países que usam a religião para tratar os cidadãos de forma desrespeitosa, como aqueles que criminalizam o aborto; os que só aceitam casamentos monogâmicos (desrespeitando as escolhas individuais de quem conscientemente escolheu o poliamor ou segue religiões que múltiplos relacionamentos são permitidos); regimes islâmicos que cerceiam os direitos das mulheres; entre outros. Cada pessoa segue a religião que melhor se adequa aos seus valores pessoais e obrigar um país inteiro a viver conforme os valores de uma única religião, ou da interpretação dessa religião por alguns é um desrespeito.
  2. Pessoas que nunca saíram da cidade onde nasceram para morar fora e criticam os imigrantes. E às vezes criticam até as pessoas nativas que não gostam da cidade ou criticam algumas características do lugar (ou das pessoas do lugar).
  3. Pessoas que acham que existem comportamentos (ou empregos, e tantas outras coisas) “masculinos” e outros “femininos”, e não entendem os estereótipos, tratando seres humanos como produtos na prateleira do supermercado, onde uma caixa de leite sempre terá leite no seu interior. Nem os produtos são assim tão homogêneos! Mesmo o leite, um commodity, tem vários tipos diferentes no supermercado, que requerem a leitura do rótulo para saber as qualidades de cada um.
  4. Pessoas racistas, incluindo quem acha que por elas serem de determinada raça ou cor de pele todo mundo as odeia (então elas odeiam todo mundo cuja cor de pele elas julguem como a cor de pele opressora, como se isso existisse). Eu procuro tratar as pessoas com respeito independentemente da cor da pele, mas se a pessoa generaliza e acha que todo mundo é racista, perco o respeito. Eu entendo o impacto do bullying, do preconceito, mas não gosto de racismo nem do lado vitimista do racismo. 
  5. Profissionais incompetentes. Principalmente os que não entendem sobre um assunto ou não têm habilidades importantes para sua profissão e nem assumem a ignorância nem procuram aprender ou desenvolver suas habilidades. Junto do grupo dos que usam religião como muleta, estão entre os mais intoleráveis. No Brasil, isso inclui pessoas que cometem muitos erros gramaticais ao escrever um parágrafo.

Em resumo, me desagradam as pessoas que não respeitam a individualidade e as que não levam sua profissão a sério.

Vamos às características positivas:

  1. Pessoas que buscam o desenvolvimento pessoal e amadurecimento emocional.
  2. Pessoas que buscam novas experiências e autoconhecimento.
  3. Pessoas que amam o próprio trabalho e buscam ser acima da média.
  4. Pessoas capazes de dialogar com quem pensa diferente sem tentar mudar a opinião do outro. O diálogo com pessoas assim é para conhecer e entender pontos de vista e realidades diferentes. Não é sobre quem está certo ou errado.
  5. Pessoas que respeitam e tratam bem cães e gatos. Outros animais também, mas principalmente cães e gatos. 

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Conheça meu trabalho.


Nycka


Saturday, 17 June 2023

🇬🇧 About grief

This is a text about grief. Grief doesn't exist just for someone's death. It is a process that can happen in many different situations.

I'm Nycka, I'm a stylist, visual artist and photographer. In this blog and in my profiles on social networks, I talk about different subjects, many of them not related to my work. On social networks, I publish notices about posts here on the blog and also exclusive content.

On Spotify I have a playlist only with songs to deal with grief, and I've been adding new songs to this playlist and the many others I have on that platform as I remember songs I've known for a long time and also as I discover new ones.

In addition to death, in what situations can we experience grief?

Some situations that I notice are:

End of a friendship; end of a romantic relationship; quitting a job, especially when you are fired; moving to another city (you may feel emptied by the new experience, not knowing anyone in the new city, and not having your old friends around); and several other cycles that end in life.

Working with fashion and having a connection with art since I was a child, I notice similarities between life and the changes that inevitably happen throughout it, and fashion, and the changes that also happen in it, at different paces for different types of products.

Grief is a phase where we can learn something important about ourselves. At least for those who are mature, which does not depend on age. This also goes for when someone we love dies. There are many questions we can try to answer in these grieving situations to see what we can learn from the situation.

Comment the questions you've already asked yourself in a period of grief. Your comment might be useful to someone and might help you find answers if you haven't found them yet, or know different answers. My contribution is in the playlist and in the next texts. Click on my Spotify profile link in the sidebar, follow my profile and listen to the “Songs to deal with grief” playlist.

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Nycka

🇧🇷 Sobre o luto

Este é um texto sobre o luto. O luto não existe apenas pela morte de alguém. É um processo que pode acontecer em várias situações diferentes.

Eu sou a Nycka, sou stylist, artista visual e fotógrafa. Neste blog e nos meus perfis nas redes sociais, falo de diversos assuntos, muitos deles não relacionados ao meu trabalho. Nas redes sociais, publico avisos sobre posts aqui no blog e também conteúdos exclusivos.

No Spotify tenho uma playlist só com músicas para lidar com o luto, e tenho agregado novas músicas a esta playlist e às muitas outras que tenho naquela plataforma conforme vou lembrando de músicas que conheço há muito tempo e também conforme descubro novas músicas.

Além da morte, em que situações podemos vivenciar o luto?

Algumas situações que eu percebo são:

Fim de uma amizade; fim de um relacionamento amoroso; sair de um emprego, principalmente quando você é demitido; mudar de cidade (pode acontecer de sentir um vazio pela nova experiência, por não conhecer ninguém na nova cidade, e não ter seus velhos amigos por perto); e vários outros ciclos que se encerram na vida.

Trabalhando com moda e tendo uma ligação com a arte desde criança eu percebo semelhanças entre a vida e as mudanças que inevitavelmente acontecem ao longo dela, e a moda, e as mudanças que também acontecem nela, em diferentes ritmos para diferentes tipos de produtos.

O luto é uma fase que podemos aprender algo importante sobre nós. Ao menos para quem tem maturidade, que independe de idade. Isso vale também para quando alguém que amamos morre. Existem muitas questões que podemos tentar responder nessas situações de luto para perceber o que podemos aprender com a situação.

Comente as perguntas que você já fez para si mesmo num período de luto. Seu comentário pode ser útil para alguém e pode te ajudar a encontrar respostas, se ainda não as encontrou, ou conhecer respostas diferentes. Minha contribuição está na playlist e nos próximos textos. Clique no link do meu perfil do Spotify na barra lateral, siga meu perfil e ouça a playlist “Songs to deal with grief”.

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Nycka

Sunday, 14 May 2023

🇬🇧 Does wearing black make you look thinner?

Does wearing black make you look thinner?

I'm Nycka, an expert in colours, shapes and textures as non verbal communication tools, I work as a stylist, photographer and visual artist and in this text I'm going to talk about this popular belief about the colour black.

If you wear black from head to toe, you won't look any thinner for it. Maybe so, in some environments, compared to wearing head-to-toe white, but there are smarter choices. In an environment surrounded by light colours, wearing black from head to toe will only make you look fatter. Since you have little or no control over the colours in your environment and you have complete control over the colours you wear, it's smarter to choose colours, shapes, and textures that flatter you in any environment. How? Hiring my stylist service.

There are ways to include black in the look that cause the illusion that you are thinner, and other colours can usually be used when black does not flatter the person.

Another important point is that black used from head to toe by people who are overweight or want to hide localised fat is that this choice screams insecurity, low self-esteem and lack of qualified guidance.

When it comes to personal style, following what most people do is a bad choice. Mainly because following the herd means not having style. But also because these common beliefs, such as that black looks good on everyone or that wearing black from head to toe will look thinner are false. Journalists, bloggers and influencers don't have the repertoire of a professional like me and spread a lot of nonsense due to lack of knowledge. And that's exactly why you need to hire my stylist service to have expert guidance on the style rules that apply to your profile. Follow the instructions on the “Services available” page.


Nycka

🇧🇷 Vestir preto faz a pessoa parecer mais magra?

Vestir preto faz a pessoa parecer mais magra?

Eu sou Nycka, expert em cores, formas e texturas como ferramentas de comunicação não verbal, trabalho como stylist, fotógrafa e artista visual e neste texto vou falar dessa crença popular sobre a cor preta.

Se você usar preto dos pés à cabeça não vai parecer mais magro por isso. Talvez sim, em alguns ambientes, se comparar com usar branco da cabeça aos pés, mas existem escolhas mais inteligentes. Num ambiente cercado de cores claras, vestir preto dos pés à cabeça só vai fazer você parecer mais gordo. Como você tem pouco ou nenhum controle sobre as cores do ambiente e tem total controle sobre as cores que veste, é mais inteligente escolher cores, formas e texturas que te valorizem em qualquer ambiente. Como? Contratando meu serviço de stylist.

Existem formas de incluir o preto no visual que causam a ilusão de que você está mais magro, e geralmente podem ser usadas outras cores, quando o preto não favorece a pessoa.

Outro ponto importante é que o preto usado da cabeça aos pés por pessoas que estão acima do peso saudável ou querem disfarçar gordura localizada é que essa escolha grita insegurança, baixa autoestima e falta de orientação qualificada.

Em se tratando de estilo pessoal, seguir o que a maioria faz é uma péssima escolha. Principalmente porque seguir a boiada significa não ter estilo. Mas também porque essas crenças comuns, como a de preto fica bem em todo mundo ou que usar preto da cabeça aos pés vai parecer mais magro são falsas. Jornalistas, blogueiros e influencers não têm o repertório de uma profissional como eu e espalham muita bobagem por falta de conhecimento. E é por isso que você precisa contratar meu serviço de stylist para ter orientação especializada sobre as regras de estilo que valem para o seu perfil. Siga as instruções na página “Services available”.


Nycka


Sunday, 7 May 2023

🇬🇧 Masculine and feminine colours

“Girls wear pink and boys wear blue”. Have you ever heard anyone say that? Perhaps you have already said or thought this. Perhaps the “masculine” and “feminine” colours in your country are different.

I'm Nycka, stylist expert in colours, shapes and textures as non-verbal communication tools. I also use this knowledge in my work as a photographer and visual artist. In this text I will talk a little about this belief. Are there male and female colours? Do colours have gender?

The psychology of colours brings important perspectives to be evaluated, proven in the study of art. Nossa Senhora Aparecida, patroness of Brazil, wears a dark blue mantle. Is she a he? No. Many other female religious figures are depicted wearing blue in artwork, and male religious figures such as Jesus Christ are often painted wearing red.

Blue is psychologically related to characteristics that binary thinkers call "feminine": calm, purity, etc. Red, where pink comes from, is linked to "masculine" characteristics such as aggressiveness and impetuosity. I should point out that we all have personality traits that are stereotyped as female and male, regardless of our biological gender. Nobody in this world naturally has only "feminine" characteristics or only "masculine" characteristics. If someone fits these stereotypes 100% it is a result of how they were raised, repressing many of their natural characteristics. The oriental yin-yang symbol represents this well. Healthy people have “masculine” and “feminine” personality traits in balance.

The most famous artistic images of Jesus depict a long-haired man wearing a tunic. I've never seen a picture of Jesus wearing pants. And I say this because the idea that skirts are an exclusive piece of women's wardrobe is also a social construction. Clothes have no gender. Colours have no gender. Behaviours have no gender. And there is no male or female haircut either. In the case of clothing, there are slight differences in male and female modelling to better fit the body shapes of men and women. Which does not prohibit anyone from wearing clothes made with the modelling of the other gender. And there are countless people who understand this. A clear example is the men’s autumn/winter 2023/24 shows that I commented here on the site. They all had skirts and other pieces commonly associated with women's wardrobe.

Society is more involved in the process of self-knowledge and emotional maturation and this generates greater interest in an authentic personal image, developed with specialised professional guidance. To access this, schedule a meeting following the instructions on the “Services available” page.


Nycka

🇧🇷 Cores masculinas e femininas

“Meninas vestem rosa e meninos vestem azul”. Já ouviu alguém falar isso? Talvez você já tenha dito ou pensado isso. Talvez as cores “masculinas” e “femininas” em seu país sejam outras.

Eu sou a Nycka, stylist expert em cores, formas e texturas como ferramentas de comunicação não verbal. Também uso esse conhecimento no meu trabalho como fotógrafa e artista visual. Neste texto vou falar um pouco sobre essa crença. Existem cores masculinas e femininas? Cores têm gênero?

A psicologia das cores traz perspectivas importantes de serem avaliadas, comprovadas no estudo da arte. Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil, usa um manto azul escuro. Ela é ele? Não. Muitas outras figuras religiosas femininas são retratadas vestindo azul em obras de arte, e figuras religiosas masculinas, como Jesus Cristo, são frequentemente pintadas vestindo vermelho.

O azul está psicologicamente relacionado a características chamadas pelas pessoas de pensamento binário como "femininas": calma, pureza, etc. O vermelho, de onde vem o rosa, está ligado às características "masculinas" como agressividade e impetuosidade. Devo destacar que todos nós temos características de personalidade estereotipadas como femininas e masculinas, independentemente de nosso gênero biológico. Ninguém nesse mundo tem, naturalmente, apenas características “femininas” ou somente características “masculinas”. Se alguém se encaixa 100% nesses estereótipos é por resultado de como a pessoa foi criada, reprimindo muitas de suas características naturais. O símbolo oriental de yin-yang representa bem isso. Pessoas saudáveis têm características de personalidade “masculinas” e “femininas” em equilíbrio.

As imagens artísticas mais famosas de Jesus retratam um homem de cabelos longos usando uma túnica. Nunca vi uma imagem de Jesus usando calças. E digo isso porque a ideia de que saias são uma peça exclusiva do guarda-roupa feminino também é uma construção social. Roupas não têm gênero. Cores não têm gênero. Comportamentos não têm gênero. E também não existe corte de cabelo masculino ou feminino. No caso das roupas, existem pequenas diferenças na modelagem masculina e feminina para melhor ajuste às formas do corpo de homens e mulheres. O que não proíbe ninguém de vestir as roupas feitas com a modelagem do outro gênero. E existem inúmeras pessoas que entendem isso. Um exemplo claro são os desfiles de outono/inverno 2023/24 masculinos que comentei aqui no site. Todos eles tinham saias e outras peças comumente associadas ao guarda-roupa feminino.

A sociedade está mais envolvida no processo de autoconhecimento e amadurecimento emocional e isso gera maior interesse por uma imagem pessoal autêntica, desenvolvida com orientação profissional especializada. Para ter acesso a isso, agende uma reunião seguindo as instruções na página “Services available”. Use a ferramenta de tradução se necessário.


Nycka

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