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🇬🇧 Cultural nomadism - a lifestyle

We can move from a place to another for various reasons. One of them is to know better other cultures, to become a global citizen. Other is ...

Sunday, 21 July 2019

🇧🇷 Cães e gatos

Cães e gatos têm emoções, desejos e necessidades, como nós. Antes de ter um cão ou gato, pense nisso.
Cães precisam passear diariamente, não apenas para se exercitarem, mas também para socializar, ter contato com outros animais. Alguns cães precisam de mais exercícios que outros, por terem mais energia para gastar. Passeios mais longos e brincadeiras ajudam bastante. Aos gatos agrada ter companhia, ter mais de um gato em casa. Mas devem ser mantidos em segurança dentro de casa, protegendo janelas, sacadas e/ou muros com telas de proteção. Cães e gatos só devem andar na rua na companhia de seus tutores e com guia adequada. Os tutores também devem cuidar da saúde de seus animais, vacinando-os, oferecendo ração de qualidade, levando ao veterinário e observando os sinais de mal-estar ou insatisfação.
Não devemos gritar com cães e gatos. Outras agressões também são inaceitáveis no caminho para obter o respeito deles, fazem mal à saúde e ao bem-estar deles. Um tutor só pode ter o respeito de seus animais sem agredi-los. Os cães podem obedecer um tutor agressivo por medo, mas o tutor nunca será respeitado. Um animal que vive com medo de ser punido sofre mais e tem a vida mais curta. Conquistar o respeito de cães e gatos é simples e melhor para eles e para você. Siga este blog e meus canais nas mídias sociais para descobrir mais sobre minhas experiências com cães e gatos e como conquistar o respeito deles.


Nycka, the nomad.

Saturday, 20 July 2019

🇧🇷 Chico e a comunicação não violenta

Vi aquele vídeo do cachorro Chico, o vira-lata que aparentemente comeu o colchão da tutora, e fico indignada que existam pessoas que devolvam ou pensem em devolver animais ou os abandonam porque seu comportamento não é o desejado. 
Cães e gatos, como crianças, precisam de ser educados e respeitados. Não é ensinar obediência cega, que leva a muitos traumas e problemas de saúde. Visivelmente o Chico é um animal que precisa de atividade física (sou visagista e aplico o conhecimento também em animais). Se um cão com este perfil tem essa necessidade negligenciada, ele vai causar um estrago na casa. 
Cães são lindos, fiéis e companheiros, mas isso não é gratuito, exige esforço, como relacionamentos humanos exigem esforço para serem cultivados. E, sinto dizer, se alguém tem “culpa” é o tutor que negligenciou o animal, que não o levou para passear, que não brinca com ele ou não procura saber a causa do comportamento do animal. O cachorro só estava dando vazão à sua necessidade. 
Me partiu o coração ver a expressão do Chico no vídeo, que eu compararia, de forma muito simplificada, para facilitar a compreensão a alguns, a uma criança que queria fazer xixi e, sendo ignorada, faz na roupa. Espero que você que está lendo este post tenha consciência de que cães (e gatos) têm necessidades que precisam ser satisfeitas. É o preço que se paga por sua lealdade, por todo amor que podem oferecer quando são respeitados. Quem ama cuida. Se ama seu animal e não sabe como respeitá-lo, estou aqui para isso. Passei a vida aprendendo com cães e gatos a lidar com eles, respeitar sua individualidade. Se ama seu animal, é preciso entender suas necessidades antes de querer que ele entenda as suas. Se você negligencia seu cachorro, ele vai negligenciar sua necessidade de um sofá ou de um colchão.
Ah! Outro ponto que me chocou, acompanhado a história no Twitter, foi a naturalização da agressão. Pessoas rindo ou achando perfeitamente normal a mulher gritar com o animal. Confundem algo ser comum (no caso, os gritos) com ser a melhor atitude. Possivelmente por nunca terem tentado imaginar uma alternativa. Eu tive cães a vida toda e nunca precisei gritar com eles, salvo quando eu queria chamar um cachorro na fazenda que estivesse longe, então eu aumentava o volume da voz. E cães sempre me respeitaram, desde que me lembro. Por minhas experiências com eles, estou certa que é totalmente possível ao tutor responsável cuidar de seu animal sem gritar, xingar, dar pití, dar castigos físicos ou ter outra atitude que possa causar problemas emocionais e de saúde a essas criaturas tão sensíveis que são os cães e gatos.
Se você, como eu, quer menos cães sofrendo por aí, e mais qualidade de vida para os tutores, siga este blog e meus perfis nas redes sociais e compartilhe meus conteúdos sobre pets.
Devo dizer ainda que é possível ter o respeito de seu cão sem gritar. E investir nisso certamente pode te poupar colchões, móveis, etc.


Nycka, the Nomad

Thursday, 18 July 2019

🇬🇧 Self-esteem is for those who have...

Currently, some businesses are trying, in their advertising campaigns, models with what they consider “real beauty”. The reason, they say, it’s that the “ideal beauty” of top models causes people - mostly women - to try crazy diets and plastic surgeries that sometimes causes their death.
I believe this strategy is too weak to achieve the desired goal.
I had serious self-esteem problems during a ling time. In the 90’s the magazines were full of pictures of fabulous and sexy models, like Cindy Crawford. I had a cousin many people said she looked like this model. She reminded me more of brazilian actress Camila Pitanga, also a pretty woman. Anyway, my cousin was beautiful. People around me were of two profiles: some (my mother and her family) used to tell me I was an idiot, ugly and many other criticism. Other group never talked about my qualities. My father used to say I was intelligent. I didn’t see him often and and this was not very helpful as many people consider intelligent women are... ugly! I felt horrible and never answered my teachers. When someone offered and gave me a ride to my home I apologised for disturbing that person!! Yes! The person offered, isn’t it? But I felt like 💩, so, I apologised.
When I was 16, my mother inscribed me in a course for models. I think they wanted to destroy me. Don’t they want it? Then I suffered bullying as I never felt at school. Our last “homework” were to write an ad for TV (30 seconds). Each student writing one ad and being its model. I had an interesting insight and wrote based on a brand called Arquitextura, which would be, in english, “architexture”. I wrote about the doubts anyone of my age have about which university course to study. The image was a close on my face. Then, in the end, it opens the plan and I’m ready to go out for fun. And I’d say I chose that brand. I was born in a city not big nor important. I have no idea how I had that idea, but the teacher, a photographer from Rio, loved what I wrote. And in the end nobody played the roles. But my doubts about career were ended and I decided to be an advertising writer. And here I am, editor in chief of my own blog, with half the course of business administration, a degree in advertising and a MBA in marketing. I lived in 4 cities, 3 states and speak 3 languages, with some comprehension of other two. These things the girl I was at 16 could never imagine.
But my problems with low self-esteem lasted longer. Currently I can say they were defeated.
I believe models more “real” (for whom?) cannot improve the self-esteem of someone. I never felt some identification with famous other than 2 or 3 ugly actresses. Currently the girlfriend of brazilian actress Bruna Linzmeyer looks physically like the girl I was. I had ugly friends (and beautiful ones too). This made no difference in my life. When I saw the first pics of Gisele Bundchen at brazilian magazines I considered them ridiculous, he looked too much a country girl, with no charm.  She was a country girl, born in a city much smaller than mine. And I felt no identification. No external influences helped me to see charms in myself. We cannot see in others what we don’t see in ourselves.
A few months before to conclude my university degree in advertising I discovered buddhism. Many years later, studying a lot the philosophy, I noticed the problem was within myself. The problem was not to see my beauty, even attracting handsome male friends like sugar attracts ants. Doubtless the problem of other women is the same, although some can feel better if they feel positive identification with models and celebrities. The difference is they want someone else’s beauty while I knew I couldn’t have this.
Nobody can create self-esteem in others. Someone can encourage, praise, support, but if the person prefer to embrace the negative self image nothing can be done.
If I depended on identification to buy something, I would not buy shampoo and other haircare products, as I love my short hair and in general those products are exhibited with models with long boring hair. But I use to buy and use these things. And I believe in the beauty of those who truly believe in their own beauties.
Advertising is to create enchantment, to make people dream, because only those who dream can make their dreams to come true, although not all dreamer is an achiever. And some try to achieve following wrong paths like to deny their own beauties and make plastic surgeries, destroying themselves while they deny their personal qualities.
This blog is not recommended for people with fragile self-esteem.



Nycka, the nomad.

🇧🇷 Autoestima é para quem tem...

Atualmente, algumas empresas estão buscando, em suas campanhas publicitárias, modelos do que chamam de beleza real. O argumento é que a beleza “idealizada” das modelos tem feito as pessoas - geralmente mulheres - recorrerem a dietas malucas e cirurgias que muitas vezes as levam ao óbito.
Eu creio que essa estratégia é demasiado fraca para atingir o objetivo que almeja. Vivi grande parte da minha vida com problemas sérios de auto-estima. Nos anos 90 as revistas eram cheias de fotos de modelos fabulosas e sexy, como Cindy Crawford. Eu tinha uma prima que, muitos diziam, lembrava esta modelo. Eu diria que lembrava mais a Camila Pitanga. De toda forma, era uma moça linda. E as pessoas ao meu redor dividiam-se entre as que me diziam o tempo todo que eu era, não apenas feia, como burra e inútil, e as que não diziam nada. A única exceção era meu pai, que sempre dizia que eu era inteligente. Mas também nunca elogiou outras qualidades minhas. Como aqui estamos falando principalmente da aparência, ser inteligente não valia muito. Ainda mais se pensarmos que o senso comum acha que mulher bonita não é inteligente e vice versa. Eu me sentia tão péssima que não respondia chamada na escola e quando alguém me oferecia e dava carona até em casa eu pedia desculpas pelo incômodo!!! Oi, mas foi a pessoa que se ofereceu, não? Eu me sentia um lixo, por isso, pedia desculpas.
Minha família - parentes que diziam que eu era feia, burra e inútil - me matriculou num curso de modelo quando eu tinha 16 anos. Queriam acabar comigo, não? No curso tinham algumas meninas muito bonitas e alguns alunos faziam piada sobre mim e agiam para me envergonhar em cada aula. O trabalho final era escrever um roteiro para um VT (comercial de TV) em que nós mesmos seríamos os modelos. Eu tive um insight interessante e criei um VT de uma marca de moda chamada Arquitextura, que existia de fato, brincando com a preocupação comum entre pessoas da minha idade com o vestibular e as dúvidas comuns sobre que curso seguir. Fechava dizendo que eu escolhia “Arquitextura”. Até ali, câmera fechada no meu rosto, então abria e mostrava que eu estava pronta para sair (balada!). Não me pergunte de onde uma menina do interior de Minas tirou isso. Eu tinha uma jaqueta cropped da marca, com capuz, sem mangas. Não conhecia mais nada da marca. Nunca vi um anúncio deles. Não tenho a menor idéia do posicionamento da marca. O professor, um fotógrafo do Rio, ficou embasbacado com meu roteiro. Achou que copiei de algum lugar. Aí as minhas dúvidas de carreira se dissiparam e decidi que seria redatora publicitária, pois o texto foi todinho criado por mim. E cá estou. Redatora-chefe do meu próprio blog, com metade do curso de administração, uma graduação em Publicidade e Propaganda e um MBA em marketing, tendo morado em 4 cidades e 3 estados diferentes.
Mas meus problemas de autoestima não acabaram ali. Duraram muito além. Hoje posso dizer que não existem mais.
Acredito que usar modelos com aspecto comum não vai melhorar a auto-estima de ninguém! Além da minha prima linda, eu tinha amigas que não eram bonitas. Para ser bem sincera, as primeiras fotos da Gisele Bündchen que vi na revista Capricho eu achei ridículas, ela ME parecia jeca (se for ver, ela era jeca, não? Eu nasci numa cidade de 300 mil habitantes). E nada disso me fazia sentir-me mais bonita. Não fazia a menor diferença ver uma modelo jeca na revista ou ter amigas feias e sem graça como eu mesma me sentia.
Quase no fim do curso de publicidade conheci o budismo e, muito tempo depois, estudando a fundo a filosofia, percebi que o problema estava dentro de mim, o problema era não ver minha beleza, mesmo atraindo amizades masculinas mais que torrões de açúcar atraem formigas. E, sem dúvida, o problema dessas mulheres que fazem dietas sem noção, que desenvolvem bulimia e outros problemas relacionados a uma percepção negativa da própria aparência ou que buscam cirurgia plástica e outros recursos de mudar a própria aparência é o mesmo. Elas não notam a própria beleza, querem a beleza de outra pessoa. E se as marcas colocarem a imagem delas nas campanhas, muitas vão desmoronar à primeira crítica, porque o medo da rejeição é maior que qualquer sentimento bom que possam ter em relação à oportunidade.
Ninguém pode fazer brotar autoestima no outro. Pode elogiar, encorajar, apoiar, mas se a própria pessoa preferir se apegar ao negativo nada pode ser feito. Autoestima é para quem tem coragem de encarar os próprios traumas, medos, limites e outros inimigos internos.
Se fosse seguir a lógica desses profissionais de marketing que têm uma visão diferente da minha, e eu tenho formação na mesma área, eu não compraria xampu, pois amo meus cabelos bem curtos e toda propaganda de xampu tem modelos com cabelos longos e retos, um tédio. Mas eu costumo usar xampu. E acredito na beleza de quem acredita na própria beleza. Mas tem de acreditar “da boca pra dentro”.
Publicidade é para criar encantamento, é para fazer sonhar, porque só quem sonha realiza, embora nem todo sonhador seja realizador. E alguns “realizam” pelo caminho errado, destruindo a si mesmos ao negar as próprias qualidades.
* Este blog é pouco recomendável a quem tem uma autoestima muito frágil.


Nycka, the nomad.

Wednesday, 17 July 2019

🇬🇧 About choices

I see often people asking opinions about products, services and places without telling their parameters. And answering without to observe the standards of others. This week I read a post of a woman asking if a certain hotel was good. Many people told her it was expensive. This was not the question. The hotel is among the best in the destination she had chosen. Someone who want the best is not worried with price. Some people have limited budget, but, desiring the best, think about cost x benefit, or choose the best option their budgets can buy or wait a bit more to buy what they want.
This is my mindset. I analyse the benefits first. Then, the price, if needed. Doing this I have clothing I wear since I was an adolescent, and wear them today with different choices of the other clothing to wear together. This is good as I have a strong and bold style and I’m not a fashion victim.
Not all cheap things must be avoided, nor all expensive ones must be treasured. Not all fashionable destinations must be treasured nor all unknown ones must be despised.


Nycka, the nomad

🇧🇷 Sobre escolhas

Eu frequente vejo pessoas pedindo opiniões sobre lugares, produtos e serviços sem dizer seus padrões. E respondendo sem observar os padrões de quem perguntou. Esta semana li um post de uma mulher que queria opiniões sobre um hotel específico, que tem fama de ser o melhor do destino escolhido. E algumas pessoas lhe responderam que havia destinos mais baratos na cidade. Quem quer o melhor não se importa (tanto) com preços. Quem tem limitações de orçamento e valoriza qualidade, comodidade, pensa em custo x benefício e compra o melhor que puder ou aguarda um pouco para ter o que realmente deseja. Mas nunca escolhe algo só por ser barato.
Este é meu modo de pensar desde sempre. Observo primeiro os benefícios e, se necessário, observo os preços. Com isso, tenho roupas que comprei quando era adolescente e uso até hoje com combinações diferentes. Isso é positivo por eu ter um estilo forte e marcante e não ser uma vítima da moda.
Nem tudo que é barato deve ser rejeitado. Nem tudo que é caro é interessante. Nem todo destino turístico da moda é agradável e nem toda cidade desconhecida deve ser ignorada como seu próximo destino de viagem.


Nycka, the nomad

Tuesday, 16 July 2019

🇧🇷 Motivos para ser um nômade cultural

  1. Descobrir culturas diversas, vendo algumas de um ponto de vista diferente daquele dos turistas. Você pode escolher quais quer conhecer melhor.
  2. Aprender a cozinhar sua comida de modo a gostar do resultado. Se vivemos com nossa família, especialmente no caso dos homens, esta oportunidade é perdida se não se tornam nômades, porque primeiro comem a comida da mãe, depois a da esposa, e não saberão nunca como cozinhar. Mas qual é o valor de cozinhar se podemos comer também em restaurantes? Por ser um modo de descobrir o amor por si mesmo. 
  3. Ter amigos em todo o mundo. Quem tem amigos não fica sozinho. 
  4. Ter uma mente aberta. Quem viaja como turista pode fazê-lo com uma mente fechada. Um nômade cultural busca o desenvolvimento pessoal através da arte e da cultura e por isso deve abrir a mente.
  5. É mais fácil esquecer um amor quando podemos mudar de cenário. E é mais fácil encontrar um novo amor muito diferente daquele. 
  6. Somos seres humanos, não árvores. Árvores nascem, crescem e morrem no mesmo lugar. A maioria de nós tem duas pernas perfeitas e mesmo aqueles que não têm podem ter uma vida mais dinâmica.
  7. Quando vivemos na mesma cidade, frequentemente vivemos uma rotina, vamos aos mesmos restaurantes, clubes, museus, cinemas, etc; vemos as mesmas pessoas, não temos muita diversidade nas nossas amizades. Vivendo como um nômade desejamos novos amigos em cada cidade e arriscamos mais, podendo ter amigos muito diferentes. Assim, nos tornamos mais tolerantes com algumas características e isso reduz o risco de preconceito.
  8. Morando sozinhos temos mais tempo para refletir e aprender com nossos erros. Vivendo com outros, desconhecidos, temos oportunidade de observar os problemas deles e pensar o que faríamos se vivêssemos aquela situação. 
  9. Estudar outras línguas. E ler mais livros no idioma original.
  10. Desenvolver a criatividade. Com tantas oportunidades interessantes e desafiadoras é virtualmente impossível recorrer sempre aos mesmos hábitos e caminhos.
A vida é uma luta diária de auto-aprimoramento mas o nomadismo cultural oferece oportunidades que de outra forma seriam difíceis de encontrar.
Ao vencedor, as batatas.


Nycka, a nômade

Monday, 15 July 2019

🇬🇧 Reasons to be a cultural nomad

  1. To discover different cultures, seeing some of them from a different point of view compared to tourists. You can choose which place you’d like to know better.
  2. To learn to cook your food to have a delicious result. If we live with our families, in special for men, this opportunity is lost if we don’t become cultural nomads, because first they eat what their mothers cook, then the one cooked by their wives, and they’ll never know how to cook. But what is the value of cooking if we can eat in restaurants too? To cook is a way to discover self-love. 
  3. To have friends in the whole world. Those who have friends are never alone. 
  4. To be open minded. Tourists can travel being narrow minded. A cultural nomad look for self-development through art and culture and for this they need to open their minds.
  5. It’s easier to forget a former boyfriend or girlfriend when we can change the scenario. And it’s easier to find a new love far different from the other. 
  6. We are human beings, not trees. Trees are born, grow up and die in the same place. The majority of us have two perfect legs and even those who have not can have a more dynamic life.
  7. When we live all life in the same city, we often live a routine, going to the same restaurants, club, museums, cinema, etc; we see the same people, we haven’t diversity in our friendships. Living as nomads we want new friends in each city and we take more risks, so we can have very different friends. This way, we become more tolerant with some features and our prejudices can vanish.
  8. Living alone we have more time to reflect and learn with our mistakes. Living with strangers, we have the opportunity to observe their problems and consider what we would do if we lived that situation. 
  9. To study other languages. And to read more books in their original idiom.
  10. To develop creativity. With so many challenging opportunities is virtually impossible to choose the same paths all the time.
Life is a daily fight to develop ourselves but the cultural nomadism offers opportunities we wouldn’t have otherwise.
To the winners the potatoes.


Nycka, the nomad

Friday, 12 July 2019

🇧🇷 A melhor comida do mundo

Quando eu estudava Administração, na Unimontes, certa vez uma professora de psicologia disse que a melhor comida do mundo é a da mãe da gente. Eu fui a única a discordar. Preferia mil vezes a comida da cozinheira de minha avó paterna, até então, a melhor que eu já havia provado. Devo dizer que, uma vez, os vaqueiros capturaram um tatu no terreiro da casa (na fazenda) e Anita, a cozinheira, fez uma farofa com a carne do bicho que até hoje não provei nada igual. O café que ela fazia também era sensacional. Eu tinha de bebê-lo sempre que estava lá, mesmo acordando quase na hora do almoço.
Dias atrás, num grupo de mineiros em Curitiba no Facebook, um deles perguntou qual a nossa comida mineira preferida e comentou que a comida mineira em Minas é mais saborosa. Acho que o problema maior neste caso é que o paladar do curitibano é, aparentemente, avesso a temperos fortes. A comida típica daqui é barreado, uma carne desfiada com farinha que não tem gosto de nada. Sendo assim, os restaurantes adaptam suas receitas para agradar o público local. E estragam a culinária mineira, que é rica em temperos e sabores marcantes.
O interessante desse diálogo foi que me dei conta que ser uma (rara?) pessoa que não acha a comida da mãe a melhor do mundo me torna livre para apreciar os sabores que encontro em bons restaurantes em todo lugar. E, além disso, como a comida na casa de minha avó materna, que me criou, também era horrorosa de ver e de comer, com o tempo eu aprendi a cozinhar de modo a criar combinações que agradem aos meus olhos, ao meu paladar e sejam nutritivas.
A melhor comida do mundo pode estar em qualquer lugar, mas certamente é feita com amor, e por isso faz sentido a idéia daquela professora, de que comida de mãe é a melhor. Deve ser, quando há amor ao fazer. Mas nem toda mãe ama cozinhar. Nem toda mulher ama cozinhar. Alguns homens fazem isso melhor que muitas mulheres. E possivelmente a relação dos cozinheiros com seu trabalho afeta o sabor dos pratos servidos em restaurantes.

Nycka, the nomad

🇬🇧 The best food in the world

When I studied business administration, at Unimontes, once a teacher of psychology told us the best food in the world is the one our mother prepares. I was the only to disagree. I preferred the food my grandmother's cooker prepared. That time, the food Anita, who worked during decades for my father's mother, was the best I had tried. Once, the cowboys captured a TATU and she made a meal which was the best I've tried even nowadays. Her coffee was also excellent. I had to drink it everyday I was there, even waking up when the lunch was almost ready.
Some days ago, in a group of mineiros in Curitiba on Facebook, someone asked our favourite food from Minas Gerais. The guy also said the food from Minas in Minas is much better than in Curitiba. I think the problem is that, apparently, people from Curitiba do not appreciate tasty food. The local typical food is barreado, a meat with flour with almost no taste. So, the local restaurants adapt their recipes to please their target. And they destroy the food from Minas, which is, originally, rich in flavours.
The interesting point about this dialogue was that I noticed to be a (rare?) person who does not believe my mother's food is the best makes me free to appreciate the flavours I taste in good restaurants everywhere. More than that, as the food in the house of my other grandmother (my mother's mother) was horrible to see and to eat, along life I learned to cook in order to create food attractive to my eyes, to my mouth and nutritive.
The best food of the world can be anywhere, but certainly is prepared with love, and that's why I now understand the point of view of that teacher. It can be real when the mother feel love to prepare the food for her children. But not all mothers love to cook. Not all women love to cook. Some men do it better than many women. And possibly the relation of each cooker with their jobs have some effect on the dishes offered by restaurants.

Nycka, the nomad

Tuesday, 9 July 2019

🇬🇧 Identity and worth

It's curious to observe how it's important for places, people and businesses have a strong identity and value what makes them unique. The difference between those who develop this identity and all others is enormous. It's the difference that guides some people to desire to visit certain touristic destinations or to live in given cities instead of other places which do not invest in building this identity. It's the difference which guides people to choose certain brands for their bicycles, cars, pet food, chocolate or make up. The difference between professionals who work with what they love and the ones who accept any job.
Identity have various faces and regarding destinations to live or to spend some days, the cultural identity have an inestimable value.
It's easy a city on the beach to value its natural beauties. As easy as millions of other beautiful seaside cities around the globe to do the same. As easy as to sculpt the body on the gym or through plastic surgeries to fit to some beauty standards. Easy and superficial. Because natural beauties exist everywhere. They are more on the eyes of the observer than in the place. As it happens to the beauty of people: we can always find people who consider beautiful some features outside the beauty standards du jour. Since they notice their own beauty, they'll notice their admirers too. More than that, it's this authentic beauty which have true value, because the original is more valuable than any imitation.
The cultural identity for businesses and brands is the culture of that business, the reasons it was created and its contributions to society.
For individuals, cultural identity is their histories and what they've been learning along the journey, how each one deals with ones goals, frustrations, successes, failures, how one behaves with ones friends and affectionate people, how open is ones mind to question oneself and others. The identity of people is more visible in creative self-confident professionals. A fashion designer with this profile, for example, creates collections that reveal his mind behind that clothing, independently on which brand he's creating to.
The identity evolves with the person. In each environment, social or professional, the person, creative or not, who have a unique cultural identity attracts attention, is interesting, and it causes another kind of beauty. That beauty which captivates and keeps other around because it's more than an eye-catcher. It's mind-catcher, we can say.
For cities, the cultural identity is what makes them really unique. Some of them know to explore this to reveal themselves interesting not depending only on their natural beauties.
Of course beautiful people, beautiful places and beautiful products attract attention. But aesthetic beauty is easy to imitate and is subjected to trends. And, so, beauty alone loses its value.
Brands, cities and people with cultural identity attract other profile. They attract those who value beauty and content in the same measure. They attract to captivate, to keep others around and remain, because their qualities are in themselves, not in the eyes of the observer.
Brands, cities and people who does not care about content nor beauty have no value in this world.

Nycka, the nomad

🇧🇷 Identidade e valor

É curioso observar como é importante para lugares, assim como pessoas e empresas, ter uma identidade clara e valorizar o que os torna únicos. A diferença entre aqueles que desenvolvem esta identidade e os demais é gigantesca. É a diferença que faz com que as pessoas queiram visitar um determinado destino ou morar em uma determinada cidade em vez de outra tão bela quanto, mas que não investe nesta construção de marca. É a diferença que faz as pessoas escolherem uma determinada marca de bicicleta, automóvel, ração pra cachorro, chocolate ou maquiagem. A diferença entre profissionais que fazem o que amam e aqueles que aceitam qualquer trabalho.
A identidade tem várias facetas e no que se refere a destinos para morar ou para passear, a identidade cultural tem um valor inestimável.
É fácil uma cidade litorânea destacar suas belezas naturais. Tão fácil quanto milhares de outras belas cidades litorâneas ao redor do mundo fazerem o mesmo. Tão fácil quanto esculpir o corpo na academia ou com cirurgias estéticas para enquadrar-se num padrão de beleza. Fácil e superficial. Porque belezas naturais são encontráveis em qualquer lugar. E estão mais nos olhos do observador que no lugar em si. Como a beleza de pessoas: sempre há quem considere belas pessoas fora dos padrões em voga. Desde que elas percebam a própria beleza, perceberão também seus admiradores. Além disso, é esta beleza autêntica que realmente tem valor, porque o que é original sempre vale mais que imitações.
A identidade cultural para as empresas é a própria cultura da empresa, as razões pelas quais foi criada e sua contribuição para a sociedade.
Para as pessoas, a identidade cultural é sua história e o que tem aprendido ao longo da jornada, como lida com os próprios objetivos, com as frustrações, sucessos, fracassos, como age com os amigos e pessoas queridas, o quão aberta é sua cabeça para questionar a si e aos outros. A identidade das pessoas é mais claramente visível nos profissionais criativos auto-confiantes. Um estilista com este perfil, por exemplo, criará coleções que tenham um jeito muito seu, independentemente de para qual marca ele está criando.
A identidade evolui junto com a pessoa. Em qualquer ambiente, social ou profissional, a pessoa, criativa ou não, que tem uma identidade cultural única e marcante se destaca, é interessante, e isso causa um outro tipo de beleza. Aquela que cativa e mantém os outros por perto por estar além da aparência física.
Para as cidades, a identidade cultural é o que as torna realmente únicas. Algumas sabem explorar isso de forma a revelar-se interessantes sem depender somente da beleza natural em seu território.
Claro que pessoas belas e cidades belas, bem como produtos esteticamente belos atraem. Mas beleza estética é fácil de imitar e está sujeita a modismos. E aí o que só é belo perde valor.
As marcas, cidades e pessoas com identidade cultural atraem outro perfil. Atraem quem valoriza beleza e conteúdo em igual medida. Atraem de modo a cativar, a permanecer, pois sua qualidade está em si, e não mais nos olhos de quem observa.
E as marcas, cidades e pessoas que não cuidam nem do conteúdo nem da aparência, em qualquer lugar do mundo não têm valor.

Nycka, the nomad

Monday, 8 July 2019

🇬🇧 Don't you wanna stay?

This post is for those who receive friends at home for, to cause a different impression, expressing how you value your guests.
To be a good host is an art only mastered by those who treasure and respect the guests as much as themselves. If we don't care about those we'll receive, we cannot be good hosts. If we don't offer the best for ourselves, the magic is also incomplete. This case the guests sometimes can feel good, but what's the value to do the best for them paying the price to dissatisfy ourselves?
This is a process. No one is born with this knowledge. And, as a process, we create the conditions to become good hosts. And we're free to receive at home only those who we appreciate and those, among these, who are able to respect us and the rules we create for our guests. In special when the guests will stay for one night or more.
Maybe you only host friends and family. Maybe you're open to host strangers through sites like "Couchsurfing". Anyway, these are tips useful for you:
1. Have clear standards and rules. If you have your meals at the same hours everyday, for example, the guest must know. If you have no routine, the same applies. Maybe you don't accept people smoking at home or accept guests with their pets. And so many other possibilities. If you stand for your limits, the acceptance of the place is the acceptance of your rules too. Not to tell these limits is disrespectful to your guest. These rules and standards can embrace anything: food, schedule, phone, computer, animals, meetings with other people, organisation, etc.
2. Preferably, have a guest room at home. Some people who don't have it offer their own room to the guests. I disagree with this option. I think some comfortable place - a second bed in your bedroom or a comfortable and large coach in the reception room - is a good option if the guest accept it too. I believe the guest value your company and friendship. Comfort is worthy and is a sign you value the guest too, but if comfort is a must, a good hotel can be a better choice. This is how I think even as a guest.
3. A good shower is necessary. It's respect to yourself and to the guest. Everyone deserve a good time taking a bath and a good shower or a hot tube are necessary. My grandma used to have the same shower since the house was built, circa 20 years before, when I was an adolescent, and it was impossible to take a good shower there, with the water spreading all over the bathroom except under the shower. Once, I had to change the shower in my apartment and the man who did the service told me each shower must be used during 5 years, then changed. I think it's a good base to consider yours.
4. If you offer the meals to your guests, offer quality and variety. True healthy food, but never linked to some diet. If you use some special diet, being a vegan, for example, there must have a deal about it before the guest to accept your place, or you can offer alternatives, if you live close to good restaurants, for example.
5. Offer help to your guest. The numbers to call a cab, to call dinner from some good local restaurant; the laundries and hot spots nearby; etc are very helpful. To teach how to arrive at some place through public transportation (and how to come back) is important too. The places to rent cars around can be very helpful if the guest have a driver's licence accepted in the country.
6. Have some time with the guest. If someone choose to stay at your home instead of going to a hotel, chances are the guest wants to be close to you. Be available. Of course you have your compromises, but have some free time to spend with your guest.

Nycka, the nomad

Friday, 5 July 2019

🇧🇷 Bons cafés

O Brasil é um dos grandes produtores de café do mundo e a maioria dos brasileiros aprecia um cafezinho. Eu nasci no interior e, até onde me lembro, num passado recente ocorreu com a oferta de café no mercado brasileiro uma melhora de qualidade comparável à que aconteceu com os automóveis na "Era Collor", quando a oferta aumentou em quantidade e qualidade a ponto de termos, hoje, no Brasil, algumas marcas de automóveis de luxo sendo vendidas.
Talvez pela cultura brasileira ainda não ser muito madura em termos de consumo de luxo, no caso dos automóveis, bem como no de moda, dentro do segmento de luxo, algumas marcas, após uma euforia inicial, fecharam suas portas no país.
Ainda pensando na cultura, estávamos habituados a comprar cafés com alto nível de impurezas e, pelo que tenho pesquisado, não sendo barista, mas observando perfis de baristas nas redes sociais, frequentando palestras, degustações e outras oportunidades de refinar o paladar, este nível de impurezas é o que gera um sabor amargo aos cafés inferiores, nos levando a uma necessidade de adoçar a bebida.
Eu sou "formiga" e os cafés comuns eu sempre bebi com muito açúcar. Aprendendo, tenho descoberto cafés que, mesmo quando bebo em caneca de 300ml, como costumo fazer pela manhã, não precisam mais que uma colher de açúcar (meu normal com cafés comuns são 3 colheres bem cheias por caneca). Em degustações, com uma dose simples (50ml) da bebida preparada com grãos superiores, nunca precisei adoçar. E vejo gente que, não tendo ainda habituado o paladar, adoça mesmo estes.
Este post é para dar algumas dicas para saborear melhor os cafés de qualidade superior (gourmet, premium, etc). São, como já falei, dicas de uma leiga que ama cafés.
O primeiro passo é selecionar o café conforme as preferências de seu paladar. Sempre que tiver uma oportunidade de degustar um bom café num supermercado ou numa cafeteria que venda o café em pó ou grão, faça isso, sem adoçar a bebida. Se puder, prove as diferentes torras para perceber quais te agradam mais.
Para o café coado, sem cafeteira, nunca ferva a água. A água quente demais queima o pó e altera o sabor. Para uma caneca, geralmente desligo o fogo quando começam a se formar as primeiras bolinhas maiores no fundo da chaleira. Primeiro surgem bolinhas bem minúsculas, depois elas começam a "aumentar" um pouco. Aí desligo e preparo o café.
Experimente até acertar o ponto que a dose de pó para uma dada quantidade de água te satisfaça. Talvez nas primeiras tentativas o café fique forte demais ou muito ralo. Altere as doses no preparo seguinte até achar o ponto. Isso é realmente um ponto muito pessoal. E um dos motivos de eu gostar tanto do café coado manualmente. Dá para servir cada visitante com um café mais adequado ao seu paladar, após preparar uma pequena "prova" e servir a cada um para personalizar a proporção de pó. Dá trabalho se você receber um grupo grande de amigos, mas se são mesmo amigos queridos, cativa mais que preparar café em cápsulas.
Cápsulas e café solúvel estão fora das minhas opções para a bebida no momento.
Durante seu período de testes é possível que ainda precise adoçar o café de vez em quando, mas prove primeiro sem adoçar e depois, se precisar, adoce bem pouco, também até achar a dose de açúcar que não mascara o sabor do café. Se escolheu um bom café, sem dó de pagar o preço, com o tempo vai perceber que o café realmente bom precisa ser tomado o mais puro possível. Assim como não se adoça um bom vinho, não há a necessidade de adoçar um bom café. E algumas torras têm notas mais adocicadas, o que pode ajudar a acostumar-se.
Ah! Eu mencionei o preço, mas ele sozinho não determina que um café será muito bom ou não. Dos que já provei, os que mais gostei eram mais caros, mas já provei cafés com valores superiores aos comuns e que não tinham nada de extraordinário (e tive de adoçar normalmente para tolerar beber).

Nycka, the nomad

Thursday, 4 July 2019

🇧🇷 O primeiro imóvel

Depois que saí do "ninho", morei em república, pensionato, quarto alugado, até que um dia caiu no meu colo a oportunidade de ter meu primeiro apartamento. Sem sequer ter alugado um anteriormente. Como não foi uma coisa planejada, eu tinha alguns parâmetros em mente, mas não fui muito firme ao mantê-los. O que também é uma experiência que agrega valor às próximas oportunidades de escolher imóveis para morar.
Hoje vou compartilhar algumas das coisas que aprendi sobre escolher um imóvel, especialmente no caso de compra. Quem sabe possam ser dicas úteis para quando você for escolher o seu próximo lar.
• Autoconhecimento é importante. Eu já sabia que bairros totalmente residenciais não me servem. Gosto de ter tudo "à mão" e de poder fazer o máximo de coisas possíveis sem depender de carro. Tinha noção de quanto espaço eu precisaria ter e de detalhes como desejar um imóvel em andar alto e com sacada.
• Estudar o destino é útil. Junto do autoconhecimento ajuda bastante. Eu prefiro uma vizinhança com um nível sócio-econômico mais elevado. As chances de vizinhos assim terem uma mentalidade mais aberta me parecem maiores, embora eu saiba que não é uma garantia. Então, é útil procurar saber que bairros, na cidade onde queremos ir, têm um perfil coerente com o nosso. Ainda sobre este tema, se temos cães, por exemplo, morar perto de um parque é interessante, para podermos passear com eles, mantendo sua saúde e bem-estar (e a nossa saúde também). Ah! O clima também pode fazer parte deste estudo. Quem gosta de andar de moto terá alguma dificuldade em lugares frios e chuvosos como Curitiba. Outras cidades podem apresentar contrastes muito grandes de temperatura, com invernos frios demais e verões excessivamente quentes, por exemplo. A gente se adapta a questões climáticas, mas se pular este estudo, nunca seja o chato que vai viver num lugar e reclama do clima o tempo todo.
• Idealmente, primeiro desenhe em detalhes o que você quer em sua mente. Que tipo de imóvel, em que cidade, quais bairros são aceitáveis, área útil e outros detalhes. Depois, comece a pesquisar os imóveis com este perfil enquanto constrói o orçamento para adquirir o seu. Incluir a faixa de valor como parte das características desejadas é possível e válido, também.

Nycka, a nômade.

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