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🇬🇧 Cultural nomadism - a lifestyle

We can move from a place to another for various reasons. One of them is to know better other cultures, to become a global citizen. Other is ...

Monday, 7 September 2020

🇧🇷 Como empreender na Nova Zelândia

Hoje vamos falar de como empreender na Nova Zelândia. Conforme já mencionei em outros textos, muitos países são muito receptivos a pessoas que queiram contribuir com seu crescimento econômico, e têm a opção de visto para empreendedores interessados em começar um negócio naquele local. Nas minhas pesquisas mais recentes notei que alguns países não são tão receptivos assim, mas a Nova Zelândia é.

Existem basicamente 2 tipos de visto para empreendedores (para quem quer começar um negócio) e mais dois para quem já está no país e deseja fixar residência e já tem uma empresa que goza de alguma solidez no mercado.

Vale lembrar que a Nova Zelândia é um paraíso de belezas naturais de tirar o fôlego, que atrai viajantes de todo o mundo.

Vamos começar com os critérios para você obter o “Entrepreneur work visa”, o visto geral para empreendedores.

Você precisa:

    • Fazer um investimento de capital de pelo menos cem mil dólares neozelandeses, um pouco menos de trezentos e sessenta mil reais no momento que escrevo este texto. Verifique a cotação atualizada antes. Se seu negócio for no campo da ciência ou da tecnologia da informação ou mostrar alto potencial de inovação ou exportação, eles podem ignorar este critério.
    • Fazer pelo menos 120 pontos na escala de pontos do Entrepreneur Work Visa.
    • Ter um plano de negócios para o negócio que você pretende comprar ou estabelecer no país.

Este visto permite a você viver no país por um ano com sua startup e mais dois anos ao comprovar que seu negócio está progredindo. Você também pode incluir seu parceiro ou parceira e filhos dependentes com idade até 19 anos.

Depois você pode solicitar o visto da categoria “Entrepreneur Residence”, que é para residir permanentemente no país.

O outro formato de visto de entrada é o “Global impact work visa”.  Os critérios para obtê-lo são:

    • Você deve ser selecionado pela Edmund Hillary Fellowship para participar de um programa de 3 anos.
    • Você deve ter trinta e seis mil dólares neozelandeses de fundos de manutenção para custear suas despesas e de sua família no primeiro ano.
    • Você deve ter um alto padrão de inglês.

Com este visto você pode participar do programa da Edmund Hillary Fellowship; trabalhar, estudar e viver na Nova Zelândia por 3 anos e incluir seu parceiro ou parceira e filhos dependentes com idade até 19 anos.

Caso atinja um período de 30 meses participando do programa, você pode solicitar o visto “Global impact permanent residence”. Os critérios para este visto de permanência são participar do programa da Edmund Hillary Fellowship por pelo menos 30 meses, tendo o visto específico e tendo o contínuo suporte da organização. E uma vez que você consiga o visto de permanência você pode viver, trabalhar e estudar na Nova Zelândia; viajar de e para a Nova Zelândia como quiser e incluir seu parceiro ou parceira e filhos dependentes com idade até 24 anos. Após este visto você pode solicitar a cidadania no país. Para isso, deve consultar o departamento de questões internas (internal affairs). 

O outro visto de permanência é o “Entrepreneur resident”. Os critérios para solicitá-lo são:

    • Ter sido empreendedor (self employed) por pelo menos 6 meses.
    • Se você solicitar este visto com menos de 2 anos vivendo no país como empreendedor, tem de ter um capital investido de pelo menos quinhentos mil dólares neozelandeses e ter criado pelo menos 3 empregos no país.

Este visto te dá o direito de continuar a operar seu negócio no país; viver, trabalhar e estudar na Nova Zelândia e incluir seu parceiro ou parceira e filhos dependentes com idade até 24 anos. Com este visto você tem direito à residência permanente no país.

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Nycka, the Nomad


Friday, 4 September 2020

🇧🇷 Bilionários e PIB

Fiquei curiosa sobre os países com mais bilionários (e bilionárias) no mundo e a relação desses números com o PIB de cada país. Também procurei saber a percentagem de mulheres bilionárias em relação ao número total de bilionários.

Vamos aos dados que encontrei dos quinze países que lideram o ranking de bilionários da Forbes.

País

Número de bilionários (conforme a Forbes 2020)

PIB do país 

PIB per capita do país

Número de mulheres bilionárias

População total

Proporção entre bilionários e população total

PIB por bilionário

Percentagem de mulheres bilionárias em relação ao número total de bilionários

Estados Unidos da América

614

US$19,390 trilhões (2017)

US$ 59.501

Informação não encontrada (Mais de 150)

325.719.178 (2017)

1 para cada 530.487,26 pessoas

US$32,07 bilhões

Desconhecida 

China

389

US$19,392 trilhões (2015)

US$ 14.107

51

1.394.015.977 (2020)

1 para cada 3.583..588,63 pessoas

US$49,85 bilhões

13,11%

Alemanha

107

US$4,171 trilhões ((2017)

US$ 46.893

4 entre os 30 mais ricos

82.800.000 (2017)

1 para cada 773.831,78 pessoas

US$38,98 bilhões

Desconhecida 

Índia

102

US$7,965 trilhões (2015)

US$ 6.161

10

1.281.935.911 (2017)

1 para cada 12.567.999,1 pessoas

US$78,09 bilhões

9,80%

Rússia

99

US$3,684 trilhões (2016)

US$ 25.185

2

144.526.636 (2018)

1 para cada 1.459.865,01 pessoas

US$37,21 bilhões

2,02%

Hong Kong

66

US$ 381,663 bilhões (2013)

US$ 52.687

6

7.184.000 (2013)

1 para cada 108.848,49 pessoas

US$ 5,78 bilhões

9,09%

Brasil

45

US$3,217 trilhões (2017)

US$ 15.646

9

210.147.125 (2019)

1 para cada 4.669.936,11 pessoas

US$71,49 bilhões

20%

Reino Unido 

45

US$2,434 trilhões (2014)

US$ 37.744

25

63.181.775 (2014)

1 para cada 1.404.039,44 pessoas

US$54,09 bilhões

55,56%

Canadá

44

US$1,836 trilhão (2018)

US$ 49.620

Nenhuma entre os 25 mais ricos

37.242.571 (2018)

1 para cada 846.422,07 pessoas

US$41,73 bilhões

Desconhecida 

França

39

US$2,836 trilhões (2017)

US$ 40445

4

67.348.000 (2018)

1 para cada 1.726.871,79

US$72,72 bilhões

10,26%

Itália 

36

US$2,399 trilhões (2017)

US$ 39.499

6

60.665.551 (2016)

1 para cada 1.685.154,19 pessoas 

US$66,64 bilhões

16,67%

Taiwan

36

US$1,250 trilhão (2018)

US$ 52.960

1

23.577.271 (2017)

1 para cada 654.924,19 pessoas

US$34,72 bilhões

2,78%

Suiça

35

US$516 bilhões (2017)

US$ 80.837

9

8.508.898 (2018)

1 para cada 243.111,37 pessoas 

US$14,74 bilhões

25,71%

Austrália

31

US$1,313 trilhão (2018)

US$ 52.191

7

25.080.200 (2018)

1 para cada 809.038,71 pessoas

US$ 42,35 bilhões

22,58%

Suécia 

31

US$547 bilhões (2018)

US$ 58.345

7

10.171.524 (2018)

1 para cada 328.113,68 pessoas 

US$17,65 bilhões

22,58%


O mundo conta com 2.095 bilionários, sendo 244 mulheres. Inquestionavelmente os três países com mais mulheres bilionárias são os EUA, a China e o Reino Unido. Na proporção entre população total e bilionários, Hong Kong lidera, seguido por Suíça e Suécia, nesta ordem. Já o PIB por bilionário nestes três países são os menores. O Reino Unido é o que tem a maior percentagem de mulheres bilionárias em relação ao número total de bilionários, excluindo-se os países onde não encontrei informação sobre o número total de mulheres bilionárias. Em segundo lugar está a Suíça. Em terceiro Austrália e Suécia empatados. E o Brasil em quarta posição.

O continente africano conta com dez bilionários, sem nenhuma mulher na lista.

Muitos dos dados têm datas diferentes, o que me levou a fazer uma análise superficial das informações encontradas, e compartilhei aqui apenas algumas relações que fiz ao realizar a análise.

Mesmo com a grande diferença numérica entre homens e mulheres eu não vejo isso por um ângulo vitimista. Vejo que 244 mulheres já atingiram esse patamar, sendo 9 delas brasileiras. Mesmo com a cultura machista do país, 20% dos bilionários brasileiros são mulheres e isso é um índice bem alto comparado a outros países. Se é mais fácil ou mais difícil, nunca fui homem pra saber e não tenho vontade de mudar de gênero, então eu busco criar possibilidades pra mim.

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Nycka, the nomad


Sunday, 30 August 2020

🇬🇧 Can allergic people have dogs and cats?

Many people have allergies. Some of them are allergic to cats and dogs. What may surprise those who follow this blog and my social networks and know that I have these pets, is that I was diagnosed with an allergy to animal hair in my teens.

With this information, the questions “who has allergies can have a dog?” and "who has allergies can have a cat?" theoretically have a yes as an answer. And I say theoretically because I don’t want anyone to buy or adopt an animal and then have allergic attacks, abandon the animal and come and say that I said one could. I'm saying that I managed to have long and semi long-haired dogs all my life without major problems. The last two, both of the Lhasa Apso breed, kept in long hair most of the time, slept in my bed. Thor, my cat, makes my arm as pillow at bedtime.

With dogs, despite the medical diagnosis, I never had any problems. When I decided to adopt the cats I went to the doctor and explained the situation of being allergic, never having had cats, and I wanted some medicine if the allergy manifested itself.  He prescribed me a spray to use on my nose only when I had allergic attacks and I even used the medicine a few times, but then the attacks disappeared. I kept the medicine until its expiration date and threw away more than half due to lack of use.

So, with the proper care, I believe that any person who, like me, loves animals, who is not afraid of them or wants to overcome that fear, can have a dog or cat without major problems. But as I am neither a doctor nor know you, I recommend testing your allergic reactions with dogs and cats from friends, neighbors, etc. before purchasing one. Visit friends who have dogs, play with neighborhood dogs, always with the necessary care. The same with cats. Look for anyone who has sociable cats (not Thor's case) and try to interact with them, play, pet, etc. A pet is like a child: a responsibility that lasts for many years. So before adopting or buying one, talk to a doctor or more than one, see the care that the professional recommends and, taking such care, start to approach dogs, cats or both to see how your body reacts. If you react well for a few weeks, then you start thinking about getting yours.  Remember that no responsible breeder or protector sells or donates dogs or cats under three months of age. If a kennel or cattery wants to deliver you a puppy less than three months old, without all the vaccines, look for another one that takes breeding seriously and takes care of the animals' health.

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Nycka, the Nomad

🇧🇷 Quem tem alergia pode ter cães e gatos?

Muitas pessoas têm alergias. Algumas delas são alérgicas a cães e gatos. O que pode surpreender quem acompanha este blog e minhas redes sociais e sabe que tenho esses animais de companhia, é que eu fui diagnosticada com alergia a pêlos de animais na adolescência.

Com essa informação, as perguntas “quem tem alergia pode ter cachorro?” e “quem tem alergia pode ter gato?” teoricamente têm um sim como resposta. E digo teoricamente pra ninguém comprar ou adotar um animal e depois ter crises alérgicas, abandonar o animal e vir dizer que eu falei que pode. Eu estou dizendo que eu consegui ter cães de pelo longo e semi longo a vida toda sem grandes problemas. Os dois últimos, ambos da raça lhasa apso, mantidos com pelos longos a maior parte do tempo, dormiam na minha cama. O Thor, meu gato, faz meu braço de travesseiro na hora de dormir. Vive grudado comigo.

Com cães, apesar do diagnóstico médico, nunca tive problemas. Quando resolvi adotar os gatos fui ao médico e expliquei a situação de ser alérgica, nunca ter tido gatos, e queria algum remédio caso a alergia se manifestasse. Ele me receitou um spray para usar no nariz só quando tivesse crises alérgicas e eu cheguei a usar o remédio algumas vezes, mas depois as crises desapareceram. Mantive o remédio até a data de validade e joguei fora mais da metade por falta de uso.

Então, com os cuidados apropriados, creio que toda pessoa que, como eu, ama animais, que não tem medo deles ou quer vencer esse medo, pode ter um cão ou gato sem grandes problemas. Mas como eu nem sou médica nem te conheço, recomendo testar suas reações alérgicas com cães e gatos de amigos, de vizinhos, etc antes de adquirir um. Visite amigos que têm cães, brinque com cães da vizinhança, sempre com os cuidados necessários. O mesmo com gatos. Procure quem tenha gatos sociáveis (não é o caso do Thor) e procure interagir com eles, brincar, fazer carinho, etc. Um animal de companhia é como um filho: uma responsabilidade que dura por muitos anos. Então antes de adotar ou comprar um, converse com um médico ou mais de um, veja os cuidados que o profissional recomenda e, tomando tais cuidados, comece a se aproximar de cães, gatos ou ambos para ver como seu corpo reage. Se reagir bem durante algumas semanas, então você começa a pensar em adquirir o seu. Lembrando que nenhum criador ou protetor responsável vende ou doa cães ou gatos com menos de três meses de idade. Se algum canil ou gatil quiser te entregar um filhote com menos de três meses, sem todas as vacinas, procure outro que leve a criação a sério e cuide da saúde dos animais.

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Nycka, the Nomad


Saturday, 29 August 2020

🇬🇧 Tips for going to the beach in Brazil

It is summer in the northern hemisphere and here in Curitiba it is hot today and it doesn't even seem that days ago it snowed in southern Brazil. Certainly in many parts of the world the weather is also inviting to go to the beach or the pool. So let's talk about how to go to the beach or the pool in Brazil, and if you live in another country and want to comment on how it works there, your comment is welcome. If you live in another country, Brazil has many spectacular beaches, which are worth a visit.

Let's start with the choice of swimwear.

For men, some wear nylon shorts, but I find this horrible because we get sun and with these shorts the person will have white thighs and tanned legs. And ... ok, on a daily basis we rarely see men with shorter shorts, but in any case someone is going to see this dreadful image at some point. Spare us that kind of view of hell and wear swimwear. The smaller the sun marks, the better.

A good part of women in Brazil, and I include myself among them, wants to sunbathe without leaving visible marks of tan.  There are women who are very keen to have visible bikini marks, but they are usually ordinary women from lower social classes. I suggest having at least two bikinis of different models to alternate, so as not to make any strong mark. A small, low panties and two small tops with thin straps or strapless are also a good option. I understand that, for example, thin-straps or strapless bikinis are inappropriate for those who have large breasts, which need support. I hope you are also aware of your body and look for suitable bikinis for it.

On the feet, flip flops. It is good to have at least two different models, preferably with very thin straps, so as not to have strong marks on the feet.  And don't wear makeup.

I never tried to use sun blocker, but it seems like a good option to keep the skin a more uniform color. I don't know the effect of it on skins that pick color easily, like mine. But anytime I will test.

I never traveled to the coast alone. Possibly if I were, I would look for a hotel facing the sea or with a private beach and leave all my belongings in the room, going to the beach with only my bikini and flip-flops, with nothing to hinder me from entering the water.

Going in a group, a bag with sunscreen, towel, glasses, a hat and some money or card is a good idea. A sarong or shorts to go to a restaurant or go out after the beach is also very useful. In Brazil it is common to see street vendors on the beach offering a variety of products, and having cash on hand makes it easier for impulse purchases of such products. There are also kiosks and restaurants on the beaches or close to them, in coastal cities better structured to receive tourists, and a good business structure that can meet the needs of a tourist.  Even swimwear you can buy in these cities, if you wish. But there are coastal destinations without such facilities, so check before packing.

In the case of clubs, many accept visitors. It is good to check if the clubs in the city you intend to visit accept visitors and how to access them. The tips on how to dress are the same. It is worth checking the structure of each club, if you go alone, to see if there are lockers with keys for you to leave your things while enjoying the local structure (swimming pools, sports courts, sauna, etc.). Hey, finnish people, I only went to a public sauna once (at a club in Brazil) and people were wearing swimsuits. You can shock someone if you go naked. Take care.

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Nycka, the Nomad

🇧🇷 Dicas para ir à praia no Brasil

É verão no hemisfério norte e aqui em Curitiba está fazendo calor hoje e nem parece que dias atrás chegou a nevar no sul do Brasil. Certamente em muitas partes do mundo o tempo também está convidativo para ir à praia ou piscina. Então vamos falar de como ir à praia ou à piscina no Brasil, e se você vive em outro país e quer comentar como funciona aí, seu comentário é bem vindo. Se você mora em outro país, o Brasil tem muitas praias espetaculares, que valem uma visita.

Vamos começar com a escolha dos trajes de banho.

Para homens, alguns usam bermudas de nylon, mas eu acho isso horroroso porque a gente pega sol e com essas bermudas a pessoa vai ficar com coxas brancas e pernas bronzeadas. E... ok, no dia a dia raramente vemos homens com shorts mais curtos, mas de qualquer forma alguém vai ver essa imagem pavorosa em algum momento. Nos poupem desse tipo de visão do inferno e usem sungas. Quanto menores as marcas de sol, melhor.

Boa parte das mulheres no Brasil, e eu me incluo entre elas, quer pegar sol sem deixar marcas visíveis do bronzeado. Existem mulheres que fazem muita questão de ter marcas de biquíni visíveis, mas geralmente são mulheres vulgares de classes sociais inferiores. Eu sugiro ter ao menos dois biquínis de modelos diferentes para alternar, de modo a não ficar marca forte de nenhum. Uma calcinha pequena e baixa e dois tops pequenos de alças finas ou sem alça também é uma boa opção. Entendo que, por exemplo, biquínis de alças finas ou sem alças são inapropriados para quem tem seios grandes, que precisam de sustentação. Espero que você também tenha alguma consciência do seu corpo e procure biquínis apropriados para ele.

Nos pés, chinelos. Também aqui é bom ter ao menos dois modelos diferentes, de preferência com tiras bem finas, para não ficar com marcas fortes nos pés. E não use maquiagem. 

Nunca tentei usar bloqueador solar, mas me parece uma boa opção para manter a pele com uma cor mais uniforme. Não sei o efeito dele em peles que pegam cor fácil, como a minha. Mas qualquer hora vou testar.

Nunca viajei para o litoral sozinha. Possivelmente se fosse eu iria procurar um hotel de frente para o mar ou com praia particular e deixaria todos os meus pertences no quarto, indo para a praia só com o biquíni e chinelo, sem nada que me atrapalhasse de entrar na água. 

Indo em grupo, uma bolsa com protetor solar, toalha, óculos, um chapéu e algum dinheiro ou cartão é uma boa ideia. Uma canga ou shorts para ir a um restaurante ou sair depois da praia também é muito útil. No Brasil é comum vermos vendedores ambulantes na praia oferecendo uma diversidade de produtos, e ter dinheiro à mão facilita para as compras por impulso de tais produtos. Existem também quiosques e restaurantes nas praias ou próximo a elas, nas cidades litorâneas melhor estruturadas para receber turistas, e uma boa estrutura de negócios que possam suprir as necessidades de um turista. Mesmo os trajes de banho você pode comprar nessas cidades, se desejar. Mas existem destinos litorâneos sem tais facilidades, então verifique antes de preparar as malas.

No caso dos clubes, muitos aceitam visitantes. É bom verificar se os clubes da cidade que pretende visitar aceitam visitantes e como ter acesso a eles. As dicas de como se vestir são as mesmas. Vale verificar a estrutura de cada clube, caso vá sozinho, para ver se tem armários com chave para você deixar suas coisas enquanto desfruta da estrutura local (piscinas, quadras esportivas, sauna, etc).

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Nycka, the Nomad


Monday, 24 August 2020

🇬🇧 More experiences with bands

I will talk more about the bands I met. In general I knew nothing or almost nothing about the musicians in the bands I am going to talk about today, although I knew several songs from almost all bands, except Kreator and Evergrey. Kreator I heard a song or two before the show. Even today, Phobia is part of my playlists. On all occasions I was with some friends, because it is much more practical when you have at least two people, so that one can make the photos for the other. At that time, without the option of selfies with cell phones, this was necessary.

On one occasion during 2005 Tristania and Kreator played in Porto Alegre on the same night and I had the opportunity to meet the members of both bands. The Kreator we found at the airport. They were very friendly. So we went to the hotel to see Tristania. Vibeke, who was the band's vocalist at the time, grudgingly took photos. Both shows were very good.

Another night, also in 2005, I went to a Pain of Salvation concert, with an opening by Evergrey, which I didn't know. The venue was less crowded than usual, and during the Pain of Salvation concert, some friends and I saw Evergrey's musicians in the audience and went to talk to them and take pictures. They are very friendly. In 2011 I went to another Evergrey show, this time as the main band in Curitiba and once again I spoke with the musicians. The formation of the band had changed and only two of them were from the previous formation. Both are still in the band today.

I also found Hammerfall! We went to the hotel in 2005 in Porto Alegre and they were very nice to us. I really like the band's music.

Finally, After Forever. Also in 2005 we went to the airport to see the band before the show. There was a security guard beside Floor Jansen, who is now Nightwish's vocalist, repeating to everyone "don't touch her". I thought it would be a bad experience, but when I asked her to sign the trousers I was wearing, she got down on her knees and signed. The other band members also signed, without kneeling. Only the autograph of Bas Maas was missing, which I totally lost myself in the middle of so many people and when I saw him he was already far away. But there will be plenty of opportunities for that in the future. The band broke up, but he currently plays with the wonderful Doro Pesch, who I haven't seen in person.

There are few artists that I try to know a little about their personal life or follow their personal profiles on social networks. But this part of having the opportunity to speak with musicians from bands that I admire is something that I really like, especially when they are really friendly, and not merely professionals. Lately I've been looking to know more about a few bands, being able to spend hours watching videos of their interviews or reading about the band and its members. In the future maybe I will decide to interview some of these bands here on the blog and on my social networks.

Which bands have you had the opportunity to meet and which ones would you like to see in person?

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Nycka, the Nomad

🇧🇷 Mais experiências com bandas

Vou falar mais das bandas que conheci. De modo geral eu sabia nada ou quase nada sobre os músicos das bandas das quais vou falar hoje, embora conhecesse várias músicas de quase todas as bandas, exceto o Kreator e o Evergrey. O Kreator eu ouvi uma ou duas músicas antes do show. Ainda hoje, Phobia faz parte das minhas playlists. Em todas as ocasiões eu estava com alguns amigos, porque é bem mais prático quando tem ao menos duas pessoas, de modo que um possa fazer as fotos para o outro. Naquela época, sem a opção das selfies com celular, isso era necessário.

Numa certa ocasião durante o ano de 2005 o Tristania e o Kreator tocaram em Porto Alegre na mesma noite e tive oportunidade de conhecer os membros de ambas as bandas. O Kreator a gente encontrou no aeroporto. Foram muito simpáticos. Então fomos ao hotel para ver o Tristania. A Vibeke, que era vocalista da banda na época, fez fotos de má vontade. Ambos os shows foram muito bons.

Uma outra noite, também em 2005, fui a um show do Pain of Salvation, com abertura do Evergrey, que eu não conhecia. O local estava menos cheio que o normal, e durante o show do Pain of Salvation eu e alguns amigos vimos os músicos do Evergrey no meio da plateia e fomos falar com eles e fazer fotos. Eles são muito simpáticos. Em 2011 fui a um outro show do Evergrey, desta vez como banda principal em Curitiba e mais uma vez falei com os músicos. A formação da banda tinha mudado e apenas dois deles eram da formação anterior. Ambos continuam na banda atualmente.

Também encontrei o Hammerfall! Fomos ao hotel em 2005 em Porto Alegre e eles foram bem simpáticos com a gente. Eu gosto muito das músicas da banda.

Por fim, o After Forever. Também em 2005 fomos ao aeroporto ver a banda antes do show. Havia um segurança ao lado da Floor Jansen, hoje vocalista do Nightwish, repetindo para todo mundo “não toque nela”. Achei que seria uma experiência ruim, mas quando pedi para ela autografar a calça que eu estava vestindo, ela ficou de joelhos e autografou. Os outros membros da banda também autografaram, sem ajoelhar. Só faltou o autógrafo do Bas Maas, que eu me perdi totalmente no meio de tanta gente e quando vi ele já estava longe. Mas não vão faltar oportunidades para isso no futuro. A banda acabou, mas ele atualmente toca com a maravilhosa Doro Pesch, que ainda não vi pessoalmente.

São poucos os artistas que eu procuro saber um pouco da vida pessoal deles ou seguir nas redes sociais os seus perfis pessoais. Mas essa parte de ter a oportunidade de falar com músicos de bandas que admiro é algo que me agrada muito, em especial quando eles são realmente simpáticos, e não meramente profissionais. Ultimamente tenho procurado saber mais de algumas poucas bandas, sendo capaz de passar horas vendo vídeos de entrevistas deles ou lendo sobre a banda e seus membros. No futuro talvez eu resolva entrevistar algumas dessas bandas aqui no blog e nas minhas redes sociais.

Que bandas você já teve oportunidade de conhecer e quais gostaria de ver pessoalmente?

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Nycka, the Nomad


Friday, 21 August 2020

🇬🇧 Music and other preferences

In Brazil, although we have some great classical and opera composers such as Chiquinha Gonzaga, Carlos Gomes and Heitor Villa Lobos, there is no tradition linked to classical music or at least I was not part of it. I studied ballet, piano and flute in childhood, as I see it is normal for children from developed countries to study, but I was never encouraged to do so. At the time I lived in front of the music conservatory in Montes Claros and it is possible that children's curiosity led me to insist to be part of that universe, but the piano, which I really liked and like, I never had one at home to rehearse and  so I ended up giving up on the course. The others were due to lack of interest. I also studied acoustic guitar in my teens and I have already told in another text why I stopped.

For a long time, my musical references were the popular rhythms. Until I got to know metal and get closer to classical music. And when I went to live in capitals, opportunities arose to have contact with the opera and a whole universe that I had known little before.

Musically I listen to a lot more metal than any other type of music, but in a show it is very easy to identify myself. I remember that at the first Nightwish show I went to, a young man from Santa Catarina traveled to Porto Alegre and found me in line. We knew each other through Orkut. In the middle of the sea of people in black, I was wearing a cropped blue shirt cut diagonally. 😊 And it is rare that I adopt a look that comes out of black from head to toe. I like color, especially in Curitiba where the weather is almost always gray.

As I have worked with fashion all my life, my quality references for clothing also don't match the classic profile of metal fans. I have already walked through some stores that sell to this audience and I was horrified by the low quality. I often say that I am a “pink metalhead” because of how picky I am with clothes. So, I don't fit into labels, but until today I have lived well, making friends with people of very different profiles, with different affinities.

Nowadays I hear a lot of classical music, jazz, and almost nothing about pop. When selecting films I also try to analyze the script more, looking for films that add value to my life. Biography films appeal to me as much as books on this subject. I like individual physical exercises, gym, dog walking, cycling. And video games, because I can spend hours playing games and at the same time being close to my pets and enjoying the company of loved ones. Dancing also pleases me a lot.

Even if you don't share all my preferences, if you are looking for continuous improvement, like me, you will find something on this blog that has value, because my experiences are related to this tireless search for inner growth. But if you are content with little, you will be angry.

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🇧🇷 Música e outras preferências

No Brasil, embora tenhamos alguns grandes compositores de música clássica e ópera como Chiquinha Gonzaga, Carlos Gomes e Heitor Villa Lobos, não existe uma tradição ligada à música clássica ou ao menos eu não fiz parte dela. Estudei balé, piano e flauta doce na infância, como vejo que é normal crianças de países desenvolvidos estudarem, mas nunca fui encorajada a isso. Na época eu morava em frente ao conservatório de música de Montes Claros e é possível que a curiosidade infantil me levou a insistir para fazer parte daquele universo, mas o piano, que eu realmente gostava e gosto, eu nunca tive um em casa para ensaiar e assim acabei desistindo do curso. Os outros foi por falta de interesse mesmo. Também estudei violão na adolescência e já contei em outro texto o motivo de ter parado.

Por muito tempo, minha referência musical foram os ritmos populares. Até eu conhecer o metal e me aproximar da música clássica. E ao ir morar em capitais, surgiram oportunidades de ter contato com a ópera e todo um universo que antes eu pouco conhecia.

Musicalmente ouço muito mais metal que qualquer outro tipo de música, mas num show é muito fácil me identificar. Lembro que no primeiro show do Nightwish que fui, um moço de Santa Catarina viajou para Porto Alegre e me achou na fila. Me conhecia do Orkut. No meio do mar de gente de preto, estava eu com uma camiseta azul cropped cortada na diagonal. 😊 E é raro eu adotar um visual de sair de preto da cabeça aos pés. Gosto de cor, especialmente em Curitiba onde o tempo é quase sempre cinza.

Como trabalhei com moda a vida toda, minhas referências de qualidade para roupas também não combinam com o perfil clássico dos fãs de metal. Já andei por algumas lojas que vendem para este público e fiquei horrorizada com a baixa qualidade. Costumo dizer que sou uma “metaleira rosa” por causa dessa minha frescura com roupas. Assim, não me encaixo em rótulos, mas até hoje tenho vivido bem assim, fazendo amizades com pessoas de perfis bem diferentes, com afinidades diferentes.

Hoje em dia ouço muita música clássica, jazz, e quase nada de pop. Ao selecionar filmes também busco analisar mais o roteiro, buscando filmes que agreguem valor à minha vida. Filmes de biografias me atraem tanto quanto livros com este tema. Gosto de exercícios físicos individuais, academia, caminhadas com o cachorro, andar de bicicleta. E vídeo game, pois posso passar horas jogando e ao mesmo tempo estar perto dos meus animais de estimação e desfrutando da companhia de pessoas queridas. Dançar também me agrada bastante.

Mesmo que você não compartilhe de todas as minhas preferências, se busca o aprimoramento contínuo, como eu, vai encontrar algo neste blog que tenha valor, pois minhas experiências estão relacionadas a essa busca incansável pelo crescimento interior. Mas se você se contenta com pouco, vai passar raiva.

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Wednesday, 19 August 2020

🇬🇧 Meeting Epica

Some stories from our lives exist to be shared with our grandchildren and others. This looks like a movie, but I lived it a few years ago.

I went from Porto Alegre to Curitiba to see a show by a Dutch band called Epica with a friend. That was in 2005. On the bus, we met three guys who were going to the same show. We arrived in the city around 6 pm, we were going to the venue and the idea was to take the first bus the next morning.

When the show was over, with several hours left to catch the bus to go home, my friend asked me what to do. I suggested we could take a cab to follow the van that was transporting the group. She looked at me like I was crazy. 😁 When the van started to pull out of the parking lot, I saw a cab outside. Our opportunity to do exactly what I said. I talked to my friend, we took the taxi and asked to follow the van. The boys on the bus were with us. The van driver realised after a while that we were following him. And he tried to trick us. But the taxi driver was very good and told us “don't worry because there is only one hotel in that direction”. And we went to that hotel without ever losing sight of the van. We arrived together. We talked to the musicians, got autographs and took pictures. We stayed in the hotel hall all night. We slept on the couch. In the morning, we meet the musicians again. At night I had not seen the bassist. My hair was red at the time. In the morning, after he had coffee, he went into the hall, he saw me, we took a photo. The others also saw us and the singer Simone Simons, a beautiful woman, was scared and surprised to learn that we stayed there all night. She's one of the sweetest famous people I've ever had the chance to meet.

After a while, we left to take the bus and return home.

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🇧🇷 Encontrando o Epica

Algumas histórias de nossa vida existem para serem compartilhadas com nossos netos e outras pessoas. Esta parece coisa de filme, mas vivi isso há alguns anos.

Fui de Porto Alegre para Curitiba para ver um show de uma banda holandesa chamada Epica com uma amiga. Isso foi em 2005. No ônibus, encontramos três caras que deveriam ir ao mesmo show. Chegamos na cidade por volta das 18h, íamos para o local do show e a ideia era pegar o primeiro ônibus na manhã seguinte.

Quando o show acabou, faltando várias horas para pegarmos o ônibus para ir para casa, minha amiga me perguntou o que fazer. Eu sugeri seguirmos a van que está transportando o grupo de táxi. Ela olhou para mim como se eu fosse louca. 😁 Quando a van começou a sair do estacionamento, vi um táxi do lado de fora. Nossa oportunidade de fazer exatamente o que eu disse.  Conversei com minha amiga, pegamos o táxi e pedimos para seguir a van. Os meninos do ônibus estavam conosco. O motorista da van percebeu depois de um tempo que o estávamos seguindo. E ele tentou nos enganar. Mas o taxista foi muito bom e nos disse “não se preocupem porque só tem um hotel nessa direção”. E fomos para aquele hotel sem nunca perder de vista a van. Chegamos juntos. Conversamos com os músicos, pegamos autógrafos e tiramos fotos. Ficamos no hall do hotel a noite toda. Dormimos no sofá. De manhã, encontramos os músicos novamente. À noite eu não tinha visto o baixista. Meu cabelo era ruivo naquela época. De manhã, depois que ele tomou um café, ele foi para o corredor, ele me viu, tiramos uma foto. Os outros também nos viram e a cantora Simone, uma menina linda, ficou assustada e surpresa ao saber que ficamos ali a noite toda. Ela é uma das pessoas famosas mais doces que já tive oportunidade de conhecer.

Depois de um tempo, saímos para pegar o ônibus e voltar para casa.

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