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🇬🇧 Cultural nomadism - a lifestyle

We can move from a place to another for various reasons. One of them is to know better other cultures, to become a global citizen. Other is ...

Tuesday, 29 September 2020

🇧🇷 Comunicado a empresas e municípios

Vamos falar de turismo, mas hoje quero falar com os governantes, empresários e gestores, principalmente do Brasil, mas também de outros lugares. E não é só com gestores de agências de viagem, hotéis e restaurantes. É com todo tipo de empresário e gestor, de preferência os que têm a mente aberta para fazer algo diferente do que todo mundo faz. Porque a maioria das empresas B2C com alto nível de qualidade e originalidade pode ser beneficiada pela proposta deste blog.

Este blog começou com o propósito de encorajar as pessoas a mudarem de cidade, a buscar novas experiências e novas visões de mundo. Por meses busquei patrocínios de empresas e secretarias de turismo, recebendo apenas descaso como resposta na maioria dos casos. E alguns “agora não, mas no futuro talvez”. Com a pandemia, e sem patrocínios, tive de voltar a oferecer serviços de consultoria e eu não quero ficar limitada a isso. Eu quero que este blog trate do que ele nasceu para tratar, e que eu possa dedicar-me 100% a ele.

O turismo tem uma coisa importante em comum com a moda, que é a área onde atuei por mais tempo. Existem destinos turísticos “clássicos”, que são muito procurados em qualquer época, como aquela calça jeans de corte perfeito, que podemos usar em quase todas as ocasiões de lazer. Existem também os trajes formais, apropriados para líderes no ambiente profissional, entre outras ocasiões. Como os destinos de turismo de negócios. E outros que são as tendências do momento. E essas tendências são criadas através de estratégias bem pensadas. Se você está lendo este texto, achou a pessoa certa para criar tendências de viagem, migração e consumo. Porque é o que eu quero fazer.

Desde ontem me cadastrei no Ko-Fi e editei parte dos textos anteriores convidando os leitores a me pagarem um café por lá, como um dos recursos para eu poder dedicar mais tempo ao blog.

O tipo de conteúdo que eu tinha em mente quando criei este blog alia minhas habilidades em criar conteúdo com o interesse e apoio financeiro de empresas de cidades de diferentes portes e países, de modo que eu possa, com apoio dessas empresas, visitar as cidades e criar conteúdo que estimule as pessoas a conhecê-las. As empresas apoiadoras não precisam ser ligadas ao turismo. Podem ser, por exemplo, empresas que tenham interesse em atrair colaboradores com uma visão diferente, gente que vive em outros lugares e está disposta a se mudar para trabalhar, gente que possa trazer novos ares à empresa. Ou aquelas que queiram valorizar as qualidades da cidade onde estão sediadas. Ou ainda empresas que simplesmente queiram promover seus produtos e serviços para gente de todo o mundo. Mesmo que sua produção seja limitada. Desde que tenha um bom padrão de qualidade, porque eu sou razoavelmente fresca. Basta ler a frase no topo do blog.

Uma grande barreira que percebo no Brasil é que muita gente nasce, cresce e morre morando na mesma cidade, ou no muito sai pra fazer faculdade ou um intercâmbio e volta. Sai de onde nasceu já com intenção de voltar. E isso gera uma visão de mundo muito estreita. Não se ofenda. Me refiro a, por exemplo, ao pensar em turismo associar a imagens fantásticas de cartão postal de lugares muito diferentes daquele onde elas vivem. E a visão que tenho, tendo morado em 4 cidades diferentes, de 3 estados, e conhecido inúmeras outras, é a de que qualquer lugar pode ser muito atrativo para o turismo e para gente como eu que está aberta a conhecer culturas diferentes, se houver um pouco de interesse dos empresários locais. O interesse nem precisa começar no prefeito ou no secretário de turismo. Muitas cidades são tão descrentes em seu potencial que sequer têm uma secretaria de turismo. Ou têm a função acumulada com outros temas. Se a iniciativa parte dos empresários e gestores, a realidade também muda. Então em vez de esperar, veja esta oportunidade que se apresenta agora em sua vida e tome uma atitude.

No caso dos candidatos a prefeito e vereador, a oportunidade também é para vocês, para que incluam o turismo e a atração de empreendedores nos seus planos de governo e podem promover suas candidaturas através de patrocínios a este blog, mostrando real interesse pelo tema.

O convite também é válido para fazendeiros que estejam abertos à possibilidade de trabalhar com turismo rural e ecológico em vez de apenas vender carne e leite. Meu pai era fazendeiro e sei que muitos fazem isso a vida toda, e nunca imaginaram fazer algo diferente. Então eu imagino por vocês. E posso oferecer consultoria para reformular seu modelo de negócio, se quiser, pois sei que o valor de commodities como leite no mercado é baixo e existem N formas de incrementar os lucros de uma fazenda.

Eu estou escrevendo isso para que em vez de depender apenas de eu ir atrás de empresas e governantes, vocês também possam entender o propósito principal deste blog e fazer contato comigo para trabalharmos juntos.

Este blog sozinho teve um crescimento de 209,21% na audiência em agosto, comparado ao mês de julho. Tenho leitores de todo o mundo. Prova disso é que os textos mais lidos são, na maioria, textos em inglês. Então, é bom ter no mínimo interesse de preparar sua empresa ou sua cidade para esse turismo global. A lista dos textos mais lidos está visível na barra lateral do blog.

É mais simples eu tornar a informação pública para atrair gente com uma mentalidade aberta às possibilidades que ofereço através dos meus canais de mídia do que ficar indo atrás e escrevendo textos específicos que muitas vezes são tratados com descaso por gente de visão realmente estreita, como já foram. Não vou dizer como pretendo criar os conteúdos patrocinados, pois cada lugar é único e quero ressaltar as belezas e qualidades das cidades onde eu tiver patrocinadores, desde que eu encontre tais qualidades ali (o que é bem fácil, na maioria dos casos). E também quero promover produtos, serviços e experiências relacionadas a esse estilo de vida. Nem se eu prospectar diretamente alguma empresa para um projeto específico que eu tenha em mente eu abro a informação exata do que tenho em mente, por proteção ao meu trabalho. Meu foco é em gerar conteúdo original e de qualidade para um nicho específico de gente aberta a novas experiências na vida e ser reconhecida por isso. Empresários e gestores interessados, agora que o mundo está normalizando suas atividades novamente, vamos trabalhar juntos. E quem é apenas leitor, alguém sem poder de decisão Em empresas e governos, pode falar com os gestores de empresas de sua cidade sobre meu trabalho, e também me pagar um café no Ko-Fi (vide botão na barra lateral), para contribuir para que eu possa me dedicar integralmente a esta atividade.



Nycka, the Nomad

Friday, 25 September 2020

🇬🇧 Fruits and Brazilian Desserts

Today I'm going to talk about a topic that I spent some time without writing about. Food. Mainly about fruits and desserts common in Brazil. The desserts I will try to speak only of the typical ones of the country, but as I live in a mixed country, full of people of the most varied origins, it may be that some of these sweets are typical of another place and adapted here.

One of the rarest fruits in the world is abundant in Brazil: jabuticaba. And we have many other typical fruits in several regions. I'm not sure what typical fruits in the south of the country would be, as the ones I normally see are common in temperate countries. But across the country we have, among others, pequi in the cerrado (I already mentioned it in a specific text), soursop, umbu, acerola, cocoa, passion fruit, pitanga, cashew, avocado (which we normally eat with sugar for breakfast and not salty as  in guacamoles), pineapple, kiwi, pear, apple, pitaya, guava, peach, nectarine, pine cone (or earl's fruit), various species of oranges and lemons, mandarin (or tangerine or mimosa, depending on the region you are in),  strawberries, plum, persimmon, papaya, coconut, sour coconut (very common in the cerrado), jambo and many others. In a country of continental dimensions, we have fruits from different climates and vegetation.  And many dishes that use these fruits.

In the state of Minas Gerais, in addition to the dulce de leche in different consistencies, we have many sweets of various fruits. Canjica (dessert with milk and white corn) and sweet rice (also called milk rice) are also common. Most fruits become desserts in syrup. Guava can become guava in syrup, creamy guava (like a jelly) or cut guava. It can also become juice or ice cream. Papaya is eaten with sugar for breakfast, but it can turn sweet from papaya rings in syrup, when the fruit is green, papaya candy or juice, in addition to being part of more elaborate recipes. Pequi, as I said in the other text, is usually eaten with rice for lunch and dinner, but it can become ice cream. The sour coconut is a delight to make juice, popsicles and ice cream. Corn becomes mush (sweet or salted, in some regions. Commonly sweet) and also popsicles, ice cream, cake, and many other delicacies. From the sugar cane, the juice is extracted, which is drunk pure and cold (or, in some places, mixed with lemon and other fruits, but I prefer pure), and can also be transformed into rapadura and batida (which is a very sweet  similar to rapadura, very tasty). Figs can also become a syrup or candied fruit candy. The coconut becomes varied sweets, juice (very good) and ice cream. The pineapple can become juice, popsicle, ice cream, sweet in syrup, be part of pies and cakes, among other options. The pineapples in the city of Monte Alegre are famous for being very sweet. Here in Curitiba the pineapples taste too soft. These are some of the most common sweets in Minas.

I really like to consume fruits in the form of juices, ice cream and sweets, and also in some pies, like my apple pie, which has no dough, like the American one. Mineiro desserts are very good for those who like very sugary sweets. The sweet mush is an exception, as it has a milder flavour.

In other states we have sweets with a softer sweetness. For juices, I recommend trying umbu, cocoa, coconut and other regional fruits. When thinking about ice cream, my first choice is to take açaí, a fruit sorbet that comes from the north of the country, mixed with guaraná syrup. In the north of the country people usually eat açaí as an accompaniment for lunch or dinner, not as dessert as we do in the south and southeast. My favorite popsicle is sour coconut, but I never saw it marketed. I did it at home, in childhood, preparing the fruit juice and freezing. But I don't know where to buy sour tart outside Montes Claros. If you know, comment!! 🤩

In addition to the sweets from Minas Gerais, Pernambuco and Bahians are my favorites. Baianos do wonders with coconut. The typical sweets and cakes from Pernambuco, such as the Souza Leão cake and the bolo de rolo, are an extraordinary experience. Here in the south it is possible to find bolo de rolo recently, but few are like the ones I tasted in Recife, where the dough is so thin that we hardly notice its presence. Some here look more swirling, with a thinner dough, and you can really taste the dough, which makes the experience frustrating for those who have already eaten real bolo de rolo.

Fruits are also part of the coverage of some sweet pizzas (pizza is something typical of Italy, but sweet pizza is something very Brazilian).

The breakfast in Brazil is very abundant, with breads, cakes, cheeses, cookies, coffee, milk, jams, guava, ham, juices and other delicacies according to the taste of each family.  Many include fresh fruit, which we also find in hotels, for breakfast.

What are your favorite desserts and fruits in Brazil?

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Nycka, the Nomad

🇧🇷 Frutas e doces brasileiros

Hoje vou falar de um tema que passei algum tempo sem escrever a respeito. Comida. Principalmente sobre frutas e sobremesas comuns pelo Brasil. As sobremesas eu vou tentar falar apenas das típicas do país, mas como vivo num país mestiço, repleto de gente das mais variadas origens, pode ser que alguns desses doces sejam típicos de outro lugar e adaptados aqui.

Uma das frutas mais raras do mundo é abundante no Brasil: a jabuticaba. E temos muitas outras frutas típicas em várias regiões. Não estou certa sobre o que seriam frutas típicas do sul do país, pois as que normalmente vejo são comuns em países de clima temperado. Mas pelo país temos, entre outras, o pequi no cerrado (já falei dele num texto específico), graviola, umbu, acerola, cacau, maracujá, pitanga, caju, abacate (que normalmente comemos com açúcar no café da manhã e não salgado como em guacamoles), abacaxi, kiwi, pêra, maçã, pitaya, goiaba, pêssego, nectarina, pinha (ou fruta do conde), várias espécies de laranjas e limões, tangerina (ou mexerica ou mimosa, dependendo da região que você está), morangos, ameixa, caqui, mamão, coco, coquinho azedo (muito comum no cerrado), jambo e muitas outras. Num país de dimensões continentais, temos frutas de climas e vegetações variados. E muitos pratos que utilizam essas frutas.

No estado de Minas Gerais, além do doce de leite em diferentes consistências, temos muitos doces de frutas variadas. Também são comuns a canjica (doce com leite e milho branco) e o arroz doce (também chamado de arroz de leite). A maioria de frutas tornar-se doce em calda. A goiaba pode virar goiaba em calda, goiabada cremosa (como uma geléia) ou goiabada de corte. Também pode virar suco ou sorvete. O mamão é comido com açúcar no café da manhã, mas pode virar doce de anéis de mamão em calda, quando a fruta está verde, doce de mamão ou suco, além de poder fazer parte de receitas mais elaboradas. O pequi, conforme já falei no outro texto, é normalmente comido junto do arroz no almoço e jantar, mas pode virar sorvete. O coquinho azedo é uma delícia para fazer suco, picolé e sorvete. O milho vira pamonha (doce ou salgada, em algumas regiões. Comumente doce) e também picolé, sorvete, bolo, e muitas outras iguarias. Da cana de açúcar é extraído o caldo que é bebido puro e gelado (ou, em alguns lugares, misturado com limão e outras frutas, mas prefiro puro), e também pode ser transformado em rapadura e batida de rapadura (que é um doce muito similar à rapadura, muito gostoso). Figos também podem tornar-se um doce da fruta em calda ou cristalizada. O coco torna-se doces variados, suco (muito bom) e sorvete. O abacaxi pode virar suco, picolé, sorvete, doce em calda, fazer parte de tortas e bolos, entre outras opções. Os abacaxis da cidade de Monte Alegre são famosos por serem muito doces. Aqui em Curitiba os abacaxis têm um sabor demasiadamente suave. Estes são alguns dos doces mais comuns em Minas.

Gosto muito de consumir frutas em forma de sucos, sorvetes e doces, e também em algumas tortas, como a minha torta de maçã, que não tem massa, como a americana. Os doces mineiros são muito bons para quem gosta de doces muito açucarados. A pamonha doce é uma exceção, por ter um sabor mais suave.

Em outros estados temos doces de um dulçor mais suave. Para sucos, recomendo experimentar umbu, cacau, coco e outras frutas regionais. Ao pensar em sorvetes, minha primeira escolha é tomar açaí, um sorbet da fruta que vem do norte do país, misturado a xarope de guaraná. No norte do país as pessoas costumam comer açaí como acompanhamento de almoço ou jantar, não como sobremesa como fazemos no sul e sudeste. Meu picolé preferido é de coquinho azedo, mas nunca o vi ser comercializado. Fazia em casa, na infância, preparando o suco da fruta e congelando. Mas não sei onde comprar coquinho azedo fora de Montes Claros. Se você sabe, comente!! 🤩

Além dos doces mineiros, os pernambucanos e os baianos são meus preferidos. Baianos fazem maravilhas com coco. Os doces e bolos típicos de Pernambuco, como o bolo Souza Leão e o bolo de rolo, são uma experiência extraordinária. Aqui no sul recentemente é possível encontrar bolos de rolo, mas poucos são como os que provei no Recife, que a massa é tão fina que quase não percebemos sua presença. Alguns aqui parecem mais rocamboles, com uma massa mais fina, e dá pra sentir muito o gosto da massa, o que torna a experiência frustrante para quem já comeu bolo de rolo de verdade.

Frutas também fazem parte da cobertura de algumas pizzas doces (pizza é algo típico da Itália, mas pizza doce é algo muito brasileiro).

O café da manhã no Brasil é muito farto, com pães, bolos, queijos, biscoitos, café, leite, geléias, goiabada, presunto, sucos e outras iguarias conforme o gosto de cada família. Muitas incluem frutas frescas, que também encontramos em hotéis, no café da manhã.

Quais são seus doces e frutas preferidos no Brasil?

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Nycka, the Nomad

Sunday, 20 September 2020

🇬🇧 Travelling for vacation

I know it's not a vacation time for most, but I want to talk about it and a lot of people, especially entrepreneurs and freelancers take a vacation when they want to. And nothing stops you from reading it now and starting planning your next vacation, even though you've barely returned from the last.

Which destinations are most interesting? It depends on the interest of each one. I like trips with a cultural emphasis. I like to enjoy silly beach from time to time, but between a beach place that is only beach and eventually activities in a resort and one with cultural options, to know the history of the place and other peculiarities, I prefer the second option. And it would go easy to places without a beach or winter holidays with this cultural (and gastronomic ênfase) emphasis.

Theoretically, every place would have some cultural and historical aspect to present. In practice, many governments focus so much on other things, such as beaches, that it is as if they did not. And, of course, the type of cultural aspect also matters, which creates the relevance of that for each one.

I am fascinated by an art profile that is common in Europe. My interest in other regions is low. For a month long vacation, I would go there. Italy, Armenia, Holland, Estonia, Norway, Ireland, Scotland, Greece… As a bonus, some incredible landscapes. I would travel Scotland and Ireland by car or motorbike laughing from ear to ear for that part of the natural beauty.

For those who fell here on the parachute I will remember that I am Brazilian. And I have known most of the places in Brazil that interest me. For foreign or Brazilian readers who are not used to traveling around the country, I suggest a trip through Brazil on long vacations. Passing through several regions, accessing various facets of this beautiful country to perceive contrasts and all the cultural wealth that we have here.

Do you know the movie Fast 5? There are many scenes that supposedly happened in Brazil, but the scenarios were not Brazilian. Many Brazilian films, in turn, have a ridiculous tendency to show the poor and ugly side of the country. I hate that, because it creates some pretty ridiculous paradigms in relation to the country. And I prefer to observe what is beautiful.

For shorter vacations I would think of New Zealand, Colombia, Vietnam, Japan, Mexico, Egypt / Morocco ...

I also take into consideration whether it is easy to go to a place with dogs and cats or if it is too much work. Both from the point of view of authorization for the animal to enter the country and in the availability of hotels where I can stay with mine without worrying about arranging scratching posts, pots and other basic necessities. And no weird rules. Accepting pets requires preparation for a super personalized service. At this point, I must warn readers that Brazil has a terrible structure. In the capitals it is possible to find nurseries for animals and pet sitters. So you can outsource your pet care. There are some hotels that accept dogs, but many have absurd rules. I still haven't found a good hotel for traveling with cats in the country.

If you are thinking of traveling around Brazil and want some tips, subscribe to my channel on Patreon and participate in the weekly question and answer sessions. And follow my profiles on social networks, because sometimes I notice sessions by stories.

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Nycka, the Nomad

Saturday, 19 September 2020

🇧🇷 Viagens de férias

Eu sei que não é época de férias para a maioria, mas estou a fim de falar sobre isso e muita gente, principalmente empreendedores, profissionais liberais e freelancers tiram férias quando querem. E nada impede que você leia agora e comece a planejar suas próximas férias, ainda que mal tenha voltado das últimas.

Que destinos são mais interessantes? Depende do interesse de cada um. Eu gosto de viagens com ênfase cultural. Gosto de curtir praia de bobeira de vez em quando, mas entre um lugar de praia que é só praia e eventualmente atividades num resort e um com opções culturais, de conhecer a história do lugar e outras peculiaridades, eu prefiro a segunda opção. E iria fácil pra lugares sem praia ou férias de inverno com essa ênfase cultural (e gastronômica 😋).

Teoricamente, todo lugar teria algum aspecto cultural e histórico a apresentar. Na prática, muitos governos focam tanto em outras coisas, como as praias, que é como se não tivessem. E, claro, o tipo de aspecto cultural também importa, o que cria a relevância daquilo pra cada um.

Eu sou fascinada por um perfil de arte que é comum na Europa. Meu interesse em outras regiões é baixo. Pra férias longas, de um mês, eu iria pra lá. Itália, Armênia, Holanda, Estônia, Noruega, Irlanda, Escócia, Grécia… De brinde umas paisagens incríveis. Eu faria Escócia e Irlanda de carro ou moto rindo de orelha a orelha por essa parte das belezas naturais.

Para quem caiu aqui no blog de paraquedas vou lembrar que sou brasileira. E já conheci a maior parte dos lugares no Brasil que me despertam interesse. Para leitores estrangeiros ou brasileiros pouco habituados a viajar pelo país eu sugiro uma viagem pelo Brasil em férias longas. Passando por várias regiões, acessando facetas variadas desse país tão bonito para perceber contrastes e toda a riqueza cultural que temos aqui.

Sabe o filme “Velozes e Furiosos 5” (Fast 5)? Tem muitas cenas que supostamente aconteciam no Brasil, mas os cenários não eram brasileiros. Muitos filmes brasileiros, por sua vez, têm uma tendência ridícula de mostrar o lado pobre e feio do país. Eu detesto isso, pois cria uns paradigmas bem ridículos em relação ao país. E eu prefiro observar o que é bonito.

Pra férias mais curtas eu pensaria em Nova Zelândia, Colômbia, Vietnã, Japão, México, Egito/Marrocos…

Também levo em consideração se é tranquilo ir para um lugar com cães e gatos ou se dá trabalho demais. Tanto do ponto de vista de autorização para o animal entrar no país como na disponibilidade de hotéis onde eu possa me hospedar com os meus sem me preocupar em arrumar arranhador, potinhos e outras necessidades básicas. E sem regras esdrúxulas. Aceitar pets requer preparo para um atendimento super personalizado. Nesse ponto devo avisar aos leitores que o Brasil tem uma estrutura péssima. Nas capitais é possível encontrar creches para animais e pet sitters. Assim você pode terceirizar os cuidados com seu pet. Existem alguns hotéis que aceitam cães, mas muitos têm regras absurdas. Ainda não achei um bom hotel para viajar com gato no país.

Se está pensando em viajar pelo Brasil e quer algumas dicas, assine meu canal no Patreon e participe das sessões semanais de perguntas e respostas. E siga meus perfis nas redes sociais, pois às vezes aviso das sessões pelos stories.

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Friday, 11 September 2020

🇬🇧 How to choose next language to study

As I already mentioned reasons for being a polyglot, today we will think about how to choose which languages to study. I am not going to make a list of languages, but I believe that, for non-native speakers of English-speaking countries, English is essential. For native speakers of English I believe that the main language to be studied nowadays, mainly due to its strength in social networks, is Brazilian Portuguese.

The third language and the following I believe that we must choose by cultural affinities. And that is why I chose Italian as the 3rd language and I am learning Finnish as the 4th language. Some people make this choice based on geography, looking for languages from neighboring countries. It is an option, but it is not my way. In Brazil, Spanish would be the geographical choice and can be professionally advantageous, as we are surrounded by countries that speak this language, but personally I was never interested because it is very similar to Italian and I preferred to prioritize Italian. Maybe when I am fluent in Finnish I will study Spanish, or French.

So we have another point to analyse: What is the order of languages? I've met people who speak Spanish and Italian and mix both. So, my suggestion and it is my way, is to alternate a Latin language with a non-Latin one, for example. Less confusion in life. Try to learn a language that is quite different from the last one you studied.

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🇧🇷 Como escolher quais idiomas estudar

Como já falei de motivos para ser poliglota, hoje vamos pensar em como escolher que idiomas estudar. Eu não vou fazer uma lista de idiomas, mas creio que para não nativos de países de língua inglesa o inglês é fundamental. Para nativos de língua inglesa eu creio que o principal idioma a ser estudado atualmente, principalmente devido à sua força nas redes sociais, é o português brasileiro.

O terceiro idioma e os seguintes acredito que devemos escolher por afinidades culturais. E foi por isso que escolhi o italiano como 3º idioma e estou aprendendo Finlandês como 4º idioma. Algumas pessoas fazem essa escolha com base na geografia, buscando idiomas de países vizinhos. É uma opção, mas não é meu caminho. No Brasil o espanhol seria a escolha geográfica e pode ser vantajoso profissionalmente, pois estamos cercados de países que falam este idioma, mas pessoalmente nunca me interessei porque é muito parecido com o italiano e eu preferi priorizar o italiano. Talvez quando eu for fluente em finlandês eu estude espanhol, ou francês.

Então temos um outro ponto pra analisar: Qual a ordem dos idiomas? Já conheci gente que fala espanhol e italiano e se enrola em ambos. Então, minha sugestão e é meu caminho, é alternar uma língua latina com uma não latina, por exemplo. Menos confusão na vida. Procure aprender um idioma que seja bastante diferente do último que você estudou.

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Wednesday, 9 September 2020

🇧🇷 Como abrir uma empresa na Suíça

A Suíça é um país encantador. Tentei descobrir como alguém poderia obter um visto para entrar no país como empresário e hoje compartilho o que descobri. Por ser brasileira, pedi mais informações para pessoas que não são da União Européia. As regras para pessoas de países que são membros da UE são possivelmente um pouco diferentes.

Alguém que não seja da União Europeia pode entrar no país como trabalhador autônomo (empreendedor) se as seguintes condições forem atendidas:

1. Isso seja do interesse da economia suíça como um todo;

2. Os requisitos financeiros e operacionais necessários são cumpridos (Art. 19 FNIA);

3. A qualificação pessoal é atendida: altamente qualificado, por exemplo  gerentes, especialistas e outras pessoas qualificadas. Geralmente, este requisito é atendido por indivíduos com um diploma universitário ou educação equivalente, bem como experiência de trabalho de longo prazo (Art. 23 FNIA).

A pessoa deve solicitar previamente uma autorização de trabalho diretamente à autoridade cantonal competente de imigração e do mercado de trabalho. Mais do que os documentos habituais, você também precisa apresentar informações sobre o desenvolvimento da empresa, tais como atividades pretendidas, oportunidades de mercado, o desenvolvimento de capacidades pessoais (qualitativas e quantitativas), bem como os investimentos de capital planejados e receitas / produção financeira. As ligações organizacionais existentes com outras empresas têm de ser reveladas e o certificado de fundação da empresa / inscrição no registo comercial tem de ser apresentado.

A autorização de trabalho permite que a pessoa e seu cônjuge entrem no país para abrir um negócio e caso o cônjuge decida abrir outro negócio é dispensável um novo pedido.

A autorização de trabalho é válida por dois anos quando você entra no país para iniciar um novo negócio. A sua renovação depende dos resultados alcançados pelo negócio e do impacto positivo por ele causado.

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🇬🇧 How to start a business in Switzerland not being from the European Union

Switzerland is a charming country. I tried to discover how someone could obtain a visa to enter the country as an entrepreneur and today I share what I found. Being Brazilian, I asked for more information for people who are not from the European Union. The rules for people from countries which are members of the EU are possibly a bit different.

Someone who is not from the European Union can enter the country as self employed if the following conditions are met:

  1. This is in the interest of the Swiss economy as a whole;
  2. The necessary financial and operational requirements are fulfilled (Art. 19 FNIA);
  3. The personal qualification is met: highly qualified, e.g. managers, specialists and other qualified persons. Generally, this requirement is met by individuals with a university degree or equal education as well as long term working experience (Art. 23 FNIA).

The person must require a work permit beforehand directly to the competent cantonal immigration and labour market authority. More than the usual documents you need also to present information about the development of the company, such as intended activities, market opportunities, the development of personal capacities (qualitative and quantitative) as well as planned capital investments and revenues/financial output. Existing organisational connections with other companies have to be revealed and the certificate of the company foundation / entry in the commercial register have to be submitted.

The work permit allows the person and his/her spouse to enter the country to start a business and if the spouse decides to start another business a new request is dispensable.

The work permit is valid for two years when you enter the country to start a new business. If it will be renewed depends on the results the business achieved and the positive impact caused by it.

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Nycka, the Nomad 

Tuesday, 8 September 2020

🇬🇧 7 reasons to become a polyglot

Polyglots are people who speak many languages. I am currently trilingual. I speak and understand fairly well Portuguese, which is my mother tongue; English, which is my second language by choice; and Italian, my third language by choice. I am currently beginning to study Finnish.

So, let's go to the reasons for studying several languages:

1. Cultural enrichment. By learning languages we learn something about the culture of the places where that language is the main one.

2. It opens doors to do business with companies from countries that speak that language. Of course, knowing only English it is possible to do this, but knowing the language and cultural peculiarities is very useful and shows interest and affinities.

3. The range of study materials becomes much greater. Those who speak only one or two languages have access to a limited number of literary works, books and films. And the more languages we study, the more that number increases.

4. Understanding music, books and movies in their original language is much better than accessing translations or watching dubbed or subtitled movies. In the case of films, it is common for those who do not understand the original language to miss many of the jokes that only make sense in that language.

5. Learn to think differently. Each language has a different logic and when we learn that logic we learn a new way of seeing the world.

6. It is also easier to make friends with natives of the languages we study and people with common affinities, for reasons similar to those I mentioned in topic 2. Those who only have English can, but knowing the language of the other has some advantages.

7. Personal satisfaction. Ok, it is very practical to have external reasons to motivate us to study, but the main thing is personal satisfaction, the interest in knowing those languages simply because you want it.

It also has the advantage, for those who are employed, of opening doors to their career. Even abroad.

Feel free to comment on your reasons for studying other languages.

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Nycka, the Nomad

🇧🇷 7 Motivos para tornar-se Poliglota

Poliglotas são pessoas que falam muitos idiomas. Atualmente eu sou trilíngue. Falo e entendo razoavelmente bem o português, que é minha língua materna; o inglês, que é meu segundo idioma por escolha; e o italiano, meu terceiro idioma por opção. Atualmente estou começando a estudar o finlandês.

Então, vamos aos motivos para estudar vários idiomas:

  1. Enriquecimento cultural. Ao aprender idiomas aprendemos algo sobre a cultura dos lugares onde aquela língua é a principal.
  2. Abre portas para fazer negócios com empresas de países falantes daquele idioma. Claro que sabendo só o inglês é possível fazer isso, mas conhecer o idioma e peculiaridades culturais é muito útil e demonstra interesse e afinidades.
  3. A gama de materiais de estudo torna-se muito maior. Quem só fala um ou dois idiomas tem acesso a um número limitado de obras literárias, livros e filmes. E quanto mais idiomas estudamos, mais esse número aumenta.
  4. Entender músicas, livros e filmes em seu idioma original é muito melhor que acessar traduções ou ver filmes dublados ou legendados. No caso de filmes é comum que quem não entende o idioma original perca muitas das piadas que só fazem sentido naquele idioma.
  5. Aprender a pensar de formas diferentes. Cada idioma tem uma lógica diferente e quando aprendemos essa lógica aprendemos uma nova forma de ver o mundo.
  6. Também fica mais fácil de fazer amizades com nativos dos idiomas que estudamos e pessoas com afinidades em comum, por motivos similares aos que mencionei no tópico 2. Quem tem só o inglês até consegue, mas saber o idioma do outro tem algumas vantagens.
  7. Satisfação pessoal. Ok, é bem prático ter motivos externos para nos motivar a estudar, mas o principal é a satisfação pessoal, o interesse em conhecer aqueles idiomas simplesmente porque você está a fim.

Tem também a vantagem, para quem é empregado, de abrir portas para sua carreira. Inclusive no exterior.

Fique à vontade para comentar os seus motivos para estudar outros idiomas.

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Nycka, the Nomad


Monday, 7 September 2020

🇧🇷 Como obter o visto para empreender em Hong Kong

Hoje vamos falar sobre como conseguir um visto para abrir uma empresa em Hong Kong.

Um pedido de visto / autorização de entrada para entrar na Região Administrativa Especial de Hong Kong (HKSAR) para investimento como empresário pode ser considerado favoravelmente se:

• Não há objeção de segurança e nenhum registro conhecido de crime grave em relação ao requerente;

• O candidato possui uma boa formação educacional, normalmente um primeiro grau na área relevante, mas em circunstâncias especiais, boas qualificações técnicas, habilidades profissionais comprovadas e / ou experiência relevante e realizações apoiadas por documentos comprovativos também podem ser aceitos;  e

(i) O requerente está em posição de fazer uma contribuição substancial para a economia da HKSAR, com fatores de consideração, incluindo, mas não se limitando a, plano de negócios, volume de negócios, recursos financeiros, soma de investimento, número de empregos criados localmente e introdução de  nova tecnologia ou habilidades. Os detalhes desses fatores de consideração são os seguintes:

(1) Plano de Negócios

Um candidato que deseja estabelecer ou ingressar em negócios em Hong Kong deve apresentar um plano de negócios de dois anos declarando a natureza do negócio, análise de mercado, posicionamento de mercado, direção de negócios, metas de vendas, estratégia de marketing de produto, etc., a fim de demonstrar  que o negócio é adequado e capaz de se desenvolver em Hong Kong. O candidato também deve apresentar uma previsão de dois anos da demonstração da conta de ganhos e perdas, demonstração do fluxo de caixa e balanço patrimonial para demonstrar a viabilidade do negócio em termos de operação, finanças e desenvolvimento.

O Departamento de Imigração buscará aconselhamento, se necessário, de departamentos governamentais relevantes ou órgãos profissionais sobre o plano de negócios do requerente, a fim de avaliar se o negócio apóia o desenvolvimento econômico geral de Hong Kong. Por exemplo, o Departamento de Imigração pode considerar se o negócio do requerente pertence ou é capaz de complementar setores em que Hong Kong desfruta de vantagens claras, como os quatro setores tradicionais de pilares (isto é, comércio e logística, turismo, serviços financeiros e serviços profissionais e ao produtor) ou os quatro grupos de setores que estão sendo explorados para medidas de apoio pela Comissão de Desenvolvimento Econômico (ou seja, transporte, indústrias de convenções e exposições e turismo, indústrias de manufatura, tecnologia inovadora e indústrias culturais e criativas, e serviços profissionais), etc.

(2) Volume de negócios de negócios

Se o requerente estiver administrando negócios relevantes no exterior ou ingressou em uma empresa em Hong Kong, ele deve enviar o extrato da conta de lucros e perdas e o balanço patrimonial mostrando o volume de negócios e o lucro do ano anterior. Aqueles que pretendem estabelecer negócios em Hong Kong devem apresentar uma previsão de dois anos de demonstração de lucros e perdas e balanço patrimonial conforme mencionado acima, incluindo o volume de negócios previsto, a fim de demonstrar a viabilidade da operação e desenvolvimento do negócio.

Ao avaliar um pedido de entrada de investimento para estabelecer negócios em Hong Kong, o Departamento de Imigração também considerará se o candidato possui investimento relevante ou experiência de trabalho no negócio em questão. Se necessário, o Departamento de Imigração buscará aconselhamento de departamentos governamentais ou órgãos profissionais relevantes para avaliar se o negócio é adequado e capaz de sustentar um crescimento constante em Hong Kong e pode dar ímpeto ao setor em questão.

(3) Recursos Financeiros

O candidato deve apresentar extratos de suas contas bancárias pessoais e da empresa no ano anterior e prova de outras fontes de financiamento, bem como o último relatório financeiro auditado da empresa (se houver) para demonstrar que ele / ela tem recursos financeiros suficientes para  gerir os negócios relevantes em Hong Kong e também apoiar o bom funcionamento e o crescimento sustentável dos negócios.

(4) Soma de Investimento

O requerente deve apresentar prova documental mostrando o montante do investimento de capital em Hong Kong. O Departamento de Imigração avaliará se o valor do investimento é capaz de sustentar a operação do negócio.

(5) Número de empregos criados localmente

O candidato deve definir a estrutura organizacional da sua empresa e o número necessário de funcionários e cargos, com base na natureza e na escala da empresa. Ele / Ela deve indicar o número e o nível de empregos reais criados localmente (por exemplo, gerentes, administradores, profissionais, equipe de apoio administrativo, etc.).

(6) Introdução de novas tecnologias ou habilidades (se aplicável)

O requerente deve explicar como a nova tecnologia ou habilidades a serem introduzidas podem inspirar criatividade nas indústrias de alto valor agregado em Hong Kong e se ele / ela obteve a patente, contribuindo para o desenvolvimento de longo prazo de Hong Kong como um  Economia baseada em Conhecimento.

(ii) Startups

Um candidato que deseja estabelecer ou ingressar em uma empresa start-up também pode apresentar um pedido. O Departamento de Imigração pode considerar a aplicação favoravelmente, se a empresa iniciante em questão for apoiada por um programa apoiado pelo governo com um rigoroso processo de verificação e seleção, e o requerente for o proprietário ou parceiro da empresa iniciante ou um pesquisador principal  do projeto em questão.

Cidadãos chineses no exterior com passaportes da República Popular da China que estejam vivendo no exterior e atendam aos critérios estipulados acima e aos requisitos normais de imigração podem se inscrever para entrar no HKSAR para investimento se:

• O requerente tem residência permanente no exterior;  ou

• O requerente residir no estrangeiro há pelo menos um ano imediatamente antes da apresentação do pedido ["estrangeiro" significa locais fora do Continente, da RAE de Macau e da Região Administrativa Especial de Macau] e que o pedido é apresentado do estrangeiro.

Em geral, a menos que uma pessoa tenha o direito de residência ou direito a terra na HKSAR, ele / ela requer um visto / permissão de entrada para investimento na HKSAR. Embora cada aplicação seja determinada pelos seus méritos individuais, o requerente deve cumprir os requisitos normais de imigração (como possuir um documento de viagem válido com possibilidade de devolução adequada ao seu país de residência ou cidadania; ter antecedentes criminais claros e não levantar questões de segurança ou criminais  para a HKSAR; não tem probabilidade de se tornar um fardo para a HKSAR, etc.), bem como os critérios de elegibilidade específicos relevantes detalhados acima antes que ele / ela possa ser considerado para a concessão de um visto / autorização de entrada.  Deve-se observar que os critérios de elegibilidade podem estar sujeitos a alterações de tempos em tempos sem aviso prévio.

Entrada de Dependentes

Os candidatos admitidos para investimento podem se inscrever para trazer seu cônjuge ou a outra parte a uma parceria civil do mesmo sexo, união civil do mesmo sexo, "casamento do mesmo sexo", parceria civil do sexo oposto ou união civil do sexo oposto celebrada por  ele / ela de acordo com a legislação local em vigor do local de celebração e com tal estatuto legal e oficialmente reconhecido pelas autoridades locais do local de celebração e filhos dependentes solteiros menores de 18 anos para a Região Administrativa Especial de Hong Kong (HKSAR) sob a política de dependentes em vigor. Pessoas admitidas ou solicitando admissão para investimento serão as patrocinadoras de seus dependentes acompanhantes para o HKSAR. Um pedido de admissão de um dependente pode ser considerado favoravelmente se os requisitos normais de imigração e os seguintes critérios forem atendidos:

• Houver prova razoável de um relacionamento genuíno entre o dependente e o patrocinador;

• Não há registro conhecido em detrimento do dependente; e

• O patrocinador é capaz de sustentar a vida do dependente em um padrão bem acima do nível de subsistência e fornecer a ele / ela acomodação adequada na HKSAR.

Este arranjo de entrada não se aplica a:

• Ex-residentes da China Continental que residam na Região Administrativa Especial de Macau (RAE) e que tenham obtido o Bilhete de Identidade de Macau há menos de sete anos, a menos que tenham adquirido residência na RAE de Macau através do Sistema de Autorização de Viagem Única; e

• Cidadãos do Afeganistão e da Coreia (República Popular Democrática da).

O tempo de permanência de tais dependentes estará normalmente vinculado ao de seus patrocinadores. Quaisquer pedidos subsequentes de prorrogação da estada serão considerados apenas quando o requerente continuar a atender aos critérios de elegibilidade para entrada para residência como dependente e o patrocinador permanecer residente de boa fé em Hong Kong e morar na HKSAR. Esses dependentes não estão proibidos de trabalhar ou estudar na HKSAR de acordo com a política existente.

Nota:

Para evitar dúvidas, os termos “parceria civil” e “união civil” acima significam uma instituição legal de natureza semelhante à relação conjugal. A parceria civil do mesmo sexo, união civil do mesmo sexo, “casamento do mesmo sexo”, parceria civil do sexo oposto e união civil do sexo oposto celebradas de acordo com as leis fora de Hong Kong são limitadas apenas a relações que são legal e oficialmente  reconhecida nos locais de celebração. Essas relações normalmente têm as seguintes características: (a) a celebração e a dissolução da relação são regidas pela legislação do local onde é firmado; (b) A relação exige o registo pela autoridade competente especificada na legislação do local onde é celebrada; (c) O registo constar de instrumento escrito emitido pela autoridade competente; e (d) as partes no relacionamento têm um compromisso mútuo com uma vida compartilhada semelhante aos cônjuges com a exclusão de outros em uma base permanente. Essas relações não incluem cônjuge de facto, parceiros em coabitação, noivo / noiva, etc.

Tempo de processamento

Normalmente leva quatro semanas para processar um pedido de visto / permissão de entrada para investimento após o recebimento de todos os documentos exigidos. O Departamento de Imigração não poderá iniciar o processamento da solicitação a menos que todos os documentos e informações exigidos tenham sido recebidos.

Todos os pedidos são processados e determinados pelo Departamento de Imigração. A aprovação das inscrições é totalmente discricionária e está sujeita a alterações nas políticas governamentais. O Diretor de Imigração reserva-se o critério absoluto de recusar qualquer inscrição, mesmo se a inscrição atender a todos os critérios de elegibilidade.

Hong Kong é considerado o lugar mais caro do mundo para expatriados, mas todas as regras acima mencionadas podem não ser nada para quem preenche os requisitos e tem uma ideia de negócio adequada ao perfil daquele lugar. É muito importante saber qual é o melhor lugar do mundo para o negócio que você tem em mente e se ele pode ser colocado em vários lugares, suas afinidades pessoais com a cultura local podem contar muito para começar um negócio de sucesso. Se você deseja conselhos especiais sobre empreendedorismo, torne-se meu patrono no meu canal do Patreon (www.patreon.com/nycka).

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Nycka, the Nomad

🇬🇧 How to get a visa to start a business in Hong Kong

Today we’ll talk about how to get a visa to start a business in Hong Kong.

An application for a visa/entry permit to enter the Hong Kong Special Administrative Region (HKSAR) for investment as entrepreneur may be favourably considered if: 

  • There is no security objection and no known record of serious crime in respect of the applicant;
  • The applicant has a good education background, normally a first degree in the relevant field, but in special circumstances, good technical qualifications, proven professional abilities and/or relevant experience and achievements supported by documentary evidence may also be accepted; and
  • (i) The applicant is in a position to make substantial contribution to the economy of the HKSAR, with consideration factors including, but not limited to, business plan, business turnover, financial resources, investment sum, number of jobs created locally and introduction of new technology or skills. Details of these consideration factors are as follows:
  •  
  • (1) Business Plan

An applicant who wishes to establish or join in business in Hong Kong should submit a two-year business plan stating the nature of the business, market analysis, market positioning, business direction, sales targets, product marketing strategy, etc. in order to demonstrate that the business is suitable for and capable of developing in Hong Kong. The applicant should also submit a two-year forecast of the profit-and-loss account statement, cash flow statement and balance sheet to demonstrate the feasibility of the business in terms of operation, finances and development.

 

The Immigration Department will seek advice, if needed, from relevant government departments or professional bodies on the applicant’s business plan in order to assess whether the business supports Hong Kong’s overall economic development. For example, the Immigration Department may consider whether the applicant’s business belongs to or is able to complement industries that Hong Kong enjoys clear advantages, such as the four traditional pillar industries (i.e. trading and logistics, tourism, financial services, and professional and producer services) or the four clusters of sectors being explored for support measures by the Economic Development Commission (i.e. transportation, convention and exhibition industries and tourism, manufacturing industries, innovative technology and cultural and creative industries, and professional services), etc.


 

(2) Business Turnover

If the applicant is running relevant business overseas or has joined in a business in Hong Kong, he/she should submit the profit-and-loss account statement and balance sheet showing the business turnover and profit in the previous year. Those who intend to establish business in Hong Kong should submit a two-year forecast of profit-and-loss account statement and balance sheet as mentioned above, including the anticipated business turnover in order to demonstrate the feasibility of the business operation and development.

 

In assessing an application for entry for investment to establish business in Hong Kong, the Immigration Department will also consider whether the applicant has relevant investment or working experience in the business concerned. If needed, the Immigration Department will seek advice from relevant government departments or professional bodies in order to assess whether the business is suitable for and able to sustain a steady growth in Hong Kong, and can give impetus to the industry concerned.


 

(3) Financial Resources

The applicant should submit statements of his/her personal and company bank accounts in the previous year and proof of other sources of funding, as well as the company’s latest audited financial report (if any) to demonstrate that he/she has sufficient financial resources to run the relevant business in Hong Kong and also support the smooth operation and sustainable growth of the business.


 

(4) Investment Sum

The applicant should submit documentary proof showing the amount of capital investment in Hong Kong. The Immigration Department will consider whether the investment amount is able to support the operation of the business.


 

(5) Number of Jobs Created Locally

The applicant should set out the organisational structure of his/her business and the required number of staff and posts, based on the nature and scale of the business. He/She should indicate the number and level of actual jobs created locally (e.g. managers, administrators, professionals, clerical support staff, etc.).


 

(6) Introduction of New Technology or Skills (if applicable)

The applicant should explain how the new technology or skills to be introduced can inspire creativity in the high-value-added industries in Hong Kong, and whether he/she has taken out patent, contributing to the long-term development of Hong Kong as a knowledge-based economy.


 

(ii)  Start-up Businesses

An applicant who wishes to establish or join in a start-up business may also submit an application. The Immigration Department may consider the application favourably, if the start-up business concerned is supported by a government-backed programme with a rigorous vetting and selection process, and the applicant is the proprietor or partner of the start-up company or a key researcher of the relevant project.


Overseas Chinese nationals holding People's Republic of China passports who are living overseas and meet the criteria stipulated above and normal immigration requirements may apply to enter the HKSAR for investment if: 

  • the applicant has permanent residence overseas; or
  • the applicant has been residing overseas for at least one year immediately before the submission of application ["overseas" means places outside the Mainland, the HKSAR and the Macao Special Administrative Region] and that the application is submitted from overseas.

In general, unless a person has the right of abode or right to land in the HKSAR, he/she requires a visa/entry permit for investment in the HKSAR. While each application is determined on its individual merits, an applicant should meet normal immigration requirements (such as holding a valid travel document with adequate returnability to his/her country of residence or citizenship; be of clear criminal record and raise no security or criminal concerns to the HKSAR; have no likelihood of becoming a burden on the HKSAR, etc.) as well as the relevant specific eligibility criteria detailed above before he/she may be considered for the grant of a visa/entry permit. It should be noted that the eligibility criteria may be subject to change from time to time without prior notice.

Entry of Dependants

Applicants admitted for investment may apply to bring in their spouse or the other party to a same-sex civil partnership, same-sex civil union, “same-sex marriage”, opposite-sex civil partnership or opposite-sex civil union entered into by him/her in accordance with the local law in force of the place of celebration and with such status being legally and officially recognised by the local authorities of the place of celebration and unmarried dependent children under the age of 18 to the Hong Kong Special Administrative Region (HKSAR) under the prevailing dependant policy. Persons admitted or applying for admission for investment will be the sponsors of their accompanying dependants to the HKSAR. An application for admission of a dependant may be favourably considered if normal immigration requirements and the following criteria are met:

  • there is reasonable proof of a genuine relationship between the dependant and the sponsor;
  • there is no known record to the detriment of the dependant; and
  • the sponsor is able to support the dependant's living at a standard well above the subsistence level and provide him/her with suitable accommodation in the HKSAR. 

This entry arrangement does not apply to: 

  • former Mainland Chinese residents residing in the Macao Special Administrative Region (SAR) who have obtained Macao identity cards for less than seven years, unless they have acquired residence in the Macao SAR through the One-way Permit Scheme; and
  • nationals of Afghanistan and Korea (Democratic People's Republic of). 

The length of stay of such dependants will normally be linked to that of their sponsors. Any subsequent applications for extension of stay will be considered only when the applicant continues to meet the eligibility criteria for entry for residence as dependant and the sponsor remains a bona fide Hong Kong resident living in the HKSAR. These dependants are not prohibited from taking up employment or studies in the HKSAR under the existing policy.

Note:

For the avoidance of doubt, the terms “civil partnership” and “civil union” above mean a legal institution of a nature which is akin to spousal relationship in a marriage. The same-sex civil partnership, same-sex civil union, “same-sex marriage”, opposite-sex civil partnership and opposite-sex civil union entered into in accordance with laws outside Hong Kong are limited to only relationships which are legally and officially recognised in the places of celebration. Such relationships normally have the following features: (a) the entering into and dissolution of the relationship are governed by legislation of the place where it is entered into; (b) the relationship requires registration by the competent authority specified by the legislation of the place where it is entered into; (c) the registration is evidenced in a written instrument issued by the competent authority; and (d) parties to the relationship have a mutual commitment to a shared life akin to spouses to the exclusion of others on a permanent basis. Such relationships do not include de facto spouse, partners in cohabitation, fiancé/fiancée, etc.

Processing Time

It normally takes four weeks to process a visa/entry permit application for investment upon receipt of all the required documents. The Immigration Department will not be able to start processing the application unless all the required documents and information have been received.

All applications are processed and determined by the Immigration Department. Approval of applications is entirely discretionary and is subject to changes in government policies. The Director of Immigration reserves absolute discretion to refuse any application even if the application meets all eligibility criteria.


Hong Kong is considered the most expensive place in the world for expats but all the rules above mentioned can be nothing for those fulfilling the requirements and with a business idea fitted to the profile of that place. It’s very important to know where is the best place in the world for the business you have in mind, and if it can be placed in various places your personal affinities with the local culture can count a lot for starting a successful business. If you want special advice on entrepreneurship, become my patron on my Patreon channel (www.patreon.com/nycka). You can also be kind and pay me a coffee on Ko-fi (https://ko-fi.com/nycka).


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🇬🇧 How to start a business in New Zealand

Today we are going to talk about how to start a business in New Zealand. As I mentioned in other texts, many countries are very receptive to people who want to contribute to their economic growth, and have the option of a visa for entrepreneurs interested in starting a business there. In my most recent research I noticed that some countries are not that receptive, but New Zealand is.

There are basically 2 types of visa for entrepreneurs (for those who want to start a business) and two more for those who are already in the country and want to take up residence and already have a company that enjoys some solidity in the market.

It is worth remembering that New Zealand is a paradise of breathtaking natural beauty, which attracts travellers from all over the world.

Let's start with the criteria for you to obtain the “Entrepreneur work visa”, the general visa for entrepreneurs.

You need:

    • Make a capital investment of at least one hundred thousand New Zealand dollars. If your business is in the field of science or ITC or shows high potential for innovation or export, they may ignore this criterion.
    • Score at least 120 points on the Entrepreneur Work Visa point scale.
    • Have a business plan for the business you plan to buy or establish in the country.

This visa allows you to live in the country for one year with your startup and two more years after prove that your business is progressing. You can also include your partner and dependent children under the age of 19.

Then you can apply for the “Entrepreneur Residence” visa, which is to reside permanently in the country.

The other entry visa format is the “Global impact work visa”. The criteria for obtaining it are:

    • You must be selected by Edmund Hillary Fellowship to participate in a 3-year program.
    • You must have thirty-six thousand New Zealand dollars in maintenance funds to cover your expenses and that of your family in the first year.
    • You must have a high standard of English.

With this visa you can participate in the Edmund Hillary Fellowship program;  work, study and live in New Zealand for 3 years and include your partner and dependent children under the age of 19.

If you reach a period of 30 months participating in the program, you can apply for the “Global impact permanent residence” visa. The criteria for this permanence visa are to participate in the Edmund Hillary Fellowship program for at least 30 months, having the specific visa and having the organization's continuous support. And once you get the permanent visa, you can live, work and study in New Zealand; travel to and from New Zealand as you wish and include your partner and dependent children aged up to 24 years. After this visa you can apply for citizenship in the country. To do this, you should consult the internal affairs department.

The other permanent visa is the “Entrepreneur resident”. The criteria for requesting it are:

    • Have been self-employed for at least 6 months.
    • If you apply for this visa with less than 2 years living in the country as an entrepreneur, you must have an invested capital of at least five hundred thousand New Zealand dollars and have created at least 3 jobs in the country.

This visa gives you the right to continue operating your business in the country; live, work and study in New Zealand and include your partner and dependent children aged up to 24 years. With this visa you are entitled to permanent residence in the country.

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