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🇬🇧 Cultural nomadism - a lifestyle

We can move from a place to another for various reasons. One of them is to know better other cultures, to become a global citizen. Other is ...

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Tuesday, 25 July 2023

🇧🇷 Sobre amizades

Este é um texto sobre amizades.

Eu sou Nycka Nunes, nômade digital e cultural, e trabalho como artista visual, fotógrafa fine art e stylist. Nos últimos anos vivi um intenso processo de cura de traumas emocionais. Acredito que estilo pessoal está interligado ao estilo de vida e ao desenvolvimento pessoal, por isso compartilho neste blog reflexões pessoais e um pouco sobre meu estilo de vida.

    • Nem todo mundo vai gostar de você como você é. Amigos nos valorizam e respeitam exatamente como somos e apoiam nosso crescimento sem nos machucar, e sem forçar. Não é sobre fazer de conta que somos perfeitos e não precisamos melhorar, e sim sobre respeitar nosso tempo e, quando decidimos melhorar, eles estão ali torcendo pela nossa vitória e apoiando dentro do possível. E quando caímos, podemos contar com o ombro dos amigos para chorarmos, e com o apoio deles para nos levantarmos e seguirmos em frente.
    • Quem quer bons amigos deve ser um bom amigo. E saber a hora de cortar relações se não existe reciprocidade. Amizade é uma via de mão dupla.
    • Amizade requer conexão emocional. Não é sobre quem gosta de ir a festas com você, ou ouve o mesmo tipo de música que você gosta, nem sobre passar muito tempo juntos. Se não existe conexão emocional, não é amizade, são conhecidos com interesses comuns.
    • Amigos não têm de resolver nossos problemas. Mas se eles somem ou nos viram as costas nos momentos que estamos passando por dificuldades, não são amigos de verdade. Aparecer depois que a tempestade passou dizendo que estava torcendo por nós não é apoio. Qualquer apoio que vem junto com alguma forma de desrespeito também é uma atitude que exclui a pessoa da classificação de amigo.

Acredito que esses pontos também valem para relacionamentos amorosos.

Compartilhe sua opinião e suas experiências nos comentários.


Nycka

Sunday, 23 July 2023

🇧🇷 Minha relação com meu corpo

Este é um texto sobre minha relação com meu corpo.

Eu sou Nycka Nunes, nômade digital e cultural e trabalho como artista visual, fotógrafa fine art e stylist. Como stylist acredito que estilo pessoal está ligado ao autoconhecimento, à personalidade e ao estilo de vida, e por isso é impossível rotular um estilo pessoal. Além disso, se alguém imita a aparência de outra pessoa isso vai na contramão do desenvolvimento de um estilo pessoal forte.

Eu sempre fui magra. A ponto de, a certa altura, tomar remédio para abrir o apetite. Naquela época eu comia pouco porque a comida na casa da minha avó materna, onde eu morava, era feia e ruim. Felizmente, na casa da outra avó a comida era sempre muito saborosa.

Hoje em dia eu procuro me alimentar bem, sem exageros, e aprendi a entender muitas das necessidades do meu corpo. 

Eu tenho 1,75m de altura. E desde a adolescência tenho quadris largos, e seios pequenos. E meu tipo físico hoje é ampulheta, porque a medida para tipo físico é dos ombros, não dos seios. Nunca me incomodei com meus seios ou quadris. No início da adolescência era difícil achar biquíni pra comprar porque a maioria das lojas na minha cidade natal só vendiam as duas peças do mesmo tamanho e eu usava top pequeno e calcinha média. Felizmente tinha uma loja que fazia biquínis sob medida. E na vida adulta a diferença deixou de existir.

Por eu ter sofrido bullying por parte de membros da família materna,  ter zero privacidade, e outras atitudes intoleráveis, passei a adolescência me achando feia. Quando alguma amiga da escola falava que algum garoto queria me conhecer eu sempre achava que só podia ser brincadeira. Só fui namorar depois de sair da minha cidade natal. Antes, eu não achava meu corpo feio, e também não me sentia bonita. Hoje entendo que era principalmente porque minhas roupas não eram roupas que eu gostasse e eu também detestava meus cabelos longos. A aparência imposta pela minha família não representava quem eu era.

Na vida adulta continuei sendo magra a maior parte do tempo. Até 2012 meu peso estava sempre em torno dos 58 quilos. Por vestir roupas que refletiam minha personalidade e viver experiências de reforço positivo em relação à minha aparência, fui ganhando autoconfiança.

De 2012 até a pandemia, meu peso variou muito - para mais e para menos - enquanto eu lutava contra os efeitos de uma situação extremamente traumática que vivi, que foi o primeiro passo para eu cortar relações com minha família materna e com todas as pessoas que tentaram me forçar a conviver com aquela gente.

Durante a pandemia, por ter ficado em casa e diminuído muito meu nível de atividade física, engordei mais de vinte quilos no primeiro ano de pandemia. Depois perdi quase todo o peso extra. Nesta semana estou com 64 quilos. Meu corpo está mais “feminino” que quando pesava 58kg. Com 58kg eu podia ter uma imagem andrógina com facilidade. Com 64 meus seios estão maiores. Não muito, mas o suficiente para não ser possível me confundir com um homem. Estou feliz com meu corpo atual. E gosto do corpo andrógino de antes.

Por muito tempo não gostei dos meus olhos caídos. Nos últimos anos fiz as pazes com eles. Meus dedos muito finos e longos também já foram motivo de incômodo. Na adolescência eu mantinha as unhas longas, porque gosto de esmaltes vermelhos ou de cores escuras, e minhas unhas, quando curtas, quase desaparecem pela proporção com o comprimento dos dedos. Também fiz as pazes com isso. A não aceitação dessas partes do corpo era efeito do bullying sofrido. Quando a voz dos meus parentes abusivos morreu na minha cabeça, passei a me ver como uma pessoa bonita em cada detalhe.

A morte dessa voz negativa foi um processo longo que me causou muito sofrimento. Na última etapa, destruiu minha saúde física, e causou impactos na minha aparência, como as mudanças de peso. No momento, a única coisa que preciso mudar são meus dentes, porque é a única parte do meu corpo que reflete o impacto dessa luta interna que venci.

Como crenças limitantes, herdadas de terceiros que não cuidam da própria saúde mental, ou autoimpostas, estão afetando você e te distanciando de cuidar melhor de si? Siga meus perfis nas redes sociais para mais conteúdos que podem te inspirar a se reconstruir e exaltar sua autenticidade.


Nycka Nunes

Thursday, 20 July 2023

🇧🇷 Quem teve experiências traumáticas na infância não costuma ter hobbies

Psicólogos dizem que quem teve experiências traumáticas na infância não costuma ter hobbies. Este texto é sobre minha infância e como lidei com as limitações que me eram impostas.

Eu sou Nycka Nunes, nômade digital e cultural, e trabalho como artista visual, fotógrafa fine art e stylist, além de criar conteúdo neste blog e em redes sociais. Sou formada em publicidade.

Eu comecei a trabalhar aos 5 anos. Morei com minha avó materna durante a maior parte da minha infância e adolescência.

Quando eu era bem pequena estudei balé, piano e flauta. Morava em frente ao conservatório de música da minha cidade natal na época. Sou apaixonada por piano desde então, mas embora tenham me matriculado no curso, minha família nunca me incentivou e eu não tinha um piano para praticar. E eu ficava frustrada com a ausência de evolução entre uma aula e outra. Os outros cursos nem lembro de querer. Rejeito flauta até hoje. Hoje sei que narcisistas - e pessoas emocionalmente imaturas - tendem a fazer as coisas pra impressionar os outros. Vai ver foi por isso que me matricularam nesses cursos e em outros. Para impressionar os outros.

Eu também gostava de desenhar e queria aprender a pintar, e não recebi qualquer incentivo para isso. A ponto de eu chegar a desenhar apenas nas sessões de terapia, na infância. Só fui voltar a desenhar no primeiro ano da faculdade de publicidade. E, surpreendentemente para mim, estava desenhando bem. 

Observe que o que era importante para mim, que me gerava satisfação e alegria, não era encorajado. Em alguns casos era proibido mesmo. E isso foi além da arte. Eu lembro de uma vez pedir uma Barbie de presente e minha mãe dizer que eu não era mais criança para brincar de boneca. Eu era uma criança. Passei a brincar com meninos, com os bonecos de He-Man e Thundercats. Passei a jogar futebol. E continuei me permitindo ser criança, mesmo tendo de trabalhar e sendo tratada como adulto por minha mãe e a família dela.

Na loja, me colocavam para organizar os produtos no estoque, escondida dos clientes. Eu achava chato, fazia rápido o que tinha de ser feito e ia para o balcão tentar atender clientes.Vários não aceitavam minha ajuda. Eu era pequena, e tão capaz de atendê-los quanto as vendedoras adultas. Sabia os nomes e preços de tudo, sabia onde cada produto estava, e ainda sabia melhor que as outras o que tinha no estoque porque a maior parte do tempo eu estava no estoque.

Na infância eu encontrava na literatura uma fuga da chatice e do desrespeito que vivenciava no convívio com minha família materna.

Infelizmente, para grande parte da sociedade brasileira em cidades do interior, família é algo acima do bem e do mal. Mesmo já adulta, quando verbalizei críticas aos abusos cometidos por familiares, várias pessoas me criticaram. Também tive muito apoio nas vezes que falei sobre essas experiências ruins nas redes sociais.

As lembranças que tenho do convívio com minha família paterna são todas boas. Depois do divórcio dos meus pais, eu passei a ver meu pai muito menos, mas quando ele estava presente ele estava 100% presente, sempre me apoiando, elogiando. Minha avó paterna conversava muito comigo. Meus tios também me tratavam muito bem, e respeitavam meu comportamento esquisito, de, por exemplo, ficar isolada nas festas de Natal quando tinham pessoas que eu não conhecia. 

Esse convívio positivo com minha família paterna e a literatura que me levava para realidades diferentes da que eu vivia morando com minha avó materna foram essenciais para eu lidar com o autoritarismo da minha avó materna e a crueldade da minha mãe e das minhas tias, que sempre me humilharam, me trataram mal, repetiam inúmeras vezes que eu era feia, burra, inútil, e por melhores que fossem minhas notas na escola ou meu comportamento, nada era bom o suficiente.

Minha autoestima era baixa e foi assim até por volta dos meus trinta anos, por eu dar excessiva importância a ser amada pela minha família materna. Hoje se alguém não gosta de mim, sigo minha vida, consegui uma autonomia emocional muito grande. Quem não valoriza minhas qualidades não merece meu afeto.

Como eu viajava para a fazenda do meu pai nos finais de semana, e lá eu era sempre bem tratada, gosto muito de viajar. Também gosto de praticar atividades físicas individuais (andar de bicicleta, passear com o cachorro, etc). E de ver jogos de futebol, mas geralmente vejo somente os jogos do Palmeiras. Às vezes vejo jogos de alguns times europeus também.

Eu busco alegria e satisfação em tudo que faço, e aprendi a ser intolerante com certas atitudes. Porque satisfação foi algo proibido para mim na quase totalidade da minha infância e adolescência. E eu não quero ter satisfação apenas nos finais de semana. Por isso não limito minha satisfação a hobbies. Não aceito que apenas eles me tragam alegria e relaxamento.

E você, como lida com as experiências ruins que teve na infância?


Nycka Nunes

Sunday, 9 July 2023

🇧🇷 As aparências enganam?

Já ouviu dizer que as aparências enganam? Será que enganam?

Eu sou Nycka, trabalho como stylist, artista visual e fotógrafa fine art. Como stylist, fui pioneira mundial em trabalhar a imagem pessoal como ferramenta de comunicação não verbal.

Certa vez, durante o período de frio em Curitiba, eu saí para trabalhar com um aspecto bem andrógino. Sou alta, magra, tenho cabelos curtos e minha aparência já contribui bastante para o aspecto andrógino, que eventualmente reforço no vestuário.

Depois do trabalho passei no supermercado antes de ir para casa. E, no caminho, como eu estava a pé (estava trabalhando num shopping perto de casa), enquanto aguardava a luz do semáforo ficar verde para pedestres, uma mulher com uma garotinha de uns 5 ou 6 anos parou ao meu lado. A garota perguntou à mãe, olhando pra mim: “é menino ou menina?”. A mãe ficou brava com a criança, e assim que a luz do semáforo ficou verde ela saiu correndo e ralhando com a menina.

Eu não creio que roupas tenham gênero. Com frequência uso calças de corte masculino por serem mais confortáveis. Tenho zero interesse em mudar de gênero. Não creio que meu gênero biológico defina minha personalidade, não me sinto obrigada a ter comportamentos estereotipados como femininos o tempo todo. Creio que todo mundo tem características estereotipadas como masculinas e outras tantas características estereotipadas como femininas, independentemente do gênero. Seguramente a cultura brasileira, e possivelmente outras em todo o mundo, reforça(m) estereótipos. Cabe a cada pessoa, através do processo de autoconhecimento, decidir se aceita se encaixar nos estereótipos ou não. Eu optei, desde que comecei a comprar minhas próprias roupas, a não me vestir para satisfazer os outros. Uso minha aparência como ferramenta de comunicação não verbal e autoexpressão desde os dezoito anos de idade. Como não vivi a fase de vestir-me igual aos meus amigos e pessoas da minha idade na adolescência e já trabalhava com moda, foi fácil seguir esse caminho. Assim, seria fácil e natural para mim responder àquela menina se a mãe não a tivesse levado para bem longe. Não vejo vejo erro, ofensa ou vergonha em perguntar o que ela perguntou. Vejo mais erro em manter a criança num universo de repressão, onde querer entender o outro seja tratado como um erro, onde existe uma guerra entre uma única opção certa e todas as outras são vistas como erradas.

Certamente eu e aquela mãe vivemos em universos diferentes. Por isso ela correu de mim e da situação incômoda (para ela) de permitir à filha conhecer realidades diferentes das que ela estava habituada. E minha aparência pode enganar a ponto de causar dúvida se sou “menino ou menina”, mas não engana em relação a eu viver num universo diferente do de pessoas que acreditam que meninas devem vestir-se com certas opções e meninos estão limitados a outras opções.

Eu não trabalho com imagem pessoal de crianças. Nem mesmo celebridades mirins. Acredito que para desenvolver um estilo pessoal é necessário uma dose de autoconhecimento que crianças não têm, por viverem numa relação de relativa submissão às crenças e valores dos pais, sem autonomia para manifestação de sua individualidade na maioria dos casos. Muitos adultos também não têm autonomia e autoconhecimento suficientes para isso.

Eu sou uma artista, e comportamentos muito convencionais e conservadores não são nada inspiradores. Desenvolvo estilos pessoais muito menos ousados que o meu, mas excesso de medos, limitações e mentalidade conservadora não funcionam dentro do meu trabalho. O cliente tem de ter uma dose de abertura para fazer algo diferente do que tem feito. 

Se você quer desenvolver um estilo pessoal único, siga as instruções na página “Services available”. 


Nycka

Saturday, 24 June 2023

🇧🇷 5 características positivas e 5 negativas das pessoas

Você é aquele tipo de pessoa que gosta de todo mundo? É aquele que detesta quem é diferente de você ou tem valores diferentes? Ou algum tipo que não seja nenhum desses extremos? Este é um texto sobre 5 características que considero positivas e 5 características negativas das pessoas.

Eu sou Nycka, trabalho como stylist, artista visual e fotógrafa fine art. Como stylist considero a imagem pessoal como ferramenta de comunicação não verbal, e desenvolver um estilo pessoal forte é parte de um processo de autoconhecimento e exposição a novas possibilidades. Sou uma artista até quando trabalho como stylist, pois a comunicação não verbal também é parte das artes visuais e da fotografia fine art. Como stylist, vejo cada cliente como uma obra de arte, onde as intenções da comunicação não são as minhas, mas as dele, assim como nas minhas obras de arte e fotografias feitas sob encomenda.

Acredito que apenas podemos conhecer a nós mesmos vivendo experiências diferentes, conhecendo pessoas diferentes e descobrindo o que gostamos e o que não gostamos.

Quais características de comportamento eu vejo como negativas nas pessoas?

  1. Pessoas que usam a religião para julgar os outros. A religião é uma ferramenta de desenvolvimento pessoal. Você escolhe sua religião e vive com base no que ela ensina. A partir do momento que você quer que todo mundo viva conforme a sua religião (que na verdade é apenas sua INTERPRETAÇÃO da religião), você demonstra ser um fanático ignorante e desrespeita a individualidade dos outros. Isso também se aplica a países que usam a religião para tratar os cidadãos de forma desrespeitosa, como aqueles que criminalizam o aborto; os que só aceitam casamentos monogâmicos (desrespeitando as escolhas individuais de quem conscientemente escolheu o poliamor ou segue religiões que múltiplos relacionamentos são permitidos); regimes islâmicos que cerceiam os direitos das mulheres; entre outros. Cada pessoa segue a religião que melhor se adequa aos seus valores pessoais e obrigar um país inteiro a viver conforme os valores de uma única religião, ou da interpretação dessa religião por alguns é um desrespeito.
  2. Pessoas que nunca saíram da cidade onde nasceram para morar fora e criticam os imigrantes. E às vezes criticam até as pessoas nativas que não gostam da cidade ou criticam algumas características do lugar (ou das pessoas do lugar).
  3. Pessoas que acham que existem comportamentos (ou empregos, e tantas outras coisas) “masculinos” e outros “femininos”, e não entendem os estereótipos, tratando seres humanos como produtos na prateleira do supermercado, onde uma caixa de leite sempre terá leite no seu interior. Nem os produtos são assim tão homogêneos! Mesmo o leite, um commodity, tem vários tipos diferentes no supermercado, que requerem a leitura do rótulo para saber as qualidades de cada um.
  4. Pessoas racistas, incluindo quem acha que por elas serem de determinada raça ou cor de pele todo mundo as odeia (então elas odeiam todo mundo cuja cor de pele elas julguem como a cor de pele opressora, como se isso existisse). Eu procuro tratar as pessoas com respeito independentemente da cor da pele, mas se a pessoa generaliza e acha que todo mundo é racista, perco o respeito. Eu entendo o impacto do bullying, do preconceito, mas não gosto de racismo nem do lado vitimista do racismo. 
  5. Profissionais incompetentes. Principalmente os que não entendem sobre um assunto ou não têm habilidades importantes para sua profissão e nem assumem a ignorância nem procuram aprender ou desenvolver suas habilidades. Junto do grupo dos que usam religião como muleta, estão entre os mais intoleráveis. No Brasil, isso inclui pessoas que cometem muitos erros gramaticais ao escrever um parágrafo.

Em resumo, me desagradam as pessoas que não respeitam a individualidade e as que não levam sua profissão a sério.

Vamos às características positivas:

  1. Pessoas que buscam o desenvolvimento pessoal e amadurecimento emocional.
  2. Pessoas que buscam novas experiências e autoconhecimento.
  3. Pessoas que amam o próprio trabalho e buscam ser acima da média.
  4. Pessoas capazes de dialogar com quem pensa diferente sem tentar mudar a opinião do outro. O diálogo com pessoas assim é para conhecer e entender pontos de vista e realidades diferentes. Não é sobre quem está certo ou errado.
  5. Pessoas que respeitam e tratam bem cães e gatos. Outros animais também, mas principalmente cães e gatos. 

Se você gostou, compartilhe o link do texto com seus amigos nas redes sociais.

Conheça meu trabalho.


Nycka


Saturday, 17 June 2023

🇧🇷 Sobre o luto

Este é um texto sobre o luto. O luto não existe apenas pela morte de alguém. É um processo que pode acontecer em várias situações diferentes.

Eu sou a Nycka, sou stylist, artista visual e fotógrafa. Neste blog e nos meus perfis nas redes sociais, falo de diversos assuntos, muitos deles não relacionados ao meu trabalho. Nas redes sociais, publico avisos sobre posts aqui no blog e também conteúdos exclusivos.

No Spotify tenho uma playlist só com músicas para lidar com o luto, e tenho agregado novas músicas a esta playlist e às muitas outras que tenho naquela plataforma conforme vou lembrando de músicas que conheço há muito tempo e também conforme descubro novas músicas.

Além da morte, em que situações podemos vivenciar o luto?

Algumas situações que eu percebo são:

Fim de uma amizade; fim de um relacionamento amoroso; sair de um emprego, principalmente quando você é demitido; mudar de cidade (pode acontecer de sentir um vazio pela nova experiência, por não conhecer ninguém na nova cidade, e não ter seus velhos amigos por perto); e vários outros ciclos que se encerram na vida.

Trabalhando com moda e tendo uma ligação com a arte desde criança eu percebo semelhanças entre a vida e as mudanças que inevitavelmente acontecem ao longo dela, e a moda, e as mudanças que também acontecem nela, em diferentes ritmos para diferentes tipos de produtos.

O luto é uma fase que podemos aprender algo importante sobre nós. Ao menos para quem tem maturidade, que independe de idade. Isso vale também para quando alguém que amamos morre. Existem muitas questões que podemos tentar responder nessas situações de luto para perceber o que podemos aprender com a situação.

Comente as perguntas que você já fez para si mesmo num período de luto. Seu comentário pode ser útil para alguém e pode te ajudar a encontrar respostas, se ainda não as encontrou, ou conhecer respostas diferentes. Minha contribuição está na playlist e nos próximos textos. Clique no link do meu perfil do Spotify na barra lateral, siga meu perfil e ouça a playlist “Songs to deal with grief”.

Siga meus perfis nas redes sociais para mais conteúdos.


Nycka

Sunday, 7 May 2023

🇧🇷 Cores masculinas e femininas

“Meninas vestem rosa e meninos vestem azul”. Já ouviu alguém falar isso? Talvez você já tenha dito ou pensado isso. Talvez as cores “masculinas” e “femininas” em seu país sejam outras.

Eu sou a Nycka, stylist expert em cores, formas e texturas como ferramentas de comunicação não verbal. Também uso esse conhecimento no meu trabalho como fotógrafa e artista visual. Neste texto vou falar um pouco sobre essa crença. Existem cores masculinas e femininas? Cores têm gênero?

A psicologia das cores traz perspectivas importantes de serem avaliadas, comprovadas no estudo da arte. Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil, usa um manto azul escuro. Ela é ele? Não. Muitas outras figuras religiosas femininas são retratadas vestindo azul em obras de arte, e figuras religiosas masculinas, como Jesus Cristo, são frequentemente pintadas vestindo vermelho.

O azul está psicologicamente relacionado a características chamadas pelas pessoas de pensamento binário como "femininas": calma, pureza, etc. O vermelho, de onde vem o rosa, está ligado às características "masculinas" como agressividade e impetuosidade. Devo destacar que todos nós temos características de personalidade estereotipadas como femininas e masculinas, independentemente de nosso gênero biológico. Ninguém nesse mundo tem, naturalmente, apenas características “femininas” ou somente características “masculinas”. Se alguém se encaixa 100% nesses estereótipos é por resultado de como a pessoa foi criada, reprimindo muitas de suas características naturais. O símbolo oriental de yin-yang representa bem isso. Pessoas saudáveis têm características de personalidade “masculinas” e “femininas” em equilíbrio.

As imagens artísticas mais famosas de Jesus retratam um homem de cabelos longos usando uma túnica. Nunca vi uma imagem de Jesus usando calças. E digo isso porque a ideia de que saias são uma peça exclusiva do guarda-roupa feminino também é uma construção social. Roupas não têm gênero. Cores não têm gênero. Comportamentos não têm gênero. E também não existe corte de cabelo masculino ou feminino. No caso das roupas, existem pequenas diferenças na modelagem masculina e feminina para melhor ajuste às formas do corpo de homens e mulheres. O que não proíbe ninguém de vestir as roupas feitas com a modelagem do outro gênero. E existem inúmeras pessoas que entendem isso. Um exemplo claro são os desfiles de outono/inverno 2023/24 masculinos que comentei aqui no site. Todos eles tinham saias e outras peças comumente associadas ao guarda-roupa feminino.

A sociedade está mais envolvida no processo de autoconhecimento e amadurecimento emocional e isso gera maior interesse por uma imagem pessoal autêntica, desenvolvida com orientação profissional especializada. Para ter acesso a isso, agende uma reunião seguindo as instruções na página “Services available”. Use a ferramenta de tradução se necessário.


Nycka

Sunday, 30 August 2020

🇧🇷 Quem tem alergia pode ter cães e gatos?

Muitas pessoas têm alergias. Algumas delas são alérgicas a cães e gatos. O que pode surpreender quem acompanha este blog e minhas redes sociais e sabe que tenho esses animais de companhia, é que eu fui diagnosticada com alergia a pêlos de animais na adolescência.

Com essa informação, as perguntas “quem tem alergia pode ter cachorro?” e “quem tem alergia pode ter gato?” teoricamente têm um sim como resposta. E digo teoricamente pra ninguém comprar ou adotar um animal e depois ter crises alérgicas, abandonar o animal e vir dizer que eu falei que pode. Eu estou dizendo que eu consegui ter cães de pelo longo e semi longo a vida toda sem grandes problemas. Os dois últimos, ambos da raça lhasa apso, mantidos com pelos longos a maior parte do tempo, dormiam na minha cama. O Thor, meu gato, faz meu braço de travesseiro na hora de dormir. Vive grudado comigo.

Com cães, apesar do diagnóstico médico, nunca tive problemas. Quando resolvi adotar os gatos fui ao médico e expliquei a situação de ser alérgica, nunca ter tido gatos, e queria algum remédio caso a alergia se manifestasse. Ele me receitou um spray para usar no nariz só quando tivesse crises alérgicas e eu cheguei a usar o remédio algumas vezes, mas depois as crises desapareceram. Mantive o remédio até a data de validade e joguei fora mais da metade por falta de uso.

Então, com os cuidados apropriados, creio que toda pessoa que, como eu, ama animais, que não tem medo deles ou quer vencer esse medo, pode ter um cão ou gato sem grandes problemas. Mas como eu nem sou médica nem te conheço, recomendo testar suas reações alérgicas com cães e gatos de amigos, de vizinhos, etc antes de adquirir um. Visite amigos que têm cães, brinque com cães da vizinhança, sempre com os cuidados necessários. O mesmo com gatos. Procure quem tenha gatos sociáveis (não é o caso do Thor) e procure interagir com eles, brincar, fazer carinho, etc. Um animal de companhia é como um filho: uma responsabilidade que dura por muitos anos. Então antes de adotar ou comprar um, converse com um médico ou mais de um, veja os cuidados que o profissional recomenda e, tomando tais cuidados, comece a se aproximar de cães, gatos ou ambos para ver como seu corpo reage. Se reagir bem durante algumas semanas, então você começa a pensar em adquirir o seu. Lembrando que nenhum criador ou protetor responsável vende ou doa cães ou gatos com menos de três meses de idade. Se algum canil ou gatil quiser te entregar um filhote com menos de três meses, sem todas as vacinas, procure outro que leve a criação a sério e cuide da saúde dos animais.

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Nycka, the Nomad


Wednesday, 18 March 2020

🇧🇷 Coisas interessantes para fazer em casa

Estas são algumas coisas interessantes para fazer em casa:


  • Assista a filmes interessantes
  • Leia bons livros
  • Pratique a criatividade na cozinha (criando novas receitas)
  • Passe algum tempo divertindo-se com seu cão ou gato. Você não tem um? Tem muitos que você pode adotar se estiver disposto a oferecer amor, ração de qualidade e serviços veterinários (incluindo vacinas).
  • Jogue com sua família ou online.
  • Ouça boa música.
  • Aprenda algumas habilidades.
  • Estude.
  • Organize as suas roupas e jogue fora as que não oferecem nada de positivo ao seu estilo pessoal.
  • Conheça a si mesmo, observando seus pensamentos e emoções. Aprenda e torne-se uma pessoa melhor.



 Nycka, the Nomad

Friday, 30 August 2019

🇧🇷 Quem tem medo de desfrutar a vida?

Uma vez, quando eu era adolescente, minha avó me perguntou: “você não tem medo de sair e ser assaltada?”. Eu tinha muitos medos, mas este não era um deles. Diferente de minha avó, que vivia numa casa cheia de grades, com zero vida social, eu tinha e tenho prazer de conviver com outras pessoas, fazer amizades e me divertir. Respondi que eu poderia ser assaltada saindo ou ficando em casa, e, sendo assim, preferia sair e me divertir. Dizem que perdemos 100% das batalhas que não lutamos. É verdade. Alguns defendem seu medo mencionando as muitas notícias que o reforçam. Notícias de assaltos e outros crimes. E o espaço para os casos de sucesso, incluindo seu próprio sucesso, de todas as vezes que saiu sem ser assaltado, de todo o tempo que desfruta de boa saúde, dos trabalhos e empregos que já conseguiu, e tudo mais? Não tem? Um nome para essa mania de dar excessiva ênfase ao lado feio das coisas é ingratidão. E ingratidão não se refere necessariamente a outra pessoa. Quando eu prestei vestibular eu confiava na minha inteligência. Eu nunca me preocupei com quantos candidatos por vaga existiam. Pensava simplesmente que uma vaga seria minha e os demais candidatos disputariam as outras. Deu certo. Existiam chances de dar errado, mas possivelmente por não dar importância a elas, eu passei duas vezes em primeiro lugar no vestibular e entrei num MBA em marketing numa das melhores instituições do país nesta área. 


Nycka, the nomad

Monday, 3 June 2019

🇧🇷 7 filmes sobre boxe

Para entrar em forma e manter um corpo saudável, o melhor é encontrar atividades físicas que gostemos. Estes filmes são para ver que o boxe vai muito além de socos. Como algumas artes marciais, é uma atividade relacionada à superação dos próprios limites. Inspire-se!

1. Rocky, um lutador. O primeiro filme da saga de Rocky Balboa, de 76. Poucos socos e muita inspiração para a vida.
2. O vencedor. Outro filme repleto de reflexões para a vida.
3. Rocky 4. Para ver quando o mundo está caindo na sua cabeça e tudo parece impossível.
4. Hurricane, o furacão. História verídica de um lutador profissional.
5. Boa de Briga. Com a atriz Michelle Rodriguez, de Velozes e Furiosos, S.W.A.T. e da série Lost. Porque mulheres também lutam boxe.

Além destes, já vi também todos os outros filmes do Rocky Balboa (menos o último) e Menina de Ouro. Este eu achei um bocado machista, por isso preferi deixar de fora da lista e incluir Boa de Briga.

Nycka, a nômade.

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