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🇬🇧 Cultural nomadism - a lifestyle

We can move from a place to another for various reasons. One of them is to know better other cultures, to become a global citizen. Other is ...

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Saturday, 22 July 2023

🇧🇷 8 Motivos para você conhecer outras religiões

Este é um texto com 8 motivos para você conhecer outras religiões além das que sua família pratica.

Eu sou Nycka Nunes, nômade digital e cultural e trabalho como artista visual, fotógrafa fine art e stylist. Como stylist acredito que estilo pessoal está ligado ao autoconhecimento, à personalidade e ao estilo de vida, e por isso é impossível rotular um estilo pessoal e se alguém imita a aparência de outra pessoa isso vai na contramão do desenvolvimento de um estilo pessoal forte.

  1. Uma forma ainda muito difundida de educar crianças é através da recompensa e punição. Para tudo existe uma opção certa e todas as outras são erradas. Como numa prova de múltipla escolha. (Se você sofre com ansiedade, uma pista para a causa está aqui). Mas a vida não é uma prova de múltipla escolha. Assim, para você fazer escolhas inteligentes você precisa avaliar possibilidades diversas e ter um olhar crítico em relação a elas. Assim, é importante conhecer religiões diferentes para descobrir qual caminho melhor se adequa à sua busca pelo desenvolvimento pessoal no momento. E essa opção pode mudar ao longo da jornada.
  2. Você verá que todas as religiões têm características em comum e isso será muito útil para você respeitar quem segue uma religião diferente, e também quem não segue religião nenhuma, pois uma das características em comum entre as religiões é o respeito à individualidade.
  3. Você perceberá que o objetivo das religiões não é você julgar quem é diferente, mas expor-se ao diferente e respeitá-lo para tornar-se um ser humano melhor.
  4. Você perceberá que todas as religiões têm características diferentes também, e a escolha por uma religião, quando feita de forma consciente, tem por base justamente essas características diferentes. Cada pessoa busca uma religião alinhada com seus valores pessoais. Não faz sentido, por exemplo, uma pessoa homossexual escolher uma religião que critique os homossexuais.
  5. Com base no que já li dos livros de Joseph Campbell, percebo que as religiões atuais geralmente não julgam nem condenam ninguém. Quem condena são pessoas religiosas que têm uma postura de fanatismo. Campbell é um autor que eu recomendo muitíssimo para quem quer conhecer as religiões do mundo de forma ampla para iniciar o processo de escolha consciente de um caminho de desenvolvimento pessoal.
  6. Uma vez li que quando o sábio aponta para a lua, o tolo olha para o dedo. Isso explica a atitude de pessoas que em vez de usarem a religião para tornarem-se pessoas melhores a usam como muleta para julgar quem age diferente de como elas interpretam a religião.
  7. Nenhuma religião transmite seus ensinamentos de forma literal. Talvez a forma de transmissão de ensinamentos de outra religião seja mais fácil pra você entender que a forma das religiões que você conhece hoje. Assim como na escola às vezes não entendemos bem um conteúdo da forma que um determinado professor explica, mas com outro professor que explique de forma diferente, o mesmo conteúdo parece bem mais fácil!
  8. Ser um fanático é ser um chato. E nem todas as religiões são teístas.


Nycka Nunes

Thursday, 20 July 2023

🇧🇷 Quem teve experiências traumáticas na infância não costuma ter hobbies

Psicólogos dizem que quem teve experiências traumáticas na infância não costuma ter hobbies. Este texto é sobre minha infância e como lidei com as limitações que me eram impostas.

Eu sou Nycka Nunes, nômade digital e cultural, e trabalho como artista visual, fotógrafa fine art e stylist, além de criar conteúdo neste blog e em redes sociais. Sou formada em publicidade.

Eu comecei a trabalhar aos 5 anos. Morei com minha avó materna durante a maior parte da minha infância e adolescência.

Quando eu era bem pequena estudei balé, piano e flauta. Morava em frente ao conservatório de música da minha cidade natal na época. Sou apaixonada por piano desde então, mas embora tenham me matriculado no curso, minha família nunca me incentivou e eu não tinha um piano para praticar. E eu ficava frustrada com a ausência de evolução entre uma aula e outra. Os outros cursos nem lembro de querer. Rejeito flauta até hoje. Hoje sei que narcisistas - e pessoas emocionalmente imaturas - tendem a fazer as coisas pra impressionar os outros. Vai ver foi por isso que me matricularam nesses cursos e em outros. Para impressionar os outros.

Eu também gostava de desenhar e queria aprender a pintar, e não recebi qualquer incentivo para isso. A ponto de eu chegar a desenhar apenas nas sessões de terapia, na infância. Só fui voltar a desenhar no primeiro ano da faculdade de publicidade. E, surpreendentemente para mim, estava desenhando bem. 

Observe que o que era importante para mim, que me gerava satisfação e alegria, não era encorajado. Em alguns casos era proibido mesmo. E isso foi além da arte. Eu lembro de uma vez pedir uma Barbie de presente e minha mãe dizer que eu não era mais criança para brincar de boneca. Eu era uma criança. Passei a brincar com meninos, com os bonecos de He-Man e Thundercats. Passei a jogar futebol. E continuei me permitindo ser criança, mesmo tendo de trabalhar e sendo tratada como adulto por minha mãe e a família dela.

Na loja, me colocavam para organizar os produtos no estoque, escondida dos clientes. Eu achava chato, fazia rápido o que tinha de ser feito e ia para o balcão tentar atender clientes.Vários não aceitavam minha ajuda. Eu era pequena, e tão capaz de atendê-los quanto as vendedoras adultas. Sabia os nomes e preços de tudo, sabia onde cada produto estava, e ainda sabia melhor que as outras o que tinha no estoque porque a maior parte do tempo eu estava no estoque.

Na infância eu encontrava na literatura uma fuga da chatice e do desrespeito que vivenciava no convívio com minha família materna.

Infelizmente, para grande parte da sociedade brasileira em cidades do interior, família é algo acima do bem e do mal. Mesmo já adulta, quando verbalizei críticas aos abusos cometidos por familiares, várias pessoas me criticaram. Também tive muito apoio nas vezes que falei sobre essas experiências ruins nas redes sociais.

As lembranças que tenho do convívio com minha família paterna são todas boas. Depois do divórcio dos meus pais, eu passei a ver meu pai muito menos, mas quando ele estava presente ele estava 100% presente, sempre me apoiando, elogiando. Minha avó paterna conversava muito comigo. Meus tios também me tratavam muito bem, e respeitavam meu comportamento esquisito, de, por exemplo, ficar isolada nas festas de Natal quando tinham pessoas que eu não conhecia. 

Esse convívio positivo com minha família paterna e a literatura que me levava para realidades diferentes da que eu vivia morando com minha avó materna foram essenciais para eu lidar com o autoritarismo da minha avó materna e a crueldade da minha mãe e das minhas tias, que sempre me humilharam, me trataram mal, repetiam inúmeras vezes que eu era feia, burra, inútil, e por melhores que fossem minhas notas na escola ou meu comportamento, nada era bom o suficiente.

Minha autoestima era baixa e foi assim até por volta dos meus trinta anos, por eu dar excessiva importância a ser amada pela minha família materna. Hoje se alguém não gosta de mim, sigo minha vida, consegui uma autonomia emocional muito grande. Quem não valoriza minhas qualidades não merece meu afeto.

Como eu viajava para a fazenda do meu pai nos finais de semana, e lá eu era sempre bem tratada, gosto muito de viajar. Também gosto de praticar atividades físicas individuais (andar de bicicleta, passear com o cachorro, etc). E de ver jogos de futebol, mas geralmente vejo somente os jogos do Palmeiras. Às vezes vejo jogos de alguns times europeus também.

Eu busco alegria e satisfação em tudo que faço, e aprendi a ser intolerante com certas atitudes. Porque satisfação foi algo proibido para mim na quase totalidade da minha infância e adolescência. E eu não quero ter satisfação apenas nos finais de semana. Por isso não limito minha satisfação a hobbies. Não aceito que apenas eles me tragam alegria e relaxamento.

E você, como lida com as experiências ruins que teve na infância?


Nycka Nunes

Sunday, 30 October 2022

🇧🇷 Oportunidades para empreendedores e investidores na Bósnia-Herzegovina

Se você está buscando oportunidades de investimento ao redor do mundo, este texto fala das oportunidades na Bósnia e Herzegovina. Neste site tem textos com oportunidades em outros países e se você seguir meus perfis nas redes sociais você terá mais informações desse tipo, e outras informações de interesse de quem, como você e eu, considera o mundo como lar.

A Bósnia e Herzegovina está na posição 68 no ranking de liberdade econômica de 2022, o que é uma posição muito melhor que a do Brasil (que ocupa a posição 133 e desde 2004 está com pontuação abaixo da média mundial no ranking).

Uma das opções para investidores é buscar informações sobre empresas que estão sendo privatizadas na Bósnia e Herzegovina, pois são oportunidades abertas tanto para cidadãos do país como para estrangeiros. 

Além disso, o país oferece oportunidades interessantes nos seguintes setores.


Agricultura e processamento de alimentos:

O setor agrícola na Bósnia e Herzegovina oferece enormes oportunidades para potenciais investidores, com base nas seguintes principais vantagens:

    • Abundância de terras agrícolas - cerca de 50% das terras agrícolas não são cultivadas
    • Condições climáticas favoráveis
    • A disponibilidade de mão de obra qualificada e barata e uma longa tradição na agricultura
    • Sistema educacional desenvolvido
    • A Bósnia e Herzegovina é um importante importador de produtos agrícolas e alimentares.
    • Privatização de empresas estatais. 


Indústria automobilística:

As principais razões para escolher a Bósnia e Herzegovina como destino para investir no seu setor automobilístico são:

    • Localização estratégica: proximidade geográfica com a base de produção automotiva na Europa proporciona aos investidores estrangeiros baixos custos de distribuição e entrega pontual dos produtos.
    • Uma longa tradição no fornecimento de autopeças e na indústria metalmecânica.
    • Crescimento constante das exportações e clientes conceituados.
    • A existência de institutos de pesquisa e desenvolvimento (seis faculdades de engenharia).
    • Qualidade de produção – certificados ISO e industriais.
    • Existência de infraestrutura e disponibilidade de fontes de energia.


Energia:

O setor de energia é um dos setores econômicos mais fortes da Bósnia-Herzegovina, com uma longa tradição e um enorme potencial e oportunidades para mais desenvolvimento e investimento, como:

    • A principal fonte de energia primária na Bósnia e Herzegovina é o carvão (carvão castanho e linhite) com reservas estimadas em 10x109 toneladas.
    • O potencial hídrico, que é de 6.000 MW, é utilizado em apenas 35%.
    • De acordo com análises, existe um potencial significativo de energia eólica.
    • As fontes de matérias-primas para a produção de energia a partir da biomassa são muito favoráveis, incluindo cerca de 1,5 milhão de m³ de resíduos florestais e resíduos da indústria madeireira (resíduos de madeira, cavacos e resíduos de madeira técnica, etc.).
    • Oportunidades para a exploração de energia geotérmica e solar estão disponíveis em grande parte, mas ainda não foram exploradas e exploradas.
    • Pesquisas preliminares de petróleo e gás indicam a existência de depósitos prospectivos em grande número de locais na Bósnia e Herzegovina (as reservas estão estimadas em cerca de 50 milhões de toneladas de petróleo).


Silvicultura:

O recurso natural mais famoso da Bósnia e Herzegovina é a madeira. 53% do país é coberto por floresta, que é usada para processamento de madeira e produção de móveis.

Florestas e terrenos florestais na Bósnia e Herzegovina cobrem uma área de 2.709.800 hectares.

Além da madeira como matéria-prima, o setor florestal no país tem oportunidades significativas para a produção de:

    • Bioenergia à base de resíduos florestais, serragem e cavacos;
    • Produtos florestais não madeireiros/secundários: frutas de caroço, bagas, cascas, raízes, cones, grama, flores, ervas medicinais e aromáticas, cogumelos;
    • Espécies endêmicas de plantas e animais, e muito mais.


Turismo:

A Bósnia e Herzegovina possui belezas naturais e patrimônio histórico e cultural que atendem amplamente às novas tendências do mercado de viagens, especialmente às demandas de viajantes que buscam novos destinos, aventura e autenticidade.

Os ramos mais promissores de turismo na Bósnia e Herzegovina são:

    • Turismo de inverno e montanha
    • Ecoturismo
    • Turismo de spa
    • Turismo cultural e religioso
    • Turismo esportivo e de aventura
    • Turismo marítimo

O setor do turismo tem um enorme potencial de desenvolvimento e todos os pré-requisitos para desempenhar um papel significativo na economia do país. Portanto, o desenvolvimento do turismo é reconhecido como uma das prioridades mais importantes da política geral de desenvolvimento econômico do país.


Industria têxtil e de vestuário:

A proximidade da Bósnia e Herzegovina aos mercados da Europa Ocidental e Oriental é uma grande vantagem.

Por que investir na indústria têxtil e calçadista na Bósnia e Herzegovina:

    • Uma longa tradição na produção de vestuário e calçado
    • Boa reputação como fornecedor nos mercados alemão e italiano
    • Baixos custos trabalhistas
    • Habilidades da força de trabalho em fiação, tecelagem e tricô
    • Proximidade com os principais mercados têxteis do mundo
    • Desenvolvimento do pequeno e médio empreendedorismo


A Bósnia e Herzegovina pode ser uma boa escolha para você começar sua empresa num país que oferece vantagens não encontradas onde você mora. Se seu campo de interesse não foi mencionado neste texto, vale fazer um plano de negócio para avaliar a viabilidade dele na Bósnia-Herzegovina ou pesquisar outros países que ofereçam benefícios atrativos para o que você quer implementar, ou que, culturalmente, sejam mais interessantes para você, pois viver num país que não temos afinidade cultural não é uma boa escolha.

Se você tem uma empresa e quer aumentar a visibilidade dela em todo o mundo, leia o kit de mídia.

Para receber mais informações sobre arte, cultura, estilo e estilo de vida para quem considera o mundo como lar, siga meus perfis nas redes sociais.



Nycka, the Nomad

Tuesday, 13 September 2022

🇧🇷 Desafios de convivência

Este é um texto sobre conviver com outras pessoas na mesma casa, sejam pessoas da família ou não. No Brasil, boas opções de moradia quando nos mudamos de cidade ou país sozinhos são dividir apartamento ou alugar um quarto. Nestas opções, você possivelmente poderá contar com pessoas que moram ali há mais tempo para ter algumas informações sobre a cidade e a vizinhança. É raro achar apartamentos mobiliados para alugar no país, então estas são opções mais econômicas também. Mas elas trazem o desafio de conviver com uma pessoa desconhecida (ou várias). Como lidar com isso? O que aprendi sobre isso desde que mudei da minha cidade natal também é útil na convivência com a família e no processo de autoconhecimento, de conhecer os próprios limites.

Na minha primeira experiência fora da minha cidade natal eu dividi apartamento com outras 3 moças que já moravam na cidade e desde o início estabelecemos regras sobre as tarefas domésticas. Entre varrer a casa, cozinhar, lavar a louça e colocar o lixo na rua, todas tínhamos alguma atividade todos os dias, alternando o que cada uma faria a cada dia. Íamos ao supermercado juntas, dividíamos o custo dos produtos de uso comum igualmente e quem quisesse comprar algo só para si pagava por isso sozinha.

Acredito que, sempre que moramos com outras pessoas, sejam familiares ou não, estabelecer regras sobre tarefas domésticas e também sobre a convivência dentro de casa são pontos importantes.

Quando morei em pensionato, a dona definia as regras, mas tive sorte de ela abrir algumas exceções para mim. Ela preparava a comida de todo mundo, e quando notou que eu não comia carne cozida passou a preparar outra carne para mim, por exemplo. E embora fosse um pensionato só de moças, em uma ou duas ocasiões ela aceitou que eu me reunisse com meus colegas homens à tarde na sala para fazer trabalhos em grupo da faculdade.

Esse senso de respeito às necessidades individuais é muito importante ao definir regras de convivência.

Numa outra experiência, morei com uma pessoa que não gostava de lavar a louça. Então definimos as regras de serviços domésticos como era no primeiro apartamento onde morei após sair da minha cidade natal, mas eu aceitei lavar a louça todos os dias e a pessoa lavava o banheiro diariamente. No Brasil, usar lava-louças é algo incomum. Elas existem no mercado, mas as mais baratas custam mais de dois salários mínimos, bem mais que uma geladeira simples, por exemplo. Se você pensa em morar na região sul do país eu recomendo ter orçamento para comprar uma. Nem todas as casas têm água quente nas torneiras e lavar a louça no inverno pode ser incômodo. Em todos os exemplos acima eu estava morando no sudeste.

Claro que nem tudo são flores no convívio com outras pessoas e de vez em quando a negociação não funciona ou existe desrespeito e até desonestidade, e em alguns casos parar de conviver com certas pessoas é o único caminho possível. Uma vantagem do nomadismo cultural como estilo de vida é que o autoconhecimento se torna parte de nossa rotina e aprendemos a lidar com desafios.

Este texto, como todos os outros deste site, é protegido por direitos autorais. Todos os direitos são reservados à autora.

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Nycka, the Nomad

Thursday, 8 September 2022

🇧🇷 O consumo de carne suína no Brasil

Hoje vou falar um pouco da carne suína como opção para nossas refeições, com base na realidade brasileira.

No Brasil, embora o bacon seja muito utilizado, outros cortes suínos não são tão usados como a carne bovina. Considerando que a carne suína é mais barata que a carne bovina no país, o que leva a maioria dos pratos típicos com carne ser à base de frango ou carne bovina e, também no dia-a-dia, consumirmos relativamente pouco outros cortes suínos?

Uma vez um supermercado que eu frequentava fez um pequeno evento na loja com um chef local para ensinar uma receita de prato principal (com carne suína), uma de sobremesa e degustar um vinho. Eu fui, porque gosto de experimentar coisas diferentes. Na época eu estava comprando filé suíno com frequência. É muito bom.

E nesse evento o chef fez um comentário exatamente sobre o pouco uso do porco na gastronomia brasileira. Ele falou que a carne suína é menos utilizada no dia-a-dia porque a gente aprende na escola sobre várias doenças transmitidas pelo porco e acaba ficando com medo de consumir. Observação minha: curiosamente bacon ninguém tem medo de consumir, dado sua popularidade em hamburguerias, lanchonetes, restaurantes, etc. Ele também afirmou que esse medo, atualmente, é infundado porque a carne suína nos bons supermercados brasileiros é vistoriada e segura para o consumo.

É verdade que o prato típico brasileiro mais famoso, a feijoada, leva, em sua versão mais “raiz”, pedaços de porco como orelhas, pés, etc. As versões mais gourmetizadas usam diversos tipos de embutidos. Meu paladar prefere as versões somente com embutidos, mas feijoada passa longe de ser um prato que eu ame. A gastronomia brasileira tem pratos muito melhores, na minha opinião.

Alguns pratos típicos de Minas Gerais também incluem carne suína ou banha, mas a maioria usa carne bovina ou frango.

Para quem mora sozinho e casais, a carne suína tem a vantagem de ter porções menores que as de cortes similares de carne bovina. O filé suíno é menor que o bovino, na medida para uma pessoa comer por três dias ou quatro ou cinco refeições para um casal. Isso calculando que quem mora sozinho não vai fazer vários acompanhamentos, e um casal tende a preferir uma refeição um pouco mais elaborada. Para quem, como eu, prefere a comida mais fresca, e evita congelar, pode ser um diferencial.

Cabe ainda dizer que geralmente é possível substituir cortes bovinos por seus equivalentes suínos na cozinha.

Se você tem planos de morar no Brasil, é válido conhecer as opções mais comuns para sua alimentação. Se você já vive no Brasil, é interessante pensar de forma criativa e variar seu cardápio.

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Nycka, the Nomad


Wednesday, 7 September 2022

🇧🇷 Como expandir seus horizontes

Uma das melhores coisas do estilo de vida dos nômades culturais é conhecer novos lugares, novas culturas, novos sabores, etc. A curiosidade nos move. Amamos arte e cultura e viver novas experiências.

Neste texto vou dar algumas dicas para quem nunca fez isso e quer começar a expandir seus horizontes. Principalmente para quem mora em cidade pequena, sem muita opção, e quer experimentar algo diferente. Claro que as dicas também são úteis para quem vive em cidades grandes e não tem o hábito de frequentar lugares que não conhece, comer em restaurantes diferentes, etc.

    • Viaje para cidades próximas nos finais de semana. Aqui no site tem dicas de como fazer seu próprio roteiro de viagem. Se preferir, pode contratar meu serviço “The Nomad Advisor” que eu elaboro roteiros para você.
    • Inclua restaurantes diferentes na sua programação. Siga meus perfis nas redes sociais para dicas.
    • Experimente preparar receitas diferentes em casa. Aqui no site tem algumas receitas muito boas. Siga a tag/coluna “Saboreando o mundo”.
    • Se você não costuma sair sozinho, faça isso. Vá ao cinema, teatro, museu ou a um show musical sozinho para começar. São atividades muito seguras para fazer sozinho.
    • Leia livros de estilos diferentes dos que você costuma ler. Tem vários textos com dicas de livros neste website.
    • Vá a festivais de cinema e eventos que apresentem filmes diferentes dos que você costuma ver ou explore as opções dos canais de streaming que ninguém está falando a respeito.
    • De vez em quando veja apresentações de orquestra e ópera.
    • Siga meu perfil no Spotify para ouvir músicas de todo o mundo.

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Nycka, the Nomad

Thursday, 26 May 2022

🇧🇷 É melhor morar sozinho ou dividir apartamento?

É melhor morar sozinho ou dividir apartamento? Este texto trás a resposta, enfatizando a escolha de quem muda de cidade ou país, mas vale também para outras situações.

Eu já ensinei, dias atrás, como calcular os custos de mudar para outra cidade ou país, e os pontos que você deve observar para saber o custo para você em seu novo lar. Em um texto mais antigo também falei dos custos do dia-a-dia e como calculá-los. Mas não detalhei se é melhor morar só, dividir apartamento, morar num pensionato ou alugar um quarto. E aqui vou falar disso, indo além do aspecto financeiro do problema.

Financeiramente, morar sozinho é a opção mais cara, independentemente de onde você vá morar. Para avaliar qual opção é financeiramente mais viável você pode seguir as dicas do texto sobre os custos de mudar para outra cidade ou país como base.

Lá eu falei que alguns custos podem ser divididos e outros, multiplicados.

Que custos podem ser divididos quando você divide apartamento? Aqueles que têm apenas uma conta e todos os moradores do imóvel podem desfrutar, como aluguel, taxa de aquecimento, energia elétrica, gás, água, internet fixa, custos de manutenção e reformas. Em apartamentos, algumas dessas taxas estão incluídas na taxa de condomínio, paga mensalmente à administradora do edifício ou ao síndico (depende de como funciona em cada país. Até posso ter escrito errado o nome da taxa porque só sei como ela chama em português. Nas outras línguas eu traduzi). Até a alimentação, se vocês forem fazer compras num supermercado para todos os moradores do apartamento e preparar a comida em casa pode entrar nesse cálculo. O consumo disso tudo certamente é um pouco maior numa casa com duas pessoas ou mais, mas não chega a duplicar por ter uma segunda pessoa em casa. E a economia está aí.

Os custos multiplicados são aqueles que você se muda com a família, incluindo filhos pequenos, por exemplo, e as contas são de responsabilidade de uma ou duas pessoas, não de todos. Custos com animais domésticos também se multiplicam, embora seja mais barato comprar um pacote grande de ração para três cães, mas vacinas e microchip são individuais. Tratamentos de saúde, se necessários, também. Saúde também é um custo multiplicado para os humanos, mas no caso de dividir apartamento, cada um paga o seu.

E o preço emocional de cada opção? Você está disposto a pagar?

O preço emocional inclui coisas como você dividir o imóvel com alguém com uma personalidade muito diferente da sua. Os atritos que isso pode gerar. Saber lidar com essas situações, saber seus limites. Estar preparado pra sair se o imóvel não é seu. E também tem o lado positivo. Você pode dividir apartamento com uma pessoa que entende de coisas que você não entende, e te ajuda no processo de adaptação à nova cidade, ou sabe exatamente quem chamar quando algo em casa está com defeito.

Dividir apartamento também pode ser um jeito de ter companhia para sair no novo destino, mas não é garantia desse benefício. Já morei em mais de um apartamento que meus gostos e os das pessoas que moravam comigo eram muito diferentes. Em Porto Alegre passei quase um ano saindo sozinha. E foi uma experiência fantástica. Eu saí no lucro pelo fato de não ter companhia no início, por ter desenvolvido maior independência para me divertir e também para viajar.

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Nycka, the Nomad

Saturday, 21 May 2022

🇧🇷 O que o Palmeiras pode ensinar a empreendedores e gestores?

O que o Palmeiras tem a ensinar a empreendedores e gestores de todo o mundo?

Antes do Abel Ferreira tornar-se técnico do Palmeiras (time brasileiro de futebol, atual vice-campeão mundial de clubes), comentei muitas vezes nas redes sociais sobre a fragilidade emocional do time quando levava um gol. Eu acompanho o Palmeiras desde os anos 90 e isso realmente aconteceu muitas vezes nesse período de quase trinta anos. Em muitos momentos o Palmeiras ganhava de virada. Mas raramente ganhava de goleada, seja lá contra que time for. Abel, no Palmeiras, corrigiu justamente o ponto mais fraco do time, que é a questão emocional. Eu sempre achei que clubes de futebol profissional deveriam ter psicólogos para ajudar os jogadores e treinadores a segurar a pressão. Por mais que os jogadores de times grandes geralmente ganhem bem o bastante para pagar psicólogos, nem sempre eles têm uma cultura familiar que acolha esse investimento. Por isso, na minha cabeça, os clubes deveriam oferecer isso aos times profissionais. Se oferecem ou não, não sei. 

No Brasil, cada cidadão se acha um técnico de futebol e quer dar palpite em tudo e a pressão de jogar num time grande pode ser imensa. Fazer parte da linha de frente de um grande clube não é para qualquer um. Por linha de frente me refiro às pessoas com um trabalho com mais visibilidade na mídia, principalmente os jogadores e treinadores. Uma vez, a funcionária de uma pet shop que frequento comentou que o sonho do filho dela é ser jogador profissional e ela faz de tudo para apoiar porque o garoto é bom, mas a cada seleção para os times locais ele fica ansioso e joga mal. Se na seleção para times que nem são fortes fora do estado ele fica assim, como ficaria se pudesse jogar na seleção brasileira por um dia? Essa força interna é fundamental. Mas não é a única coisa que fez o Palmeiras acumular tantos títulos no curto período que Abel Ferreira está treinando o time.

O que isso tem a ver com empreendedorismo e gestão?

No futebol existem os grandes times, os medianos, os pequenos, os muito pequenos, até aquele time de amigos que não praticam nenhum tipo de esporte, mas se reúnem esporadicamente para jogar bola. Nos negócios também existem empresas de variados portes e perfis.

O empreendedor é a pessoa que reconhece os próprios talentos e identifica oportunidades de contribuir com a sociedade através deles, fazendo algo diferente do que já existe no mercado. O preparo faz parte da vida do empreendedor. E isso tem várias interpretações possíveis e válidas, e outras tantas interpretações equivocadas. Como apenas quem tem talento e o reconhece é capaz de valorizar e reconhecer o talento dos outros, isso também interfere na cultura da empresa, na seleção de pessoal, na atração e retenção de mão de obra qualificada, etc. Abel é jovem, mas reconhece o próprio valor, as próprias qualidades, e busca construir um time de jovens talentos mentalmente fortes como ele.

A força mental, de não apenas não se abater ao sofrer gols, mas também buscar ganhar de goleada sempre que possível, não é a única mudança. Com ela veio um time que está comprometido em criar o melhor resultado possível. Isso, nas empresas, está relacionado ao branding 360°, serviço que sou pioneira mundial em oferecer.

Outro ponto interessante é que o líder (Abel) cria oportunidades para todo o elenco, não tem jogadores com posição garantida. E dá oportunidades aos jovens dos times juvenis da base para fazer parte do time principal. Um desses jogadores que veio dos times juvenis, Gabriel Menino, já foi campeão nas Olimpíadas de Tóquio em 2020 com a seleção brasileira, além de acumular prêmios e campeonatos jogando no Palmeiras. Um outro jogador do Palmeiras, Rony, sempre tenta fazer gols de bicicleta. Ele não quer apenas fazer gols, quer criar um espetáculo bonito de ver. Já virou piada entre torcedores que, a cada jogo, perguntam se ele já tentou fazer um gol de bicicleta naquele dia, mas tem qualidades que o tornaram artilheiro do time na Copa Libertadores da América, o torneio que define o representante das Américas para o mundial de clubes.

As empresas podem e devem dar oportunidades aos jovens, escolhendo aqueles com perfil que possa agregar valor à proposta da empresa e ao mesmo tempo tendo uma cultura empresarial que valorize verdadeiramente a diversidade e a criatividade para buscar sempre resultados extraordinários. 

Eu poderia escrever muito mais, mas prefiro convidar os líderes de empresas de todo o mundo interessados em ter uma empresa com identidade, diferenciada, e oferecendo produtos e/ou serviços de alto valor agregado a conhecer meus serviços para empreendedores e minha consultoria em branding 360°, marketing e inovação. Uma inovação que vai além de implementar novas máquinas, robôs e aplicativos.

Este texto, como todos os outros deste site, é protegido por direitos autorais. Sua reprodução ou tradução total ou parcial é proibida.

Eu não costumo falar de futebol na consultoria, a menos que comparações como as que fiz neste texto façam sentido no contexto, portanto os serviços podem ser contratados por torcedores e até patrocinadores de outros times.


Nycka, the Nomad




Wednesday, 18 May 2022

🇧🇷 Vantagens de estudar fora

Neste texto vou falar de vantagens de estudar em outra cidade ou país, longe da família. Algumas delas podem ser exercitadas em sua cidade natal, mas não com a mesma intensidade. E todas podem ser exercitadas ao trabalhar fora, mas são mais interessantes se você começa cedo. Claro que a maturidade da pessoa influencia no quanto cada um dos pontos abaixo é colocado em prática. Já morei com pessoas que a cada feriado levavam várias malas cheias de roupas sujas para a mãe lavar, mesmo morando a centenas de quilômetros de distância. Eu sempre preferi lavar minhas roupas em minha casa (não na de minha família) ou levar numa lavanderia. Essas diferenças de comportamento afetam o quanto você aproveita da experiência de morar longe.

    • Autoconhecimento.
    • Exercitar o desapego.
    • Exercitar a independência.
    • Conhecer culturas diferentes.
    • Conviver com pessoas diferentes.
    • Desenvolver a adaptabilidade.
    • Desenvolver a criatividade.
    • Sentir-se mais livre dos julgamentos alheios.
    • Desenvolver a habilidade de pensar em soluções criativas para os problemas (e isso ajuda muito na carreira).
    • Desenvolvimento da autoestima.
    • Desenvolver habilidades de administração de recursos.
    • Aproveitar mais oportunidades profissionais. Se você já está habituado a morar longe desde a faculdade é muito mais fácil aproveitar oportunidades profissionais em outros lugares.

Se você vive longe da família, comente outras vantagens que você percebe nessa experiência.

Siga meus perfis nas redes sociais para não perder novos conteúdos e dicas sobre morar em outra cidade ou país.

Se você é líder de marketing, comunicação ou mídia em uma empresa relacionada aos temas tratados neste website, leia nosso kit de mídia para saber como divulgar seus produtos e serviços conosco ou patrocinar meu trabalho ampliando sua visibilidade em relação à visibilidade possível através da publicidade em nossos canais.

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Nycka, the Nomad

Tuesday, 3 May 2022

🇧🇷 A importância do hábito de leitura e como desenvolvê-lo

Um problema bastante comum entre os jovens de hoje, mas também em pessoas de gerações anteriores é a falta de hábito de leitura. A indústria cinematográfica dos Estados Unidos criou tantas adaptações para o cinema de livros voltados ao público infantil e adolescente que é tentador ignorar os livros. Se a família da criança não é um exemplo que a inspire e estimule a ler, como ela vai desenvolver este hábito e ter os benefícios disso? É muito prejudicial negligenciar a importância da leitura. Neste texto vou citar alguns problemas comuns de pessoas que não têm o hábito de leitura, do ponto de vista de uma pessoa que tem o hábito de leitura desde a infância, e dar algumas dicas para quem quer criar esse hábito e mantê-lo.

O primeiro problema é referente à criatividade. Ao ler um livro antes de ver um filme você precisa imaginar os personagens, os cenários, as situações. Se você vê o filme, alguém imaginou isso por você e você não desenvolve essa capacidade. Você associa Harry Potter ao Daniel Radcliffe. E ignora que o cabelo do personagem, no livro, não era tão arrumadinho como no filme. Pra ficar só em um exemplo bobo. As adaptações de Harry Potter pro cinema foram razoavelmente fiéis aos livros do ponto de vista dos fatos, mas não nas características de vários personagens.

Outro problema resultante da falta de hábito de leitura é a qualidade da escrita. Erros de gramática e ortografia, e também limitações de vocabulário são indícios de alguém que não cultiva o hábito de ler. Eu, falante nativa de português, hoje em dia procuro ler em inglês e italiano sempre que possível visando melhorar minha comunicação nesses idiomas. Nos demais tenho muito a estudar ainda para ser capaz de entender conteúdos complexos.

Além deles, a interpretação, tanto de texto como de situações, e o senso crítico, são outros aspectos prejudicados. E isso torna essas pessoas muito manipuláveis e com baixa capacidade de apresentar argumentos coerentes.

Chega de expor os defeitos de quem não lê. Vamos ao caminho para desenvolver o hábito de leitura. Eu leio desde criança, e tinha uma biblioteca em casa. Hoje em dia é possível adquirir e-books pelo celular, então você também tem uma biblioteca em casa.

O primeiro passo é escolher um livro para ler. Pode escolher obras literárias reconhecidas por sua excelência ou livros mais simples. Você conhece suas limitações e gostos melhor que eu, então, faça uma escolha. É você que vai ler o livro! De vez em quando falo de livros que li aqui no site e nas minhas redes sociais, então siga meus perfis se quiser dicas para seus próximos livros. Se não tiver preferência nenhuma, vá à sessão de literatura da livraria ou biblioteca mais próxima e escolha qualquer livro. Alguns livros grossos são ótimos de ler e têm uma narrativa mais agradável que alguns livros finos, então não deixe o tamanho do livro te assustar. Se for a uma livraria ou biblioteca, folhear o livro e ler alguns trechos ali mesmo pode te ajudar a decidir se gosta ou não daquele conteúdo. Vá num dia livre, sem pressa.

Escolhido o livro, leve-o pra casa e defina um desafio diário de leitura. Pode começar com ler pelo menos uma página inteira por dia. Por mais cheio que seja seu dia você tem tempo de ler uma página.

Então, crie um calendário de leitura e marque seu avanço, sinalizando os dias que bateu a meta e quantas páginas leu a cada dia. Pode usar o calendário do celular ou um calendário de papel, agenda, planner. O importante é registrar para criar referências.

Feito isso, comece a ler.

No mês seguinte, aumente a meta. Se você se desafiou a ler uma página por dia e conseguiu ler pelo menos duas por dia, seu desafio deve ser maior do que o que conseguiu na maior parte do mês anterior. Siga aumentando um pouco a meta a cada mês, assim como fazem os esportistas ou mesmo como fazemos nas aulas de musculação, que conforme um exercício se torna um hábito o treinador aumenta a carga para ser mais desafiador.

E, quando acabar o primeiro livro, escolha um outro, mantendo a meta de leitura que tinha ao acabar o anterior e siga aumentando a meta um pouco a cada mês, e vencendo os desafios diariamente.

Os benefícios da leitura são válidos para qualquer idioma. Para entender melhor a cultura de outros países recomendo conhecer a literatura infantil daquele país.

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Saturday, 23 April 2022

🇧🇷 Como matar um tímido de vergonha

Quer matar um tímido de vergonha? Ou tem um amigo tímido e quer saber o que NÃO fazer sob o risco de perder a amizade? Vamos às 3 dicas de como matar um tímido de vergonha e fazer ele se arrepender de ter te conhecido. Se você é tímido, leia até o final antes de me odiar.

    • Arrume um jeito de apresentar seu amigo tímido ao crush dele. Sem avisar. E crie uma situação bem solene. Se deixar escapar algo como “eu sei que ele/ela é seu crush” sua vida corre risco. Antes de morrer o tímido vai querer te matar.
    • Peça pro tímido apresentar um trabalho na escola, na faculdade ou na empresa, ser orador da turma ou se apresentar como personagem principal na peça de teatro da escola. Pode ser qualquer oportunidade de colocá-lo como centro das atenções de muita gente.
    • Quando seu amigo ou colega tímido chegar num bar ou algum lugar com muita gente, suba na mesa e cante uma música brega de amor pra ele, para todo mundo ouvir.

Existe uma diferença entre tímido e introvertido. Este texto é para matar tímidos de vergonha. Se tentar essas coisas com um introvertido ele vai dominar a situação e é você que pode acabar morrendo de vergonha.

Eu não recomendo expor e envergonhar pessoas tímidas. Este texto visa chamar atenção para situações que muitas pessoas acham normal e que podem ser mortalmente incômodas para pessoas tímidas. Se você é tímido e tem outras situações que te envergonham muito, comente.

Antes de você me odiar, saiba que eu já fui extremamente tímida. Já passei por todas as situações acima, exceto a do crush, mas eu detestava gente querendo me apresentar pessoas formalmente de qualquer forma, eu sempre queria sumir nessas situações porque não sabia o que dizer ou o que fazer. Felizmente sobrevivi. Venci a timidez e hoje trabalho com desenvolvimento de marcas pessoais, ajudando pessoas a vencerem seus limites e conquistarem seus objetivos através das habilidades que possuem. Se você cansou de se sentir envergonhado em situações que a maioria das pessoas controla perfeitamente, agende sua consulta comigo seguindo as instruções da página “Services available”. Se você tem um amigo tímido e quer ajudá-lo, dê a consultoria de presente pra ele. Serviço disponível em todo o mundo em português, inglês e italiano.

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Monday, 31 January 2022

🇧🇷 Frutas e verduras para paladares exigentes

Quando pensamos em bem-estar, pensamos em comer bem, ter uma alimentação balanceada. Acho que isso deveria começar quando somos crianças, mas alguns de nós não tiveram o exemplo saudável em casa, então nunca é tarde para mudar.

Eu era exigente quando criança. Minhas refeições regulares eram arroz, feijão, batata e carne ou frango. Atualmente adoro vegetais, mas ainda sou exigente em comer frutas. Se você me der uma melancia para comer, eu recuso. O sabor é bom, então eu gosto do suco dessa fruta, mas todas aquelas sementes me desencorajam a comê-la.

Como eu mudei?

Comecei a experimentar comida chinesa aos 22 anos, pouco depois de me mudar da minha cidade natal para estudar na universidade em outra. Na cidade onde nasci não havia restaurantes chineses. O molho de soja é útil para mudar o sabor dos legumes, então adorei o Yakissoba (aquele macarrão chinês com legumes e carne). Ao mesmo tempo, uma das minhas colegas de república fazia bons suflês com legumes. Toda semana, no dia em que ela cozinhava, ela fazia suflê e eu gostava. Como adoro cozinhar (mas só quando minha criatividade pode participar), mais tarde comecei a tentar preparar legumes experimentando novos sabores. Há alguns anos tentei ser vegetariana e, evitando uma dieta à base de soja, optei por experimentar todos os vegetais que pude. E minha dieta ficou mais rica e colorida.

Para as frutas meu caminho é comê-las “indiretamente” na maioria dos casos. Para obter os benefícios da melancia, bebo o suco ou experimento um sorvete. Para comer banana, eu frito e como com açúcar. Ou posso fazer um bolo ou smoothie com iogurte ou leite, banana e outra coisa para dar um pouco de cor.

É como com a amizade. Alguns amigos são ótimos para sair; outros são fãs de cinema tanto quanto eu, então muitas vezes vemos alguns filmes juntos; outros gostam do mesmo tipo de música e nós vamos a alguns shows juntos, e assim por diante. Da mesma forma, há frutas e legumes que gostamos de comer crus, outros que preferimos cozidos, assados, fritos ou como sucos, smoothies, sorvetes. Alguns de nós precisam de algo para mudar o sabor ou cor dos alimentos. Outros apreciam a cor e o sabor. E de alguma forma encontramos o equilíbrio para nossos corpos. Eu recomendo que você visite um bom nutricionista ao invés de seguir essas dietas malucas que muitas vezes vemos como a tendência do momento. Atualmente, algumas delas estão encorajando a cortar glúten, lactose ou carboidratos. Prefiro não cortar nada e estar aberta a experimentar novos sabores, novas misturas de ingredientes, novas experiências.


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Friday, 24 December 2021

🇧🇷 Nômades e festas de fim de ano

Em muitas partes do mundo o dia 25 de dezembro é a celebração do Natal, do nascimento de Jesus Cristo. E logo vem a celebração do Ano Novo. Para cidadãos do mundo, nômades como nós, as tradições mais comuns podem ser difíceis de manter. Se moramos sozinhos ou apenas com nosso companheiro em um lugar onde não temos outros familiares e ainda não construímos vínculos de amizade, o caminho é criar nossas próprias tradições. E mesmo se moramos na mesma cidade da família, às vezes é melhor criar nossas próprias tradições do que lidar com comportamentos tóxicos de familiares nessas datas. Mesmo no Brasil, onde culturalmente a família é colocada num pedestal, já cresce a consciência de que muitas vezes familiares são causa de grandes problemas. Seja qual for o motivo, podemos todos celebrar as festas de fim de ano com nossos próprios rituais. Vou sugerir alguns e se você tiver outras idéias, compartilhe nos comentários.

    • Sair para jantar fora. Muitos restaurantes fecham nessas datas, mas existem os que abrem e são boas opções para quem não quer se preocupar com a ceia. Você pode ir só, com seu companheiro ou companheira ou com amigos e conhecidos que também são expatriados, nômades ou simplesmente não querem seguir as velhas tradições e preferem escolher as companhias. Lembre-se de fazer reserva com antecedência.
    • Reunir em sua casa pessoas que contribuíram para sua adaptação ao novo lar. Essa dica é para expatriados e nômades. Você pode, por exemplo, fazer um almoço no dia 25 ou um jantar no dia 1 de janeiro e convidar - com antecedência - as pessoas que contribuíram com sua adaptação ao seu novo lar até o momento. É um modo prático e gentil para agradecê-los pelo apoio recebido.
    • Ficar em casa e criar novos rituais. Preparar um belo jantar, meditar, praticar ioga, agradecer pelas vitórias do ano, planejar os próximos passos para novas vitórias, separar coisas que não usa mais para doar ou jogar fora. Tomar um bom banho de banheira. Relaxar ouvindo boa música (tem muitas opções no meu perfil do Spotify).
    • Viajar. Mudar de cenário por alguns dias pode ser ótimo para recarregar as energias. Se buscar lugares tranquilos e sem aglomeração, melhor ainda. Às vezes só passar um fim de semana num bom hotel numa cidade próxima, sem preocupações com preparar o jantar ou lavar a louça já são uma ótima escolha.
    • Celebrar com seu amor. Precisa de companhia melhor? (Se você não tem um amor, seu amor de 4 patas também vale).

Conte quais seus rituais pessoais preferidos para as festas de fim de ano, ou os que faria se fosse passar essa época do ano longe da família.


Nycka, the Nomad

Tuesday, 2 November 2021

🇧🇷 Música sueca

Desde o Roxette nos anos 90, eu conheci alguns músicos da Suécia. Muitos deles você também conhece. Alguns outros, não. Diga-me se você conhece outros músicos suecos.

    • ABBA. Famosos em todo o mundo durante os anos 70, eles estão voltando!
    • Ace of Base. Se você era jovem nos anos 90, você conhecia algumas de suas músicas, mesmo que não saiba que são da Suécia.
    • Amaranthe. Uma banda de metal. Se você não gosta de metal, deveria tentar. Eles têm uma garota como cantora principal.
    • Anette Olzon.  Ela ficou famosa como a cantora da banda finlandesa Nightwish depois que Tarja Turunen foi demitida. Hoje ela segue carreira solo.
    • Amon Amarth. É metal também. Eu não os conheço muito bem. Além do Arch Enemy, não ouço death metal com frequência.
    • Arch Enemy. Death metal com uma garota cantando. Comecei a ouvir Arch Enemy quando Angela Gossow era a cantora. Ela é incrível! Hoje em dia eles têm uma nova cantora chamada Alissa. Ela é ótima também, com guturais e vocais limpos, como você pode notar ouvindo “Reason to believe” do álbum “Will to Power”.
    • The Cardigans. “Lovefool” sempre tocava em festas enquanto eu estava na universidade.
    • Dark Funeral. Black metal. Eu mal conheço suas canções. Eu estava mais interessada em tentar de tudo no início dos anos 2000, a Era do Napster.
    • Dark Tranquility. Death metal melódico, como Arch Enemy e Amon Amarth. Os nórdicos apreciam o death metal.
    • Deathstars. Metal industrial. Embora suas letras geralmente sejam tristes, como o inglês é apenas minha segunda língua, eu ignoro as letras e gosto da música.
    • Dragonland. Power metal. Embora eu ame o power metal, mal os conheço.
    • Europe. Uma daquelas bandas antigas que qualquer pessoa acima de 40 deve conhecer.
    • Evergrey. Tom Englund está entre meus cantores favoritos e eles são caras legais (eu os encontrei pessoalmente duas vezes até o momento em que estou escrevendo isso).  É metal progressivo.
    • Hammerfall. Outra banda que recomendo.
    • In Flames. Outra banda de que gosto, embora as letras sejam frequentemente pessimistas.
    • The Mayries. Duas mulheres suecas. Eu só ouvi covers dessas garotas, mas suas vozes são legais.  Eu amo a versão delas de “God is a woman”.
    • The Murder of my Sweet. Uma descoberta recente por meio das escolhas aleatórias do Spotify (como aconteceu com os Mayries). Eles tocam metal.
    • Pain of Salvation. Eles são a causa que descobri o Evergrey quando a banda de Tom Englund abriu seu show em Porto Alegre em 2005. Naquela época eu gostava muito de músicas como “Undertow”. Hoje em dia, eles não são tocados com frequência em minhas playlists. Talvez eu deva verificar o que eles estão fazendo ...
    • Rednex. Eu não poderia imaginar que essa banda country fosse da Suécia. Eu descobri isso agora, verificando as informações para este texto. Eu os conheci nos anos 90. Boas canções para se divertir e dançar.
    • Roxette. Eu sei que você os conhece. Eu tenho um “Crash!  Boom!  Bang! ”  aqui. Talvez Per Gesle possa autografá-lo algum dia para mim.
    • Sabaton. Mais metal. Seu baterista atual tocou com Evergrey por um tempo e estava no Brasil quando Evergrey estava em turnê para o álbum “Glorious Collision”.
    • Vintersorg. Andreas Hedlund tem uma ótima voz. Você deve tentar ouvir.
    • Yngwie Malmsteen. Um grande guitarrista sueco.


A Suécia para mim significa principalmente metal. E os livros sobre a garota com a tatuagem de dragão. Sinta-se à vontade para me contar mais sobre o país. Eu sei que há mais para descobrir. Verificando as informações para este texto, descobri muitos artistas nos quais tentarei prestar atenção.


Nycka, the Nomad 

Tuesday, 5 October 2021

🇧🇷 10 filmes sobre dança

Você gosta de dançar? A inteligência espacial é um dos nove tipos de inteligência, e podemos exercitá-la dançando, entre outras opções. Hoje tem dez dicas de filmes relacionados à dança para você se inspirar e exercitar sua inteligência espacial.

  1. O último dançarino de Mao. Filme australiano.
  2. Strictly Ballroom (“Vem dançar comigo” no Brasil e “Strictly Ballroom - Vem dançar!” em Portugal). Filme australiano.
  3. Cisne negro. Filme americano.
  4. Shall we dance? (“Dança comigo?” no Brasil e “Vamos dançar?” em Portugal). Filme americano.
  5. Born to dance. Filme neozelandês.
  6. Martha & Niki. Filme sueco.
  7. Save the last dance (“No balanço do amor” no Brasil e “Ao ritmo do hip hop” em Portugal). Filme americano.
  8. A bailarina. Filme francês.
  9. Moulin Rouge. Filme australiano e americano.
  10. Flashdance. Filme americano.

Quais outros filmes de dança você incluiria nesta lista? Quais dos que listei você já viu? O que achou?


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Tuesday, 28 September 2021

🇧🇷 Cinebiografias inspiradoras de artistas

Hoje quero compartilhar com você alguns filmes biográficos inspiradores relacionados à arte.

    • Mary Shelley (já falei dele num texto anterior)
    • O rei do show (The greatest showman)
    • O último dançarino de Mao (Mao’s last dancer)
    • Goethe (Young Goethe in Love)
    • Wilde o primeiro homem moderno (Wilde)
    • O solista (the soloist)
    • Frida
    • Ray
    • Modigliani 
    • Bohemian Rhapsody
    • The Doors
    • Shine

Nem todos têm finais felizes, mas podemos aprender muito com cada um deles. Vários deles são inspiradores pra qualquer pessoa, e não apenas para quem quer seguir a carreira artística.

Já viu alguns deles? O que achou? 


Nycka, the Nomad 

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