A blog about Cultural Nomadism: a lifestyle built on expanding repertoire. 🔔 New contents soon, so, subscribe! © Copyright © All rights reserved to Nycka Nunes. Reproduction in whole or in part requires written permission: nyckanunes@gmail.com
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🇬🇧 Cultural nomadism - a lifestyle
We can move from a place to another for various reasons. One of them is to know better other cultures, to become a global citizen. Other is ...
Monday, 13 July 2020
🇬🇧 8 steps to start a successful business
Sunday, 12 July 2020
🇬🇧 Tips for those who want to have a cat
🇧🇷 Dicas para adquirir um gato
Hoje vou falar de cuidados iniciais com gatos, aquelas dúvidas que quem tem vontade de ter gatos tem. Se você tiver alguma dúvida não esclarecida neste texto, use os comentários para perguntar e, se possível, eu responderei.
Além da opção de comprar gatos de raça, você pode adotar gatos. Os meus todos foram adotados. Acredito que comprar só é uma opção quando buscamos características específicas de uma determinada raça, e mesmo assim às vezes conseguimos adotar animais com aquele perfil. Eu, na época que adotei o Thor, sonhava com um gato gigante, mas ainda tinha pouca experiência com gatos, então não considerava a compra imediata. Hoje ele é maior que uma fêmea de ragdoll.
Os gatis que já sondei não dão uma garantia que um filhote de maine coon ou outra raça gigante vá ficar grandão, e sem essa garantia, se a característica que busco é o tamanho muito acima da média de gatos comuns, não acredito que valha a pena comprar um gato, neste caso. Acredito que vale, por exemplo, para raças diferenciadas, como Sphynx (eu não teria um, requer cuidados demais, mas nunca vi um para adoção), Scottish Fold (que têm um aspecto doce e desprotegido), American curl (acho eles lindinhos), Bosques da Noruega (têm outras características atrativas além do tamanho), etc. Como eu gosto de viajar e me mudar, gatos de focinho curto como os persas não são opção para mim. A manutenção dos persas me parece super trabalhosa também, pois o pêlo deles é fino, sendo mais fácil embolar que um british long hair, por exemplo.
Para todo gato você vai ter de ensinar o que pode e o que não pode, ter arranhadores para eles afiarem as unhas (caixas de papelão também servem, mas arranhadores de corda duram mais), oferecer ração de qualidade (o Thor come ração super premium e pesando a relação custo x benefício vale mais a pena que comprar ração barata de supermercado), telar as janelas ou proteger os muros de casa de modo que o gato não saia nem se machuque, e usar caixas com areia sanitária para que eles façam suas necessidades fisiológicas ali. Também precisa remover as fezes e os torrões de urina diariamente (eu faço isso várias vezes ao dia, e se você tem menos de três caixas para cada gato, recomendo que faça o mesmo.
Não espere obediência de um gato. Eles são muito amorosos quando querem, mas geralmente se guiam pela própria cabeça. São muito inteligentes e mesmo que você adote um gato adulto ele é capaz de aprender a fazer as necessidades na caixa de areia e entender o que pode e o que não pode se você ensinar com amor, sem castigos físicos. Eu usei um tipo de spray repelente para pets pra evitar que meus gatos mordessem os fios do computador e outros pela casa quando filhotes, mas sinceramente gostaria de descobrir um método mais eficaz para isso, que não deixe os pets associando o som de spray a algo desagradável. Se você sabe, compartilhe nos comentários.
Gatos gostam de água fresca. É importante lembrar de trocar a água com frequência. Muitas pessoas usam uma fonte de água para os felinos. Ainda não experimentei com os meus, mas o Thor felizmente bebe muita água mesmo sem tal estímulo.
Algumas pessoas dizem que gatos amam a casa e não o dono. O Thor é muito apegado a mim e já vi outros casos de gatos que amam seus tutores. Comigo ele se sente protegido e confiante, possivelmente por saber que é amado.
Recomendo que quem escolher comprar um gato de raça analise bem o padrão da raça em sites oficiais como a FIFE e analise também os gatis, evitando aqueles que criam várias raças da moda ou que sempre têm filhotes disponíveis, que podem estar sobrecarregando as matrizes. E, seja adotado ou comprado, aprenda a respeitar o gato e compreender as necessidades individuais dele.
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Nycka, the Nomad
Tuesday, 7 July 2020
🇬🇧 In a serious relationship with innovation
🇧🇷 Em um relacionamento sério com a inovação
O filme australiano “Vem dançar comigo”, de 1992, é interessante para observarmos a inovação e como o inovador enfrenta o senso comum para atingir seu objetivo. Para mim, é um recurso que acesso de tempos em tempos para me reconectar à minha essência - a inovação - e ganhar forças para seguir em frente em meio a tantas pessoas de visão limitada e conservadora. Como Scott e Fran têm um objetivo comum relacionado à inovação (criar novos passos de dança e usá-los numa competição importante) e encontram apoio um no outro, o filme é, em si, um suporte a todos os inovadores, e não apenas os que trabalham dentro da indústria artística. Não é um romance entre duas pessoas, mas um romance de cada um deles com seu propósito, e com o propósito de apoiar um ao outro. Um romance entre cada inovador e seu propósito.
O perfil inovador está em constante luta para vencer o tédio, para mudar o que já existe e criar algo novo e melhor, romper os laços com o comum e derrotar as próprias inseguranças quando cercado de gente conservadora demais, e, neste momento de pandemia global, como aconteceu em tantos outros momentos da história, os inovadores serão os criadores de uma nova realidade em todas as indústrias. Quem não apostar em inovação e em um modelo de negócio flexível será destruído.
O futuro sempre pertencerá aos inovadores, que têm coragem de enfrentar o status quo e apostar em algo diferenciado, e apostar em buscar, simultaneamente, a excelência. O custo da inovação é alto porque não é algo simples de ser feito. Aqueles profissionais excessivamente apegados a planilhas e números são um dos grandes inimigos da inovação dentro das empresas porque buscam provas que o verdadeiro inovador não pode oferecer, pois inovar é criar algo novo, não há garantias de sua aceitação. Tem uma frase famosa de Henry Ford em que ele diz que se ele fosse pesquisar o que o público queria, antes de criar o famoso Ford T, as pessoas responderiam que gostariam de cavalos mais velozes. Ninguém no mundo, naquele momento, além do próprio Ford, imaginava veículos que não fossem puxados por animais. Assim como as pessoas estavam tão acostumadas a dançar passos minuciosamente estudados na história do filme mencionado no início deste texto, que não tinham uma opinião sobre os passos criados por Scott nas cenas iniciais do filme. Quem está muito apegado ao status quo não vê valor na inovação. Leva tempo. Requer esforços maciços de marketing. Requer coragem e acreditar no poder da inovação. Mas, no mundo dos negócios, é melhor ter esta coragem que não tê-la, pois se você não tiver outro vai ter e vai te superar. Existem vários casos de grandes marcas que dominaram seu mercado por um tempo, mas por não ter uma cultura de inovação, foram superadas. Suas escolhas neste momento definirão seu futuro nos negócios.
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Nycka, the Nomad
Sunday, 5 July 2020
🇬🇧 Tips for those interested in living in Brazil
- Although Brazil is known as a tropical country, we have regions where winter can have temperatures below twenty degrees and in the south of the country, winter can have negative temperatures eventually, although snow is rare.
- In cold countries, such as Canada and European countries, it is common to have a heating system in homes. In southern Brazil, although it is cold, it does not even exist in Curitiba, the coldest capital of the country, which even in summer rarely has temperatures above 30 ° C.
- In the summer of Curitiba, after a day or two of "too much" heat, it usually rains and the temperature becomes milder in the coming days.
- Although Porto Alegre has temperatures similar to Curitiba in winter (it is a little less cold, even if it is further south), in summer it is an absurdly hot city. And the presence of rain in summer is much less frequent than in Curitiba. Those who can spend the summer on the coast.
- The city of Sao Paulo, the largest in the country, has milder temperatures than Rio de Janeiro and is absolutely cosmopolitan. What you don't find there, you probably won't find it anywhere in Brazil. And it is definitely the city with the largest variety of luxury brands available in the country.
- Speaking of luxury, besides Sao Paulo and Rio, Curitiba is another city where this market has been served better recently.
- I have already traveled a lot in the country and in terms of culture and structure, I believe that some of the best capitals to live in Brazil are: Curitiba and Porto Alegre in the south; Sao Paulo and Belo Horizonte in the southeast; Fortaleza and Recife in the northeast, although I believe that all the capitals of the northeast have something interesting to offer; Goiânia and Brasília in the Midwest and Belém and Manaus in the North. Among the smaller cities there are some good options and the region of the “serra gaucha” (Caxias do Sul, Garibaldi, Farroupilha, Bento Gonçalves, etc.); the city of Uberlândia, in Minas Gerais; and Ribeirão Preto in the state of Sao Paulo are some interesting options. In Uberlândia, from personal experience, I can say that it is a city with a reasonably cosmopolitan mentality. In the Serra Gaúcha, although the cities are relatively small, many of them are strong wine and shoe producers and are very close to the capital, with most of them accessible in up to four hours by bus.
- Brazilians are very welcoming to foreigners, especially those from developed countries.
- Many Brazilians are racist, even if it is less than some say, so it could be that dark-skinned people have more difficulty adapting to the country, in addition to the language problem.
- If you want to open a company or have a self-employment in the country, it is recommended that you get to know the local market and take local consultancy for support. Count on me if you propose to offer something interesting to the upper economic classes. Discover the services I offer on the "Services" page of this blog.
- The official language of Brazil is Portuguese. Almost everyone in the upper classes also speaks English, a language that children of wealthy families often study from childhood. You will hardly be understood in English in a cheap shop or supermarket.
🇧🇷 Dicas para quem quer morar no Brasil
Para quem pensa em morar no Brasil, seguem algumas dicas.
- Embora o Brasil seja conhecido como um país tropical, temos regiões onde o inverno pode ter temperaturas abaixo de vinte graus, e no sul do país o inverno pode ter temperaturas negativas eventualmente, embora seja rara a ocorrência de neve.
- Em países frios, como no Canadá e países europeus é comum que exista um sistema de calefação nas casas. No sul do Brasil, embora seja frio, isso não existe nem mesmo em Curitiba, a capital mais fria do país, que mesmo no verão raramente tem temperaturas muito acima dos 30°C.
- No verão curitibano, após um ou dois dias de “muito” calor geralmente chove e a temperatura fica mais amena nos próximos dias.
- Embora Porto Alegre tenha temperaturas similares a Curitiba no inverno (é um pouco menos fria, embora seja mais ao sul), no verão é uma cidade absurdamente quente. E a ocorrência de chuvas no verão é bem menos frequente que em Curitiba. Quem pode passa o verão no litoral.
- A cidade de São Paulo, a maior do país, tem temperaturas mais amenas que o Rio de Janeiro e é absolutamente cosmopolita. O que você não achar lá, provavelmente não encontrará em nenhum lugar do Brasil. E é certamente a cidade com maior variedade de marcas de luxo disponíveis no país.
- Falando em luxo, além de São Paulo e do Rio, Curitiba é outra cidade onde esse mercado tem sido melhor atendido ultimamente.
- Já viajei um bocado pelo país e em termos de cultura e estrutura, acredito que algumas das melhores capitais para se morar no Brasil sejam: Curitiba e Porto Alegre no sul; São Paulo e Belo Horizonte no sudeste; Fortaleza e Recife no nordeste, embora eu acredite que todas as capitais nordestinas tenham algo interessante a oferecer; Goiânia e Brasília no Centro Oeste e Belém e Manaus no norte. No interior existem algumas boas opções e a região da serra gaúcha (Caxias do Sul, Garibaldi, Farroupilha, Bento Gonçalves, etc); a cidade de Uberlândia, em Minas Gerais; e Ribeirão Preto no interior do estado de São Paulo são algumas opções interessantes. Em Uberlândia, por experiência própria posso dizer que é uma cidade do interior com uma mentalidade razoavelmente cosmopolita. Na serra gaúcha, embora as cidades sejam relativamente pequenas, várias delas são fortes produtoras de vinhos e calçados e são bastante próximas da capital, com a maioria sendo acessível em no máximo quatro horas de viagem de ônibus.
- Brasileiros são muito acolhedores com estrangeiros, principalmente aqueles de países desenvolvidos.
- Muitos brasileiros são racistas, embora seja menos do que algumas pessoas dizem, então pode ser que pessoas de pele escura tenham mais dificuldade de adaptação no país, além da questão do idioma.
- Se você quer abrir uma empresa ou ter um trabalho autônomo no país, é recomendável conhecer o mercado local e contratar consultoria local para suporte. Conte comigo se visa oferecer algo de interesse das classes econômicas mais elevadas. Conheça os serviços que ofereço na página “Serviços” deste blog.
Se pensa em morar no Brasil e tem dúvidas não relacionadas ao seu plano de negócios ou carreira, pergunte nos comentários.
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Nycka, the Nomad
Friday, 3 July 2020
🇬🇧 Positive effects from music
🇧🇷 Efeitos positivos da música
É curioso o poder da música e a relação dela com nossa identidade individual, mais que aquela identificação com um grupo.
Eu ouço metal desde a década de 90, e sempre ouvi outros estilos. Mas o metal é o que mais dialoga comigo e expressa minhas emoções. É a trilha sonora perfeita para qualquer momento. Não é qualquer banda. Tem várias cujas músicas não combinam nada comigo nem me causam bem estar.
Estava aqui ouvindo minha playlist de metal agora há pouco e começou a tocar “The healer”, do Primal Fear. Já comentei aqui que fui a um show deles, sem conhecer a banda, nos primeiros meses que eu estava em Porto Alegre, quando eu não conhecia quase ninguém na cidade, e ninguém com gosto musical similar ao meu. E agora eu estava pensando no orgulho que sinto de mim, porque eu já morei em 4 lugares muito diferentes entre si, que têm muito pouco em comum, e para a adolescente que fui isso era impossível. Parecia mais impossível ainda conhecer meus ídolos. Lembro que quando morava em Uberlândia conheci um gaúcho num grupo sobre o Nightwish no Yahoo! Ele postou fotos com a banda que incluíam uma foto sentado no chão do aeroporto com a vocalista. E fiquei pensando em que tipo de posição privilegiada na vida ele devia ter pra conseguir aquilo. Mas quando fui para Porto Alegre foi esta mesma pessoa que acabou criando a oportunidade pro meu primeiro encontro com o Nightwish. E dali por diante foram muitas outras bandas. Sair e seguir em frente, procurando seu próprio espaço e não aquele dos seus pais não é pra qualquer um. Adaptar-se ao diferente e até gerar mudanças no ambiente não é todo mundo que consegue. É pra mim e pra você que se identifica com a ideia do nomadismo cultural, de viajar, conhecer outros lugares, morar em outros lugares, e em vez de perder nossa identidade perdemos é aquela que absorvemos de terceiros, mas nunca foram realmente nossas. Isso requer coragem.
A música e a moda (mais especificamente o desenvolvimento de um estilo pessoal) me libertaram da baixa autoestima e da depressão, entre outros problemas que enfrentei na infância, adolescência e parte da vida adulta. O universo digital me permite conectar-me a pessoas que de alguma forma se identificam comigo e valorizam quem sou e o que faço. Acho que por isso tenho um carinho especial por fazer blog, mesmo quando todo mundo está fazendo vídeos no YouTube. Eu gosto mais da comunicação escrita. A falada eu reservo a pessoas próximas, olho no olho, ainda que às vezes faça matérias na TV ou vídeos pras redes sociais. A ideia de estudar música vem para dar voz a meus sentimentos de outras formas. E talvez ajudar outras pessoas a se conectarem com seu verdadeiro Eu da forma como a música me ajudou a fazer essa conexão e me libertar de correntes de espinhos. Da mesma forma que uso o trabalho de imagem pessoal para contribuir para que as pessoas se conheçam mais profundamente e terem um estilo que seja realmente delas, e não meu, da forma como utilizei essa ferramenta pro meu próprio desenvolvimento.
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Nycka, the Nomad
Sunday, 28 June 2020
🇬🇧 How to sleep better during the winter
Some options for sleeping well on cold nights:
- Have a good heater, suitable for the size of your room.
- Have carpeted floors in the bedroom or wooden floors with rugs to warm the room. Avoid tiled floors (such as ceramic, stone, burnt concrete, etc.). Heated floors are also an option.
- Have dogs and / or cats. If you let them sleep in your bed it helps a lot to feel more comfortable in the winter. I have already had nights of negative temperatures in Curitiba and with them the cold was very bearable. Of course, this only applies if you like animals and you feel comfortable doing it. The purring of cats also helps you sleep better.
- Use many blankets and duvets. For me, usually a maximum of 3 is enough (in Curitiba) without turning on the stove, but each one knows how much the cold annoys. Put underneath, the one which will be in direct contact with your body, covering you, one of a warmer material, such as wool or cotton. A microfiber blanket, for example, has a cool touch and although it heats up, the first few minutes in bed can be a little uncomfortable due to the cold feeling of the blanket, so it's best to have a material that doesn't give that first impact cold.
- It seems to me that the room that gets the sun in the afternoon tends to be warmer at night than the one that doesn't get the sun at that time. So when choosing where to live if you go to a place with cold winter, it is worth looking at this. Possibly in Finland this tip make no difference as most of the time is dark during the winter.
- Before going to sleep, drinking tea, hot chocolate and soups helps keep the body warm.
Winter is starting in the southern hemisphere. In Curitiba there are nights with temperatures below 5 ° C this week. For those who live in the Northern Hemisphere or intend to go there, it is worth thinking about the tips for the coming winter.
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🇧🇷 Dicas para dormir bem no frio
Algumas opções para dormir bem em noites frias:
- Tenha um bom aquecedor, adequado para o tamanho do seu quarto. Para a maioria dos lugares (salvo países próximos do pólo norte, por exemplo) na maior parte do tempo ele vai ser dispensável se você seguir as outras dicas, mas é sempre bom ter um recurso de conforto a mais.
- Tenha piso de carpete no quarto, ou piso de madeira com tapetes para aquecer o ambiente. Evite piso frio (como cerâmica, pedra, cimento queimado, etc).
- Tenha cães e/ou gatos. Se você deixar eles dormirem na sua cama ajuda um bocado a se sentir mais confortável no frio. Já peguei noites de temperaturas negativas em Curitiba e com eles o frio ficou bem suportável. Claro que isso só vale se você gostar de animais e sentir-se confortável fazendo isso. O ronronar dos gatos ajuda a dormir melhor também.
- Use muitos cobertores e edredons. Pra mim, geralmente até 3 bastam, sem ligar o aquecedor, mas cada um sabe o quanto o frio incomoda. Coloque por baixo, o que vai ficar em contato direto com seu corpo, te cobrindo, um de um material mais quente, como lã ou algodão. Um cobertor de microfibra, por exemplo, tem um toque geladinho e, embora ele esquente, os primeiros minutos na cama podem ser um pouco incômodos pela sensação gelada do cobertor, por isso um material que não dê esse primeiro impacto gelado é melhor pra colocar por baixo.
- Me parece que se o quarto pega sol da tarde ele tende a ser mais quentinho de noite que um que não pegue sol nesse horário. Então, na hora de escolher onde morar se está indo para um lugar frio, vale observar isso.
- Antes de dormir, tomar chás, chocolate quente e sopas ajuda a manter o corpo aquecido.
No hemisfério sul o inverno está começando. Em Curitiba tem previsão de noites com temperaturas inferiores a 5°C nesta semana. Para quem vive no hemisfério norte ou pretende ir pra lá, vale pensar nas dicas para o próximo inverno.
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Nycka, the nomad
Saturday, 27 June 2020
🇬🇧 Suggestions for Sunday
Today was a busy day. For me, at the moment I publish this, it's still Saturday night. In my whole life I only went to one music festival, Live’n’Louder, in Porto Alegre, in 2005. Wow! It's been almost fifteen years! Here in Brazil metal festivals are not common, and in the cities where I have lived, even the capitals like Porto Alegre and Curitiba, have less shows than in São Paulo or some European cities even smaller. I was born in the wrong place and I've been fixing it since I was twenty-two years old, but I still haven't gotten to my place.
With this coronavirus, all shows around the world have been postponed, but many bands are doing shows without an audience or with a limited audience and broadcast live over the internet. Some are rehashing material and sharing videos from full shows. So, today, there was an Evergrey show broadcast on Twitch and a few more rehearsed shows, including Arch Enemy and Apocalyptica, on Facebook. And even with a full day, filled with these artists that I admire, I would like to make four suggestions:
- Suggest that you watch Evergrey's live today if it is published somewhere (it was broadcast at https://www.twitch.tv/geflemetalfestival but I checked it out and there is no video there for those who lost). Failing that, check out some moments from their show in Curitiba in 2011, on my old YouTube channel. The channel is deactivated because Google disappeared with my e-mail, because I spent some time without accessing it. There you can see the songs “Blinded” (https://youtu.be/foQtaDWHQK8), Solitude Within (https://youtu.be/mLK68ccV1WY) and I'm Sorry (https://youtu.be/g2DX9- rAFRs).
- See also the “Live at your home” that Apocalyptica did on May 14th (https://youtu.be/mwuX1fq5h5s) and the previous one, on April 25th (https://youtu.be/4sxtHSXOdKA), on their official channel. I suggest the two bands because they are among my favorites. And in the case of Apocalyptica I highly value their authentic work, and although Metallica covers are very good, for me, they, pioneers in this thing of making rock / metal with cellos, are worth more than Metallica.
- Share a domestic tip. There's a restaurant nearby that serves a gnocchi with chicken, broccoli and white sauce. I decided to make the chicken and broccoli sauce at home, but I didn't make pasta to go with it. I made rice. And instead of making a normal white sauce... I used coconut milk instead of milk. 😋 And it was outrageously good. The aroma, the taste, everything. And you can use it as much as I did, to accompany rice, as well as to accompany pasta. And you can exchange broccoli for mushrooms, asparagus or something else of your choice. Or several, to give more color to the dish too. And, of course, it is always worth exchanging chicken for fish, shrimp (I love it!) or even pork fillet. Only in this you have many different options of dishes to try.
- And, since I talked about my old channel, there is a video of a story about glasses that I contributed to UFMG TV (https://youtu.be/yngCUKhSQaY), in portuguese. If you want more tips on choosing your sunglasses or prescription glasses, follow this blog and my social media profiles. All addresses are in the sidebar, in the contacts frame (Contacts) and in Nycka’s World. Almost every day I share content on some social network, so it’s worth following them all.
Have a great Sunday.
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🇧🇷 Dicas pro domingo
Hoje foi um dia cheio. Pra mim, no momento que publico isso ainda é sábado à noite. Em toda a minha vida só fui a um festival de música, o Live’n’Louder, em Porto Alegre, em 2005. Uau! Fazem quase quinze anos! Aqui no Brasil festivais de metal não são comuns, e nas cidades onde já morei, mesmo as capitais como Porto Alegre e Curitiba, têm menos shows que em São Paulo ou algumas cidades europeias até menores. Nasci no lugar errado e venho consertando isso desde que fiz vinte e dois anos, mas ainda não cheguei no meu lugar.
Com esse tal coronavírus todos os shows no mundo todo foram adiados, mas muitas bandas estão fazendo shows sem público ou com público limitado e transmitindo ao vivo pela internet. Algumas estão requentando material e compartilhando vídeos de shows completos. Então, hoje, teve show do Evergrey transmitido pelo Twitch e mais uns tantos shows requentados, incluindo Arch Enemy e Apocalyptica, no Facebook. E mesmo com dia cheio, preenchido por estes shows de artistas que admiro, eu gostaria de fazer quatro sugestões:
- Sugerir que vocês assistam à live de hoje do Evergrey se for publicada em algum lugar (foi transmitida em https://www.twitch.tv/geflemetalfestival mas fui checar e não tem o vídeo todo lá pra quem perdeu). Na falta disso, vejam alguns momentos do show deles em Curitiba em 2011, no meu canal antigo do YouTube. O canal está desativado porque o Google deu sumiço no meu e-mail, por eu ter ficado algum tempo sem acessá-lo. Lá você pode ver as músicas “Blinded” (https://youtu.be/foQtaDWHQK8), Solitude Within (https://youtu.be/mLK68ccV1WY) e I’m Sorry (https://youtu.be/g2DX9-rAFRs).
- Vejam também a “Live at your home” que o Apocalyptica fez em 14 de maio (https://youtu.be/mwuX1fq5h5s) e a anterior, de 25 de Abril (https://youtu.be/4sxtHSXOdKA), no canal oficial da banda. Eu sugiro as duas bandas porque estão entre as minhas preferidas. E no caso do Apocalyptica eu valorizo muito o trabalho autêntico deles, e embora os covers do Metallica sejam muito bons, pra mim, eles, pioneiros nessa coisa de fazer rock/metal com violoncelos, valem mais que o Metallica.
- Compartilhar uma dica doméstica. Tem um restaurante aqui perto que serve um nhoque com frango, brócolis e molho branco. Eu resolvi fazer o molho com frango e brócolis em casa, mas não fiz massa pra acompanhar. Fiz arroz mesmo. E em vez de fazer um molho branco normal... eu usei leite de coco no lugar do leite. 😋 E ficou escandalosamente bom. O aroma, o sabor, tudo. E você pode usar tanto como eu fiz, pra acompanhar arroz, como pra acompanhar massa. E pode trocar o brócolis por cogumelos, aspargos ou outra coisa de sua preferência. Ou várias, pra dar mais cor ao prato também. E, claro, sempre vale trocar o frango por peixe, camarão (amo!) ou mesmo filé suíno. Só nisso você tem muitas opções diferentes de pratos pra experimentar.
- E, já que falei do meu canal antigo, lá tem um vídeo de uma matéria sobre óculos que teve contribuição minha para a TV da UFMG (https://youtu.be/yngCUKhSQaY). Se quiser mais dicas sobre como escolher seus óculos, de sol ou de grau, siga este blog e meus perfis nas redes sociais. Todos os endereços estão na barra lateral, no quadro de contatos (Contacts) e no Nycka’s World. Praticamente todo dia eu compartilho conteúdo em alguma rede social, então vale a pena seguir todas.
Tenha um ótimo domingo.
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🇬🇧 How to overcome shyness
I was asked how to overcome shyness. I am not a psychologist, but I will share my experience with this. Unfortunately, I was born at a time that apparently it was super normal for parents to be authoritarian and to force children to be obedient and meet their parents' expectations. And for some reason I was not supposed to live up to my expectations and I lived most of my life with my maternal grandmother. I don't know where I lived when I was 8, but an incident happened at school that made me carry trauma for thirty years and from then on I stopped answering roll calls at school. So I considered myself a shy person, although if I go to analyze it in depth, maybe I was an extrovert with problems of self-esteem. After that incident, I changed schools and two years later I changed again. And in this school where I studied from the age of 11, the slow transformation began. In the first year I didn't even leave the room during the break. And a gentleman, “Seu Cecílio”, came to lock the doors of the rooms. He told me over and over that if something went missing in the room it would be my fault, trying to get me out. I just said that nothing was going to disappear. And it never disappeared. And I didn't leave the room. In the second year I went out and sat on a small wall in front of the room. At some point there I started to make friends. In seventh grade, my third year at school, I already had a class of friends. But I continued without answering roll calls and without presenting papers until the end of high school.
I say that maybe I was an extrovert with self-esteem problems because I work since I was five years old. Initially I helped my grandmother organize the products at my aunts' store. When I finished what I was told to do and saw someone at the counter unattended, I would go there and try to help. I already knew how to read to inform prices and I knew where each product was, so it was very simple. Not everyone accepted my help, but it was something I usually did on my own.
When I decided to enter college I also decided that I was going to be a normal student, answering the roll calls and making presentations. And then a new change began. At first I sat in the back and answered quietly, but answered. And I presented works without looking at colleagues or teachers, but I did. In advertising college, my second degree, I started to become more loose and confident.
When I finished the advertising course I started attending Buddhist meetings at Soka Gakkai International, which I met at the end of the seventh semester of the eight of the course. I was converted just over a year later and right away I was invited to present a story to... leaders! I, recently converted, explaining something to leaders, some of whom were born in Buddhist families! But, curiously, this idea didn't even cross my mind and I accepted. But in the day it was very hot and the fans were turned on, so it was difficult to hear my voice. I had to speak with a microphone. And I had some stupid problem with microphones, but I ended up being able to do the presentation with it and it was great because it helped to destroy the blockage I had. At Gakkai I had many other opportunities to improve myself and overcome limitations. In Porto Alegre I became part of the youth choir, with a group that was much younger than me. I felt a little out of place. More recently, living in Curitiba, I was part of the Arco-Íris group, where I faced again the problem of being in a group with people much younger than me. And I won. At the inauguration of the BSGI Cultural Center in Curitiba, I was very comfortable and a member even scolded me for talking too much with the youngest girl in the group during the event, where we should both take pictures (and we did it! With several good photos, by the way). The age difference between us was more than twenty years.
I cannot guarantee that this will work for everyone, but willpower usually does well, and coupled with a hard work of self-knowledge, which few people face to do in depth, brings surprising results.
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🇧🇷 Como vencer a timidez
Me perguntaram como vencer a timidez. Não sou psicóloga, mas vou compartilhar minha experiência com isso. Infelizmente nasci numa época que aparentemente era super normal pais serem autoritários e forçarem filhos a serem obedientes e atender às expectativas dos pais. E por algum motivo eu não devia atender muito às expectativas dos meus e morei boa parte da vida com minha avó materna. Eu não sei onde eu morava aos 8 anos, mas aconteceu um incidente na escola que me fez carregar traumas por trinta anos e a partir dali eu parei de responder chamada na escola. Então eu me considerava uma pessoa tímida, embora se for analisar a fundo, talvez eu fosse uma extrovertida com problemas de autoestima. Depois do tal incidente mudei de escola e dois anos depois mudei de novo. E nesta escola onde eu estudei a partir dos 11 começou a lenta transformação. No primeiro ano eu nem saía da sala no intervalo. E vinha um senhor, “seu Cecílio”, trancar as portas das salas. Ele me disse inúmeras vezes que se sumisse algo na sala a culpa ia ser minha, tentando me fazer sair. Eu só dizia que nada ia sumir. E nunca sumiu. E eu não saía da sala. No segundo ano eu saía e sentava num murinho em frente à sala. Em algum momento aí comecei a fazer amizades. Na sétima série, meu terceiro ano na escola, eu já tinha uma turma de amigos. Mas segui sem responder chamada e sem apresentar trabalhos até o fim do ensino médio.
Eu digo que talvez eu fosse uma extrovertida com problemas de autoestima porque eu trabalho desde os cinco anos. Inicialmente ajudava minha avó a organizar os produtos na loja de minhas tias. Quando acabava o que me mandavam fazer e via alguém no balcão sem ser atendido, eu ia lá tentar ajudar. Eu já sabia ler para informar os preços e sabia onde estava cada produto, então era bem simples. Nem todo mundo aceitava minha ajuda, mas isso foi algo que eu geralmente fazia por iniciativa própria.
Quando resolvi entrar na faculdade eu decidi também que ia ser uma estudante normal, respondendo a chamada e apresentando trabalhos. E aí começou a mudança. Eu no começo sentava no fundo e respondia baixo, mas respondia. E apresentava trabalhos sem olhar pros colegas ou professores, mas apresentava. Na faculdade de publicidade, minha segunda graduação, fui ficando mais soltinha.
Quando terminei o curso de publicidade eu comecei a frequentar reuniões budistas da Soka Gakkai Internacional, que conheci no fim do sétimo semestre dos oito do curso. Converti-me pouco mais de um ano mais tarde e de cara fui convidada para apresentar uma matéria para... líderes! Eu, recém convertida, explicando algo para líderes, sendo que alguns deles nasceram em famílias budistas! Mas, curiosamente, isso nem passou pela minha cabeça e aceitei. Mas no dia estava fazendo muito calor e ligaram os ventiladores, de modo que ficou difícil ouvir minha voz. Tive de falar com microfone. E eu tinha uma bronca difícil de explicar com microfone, mas acabei conseguindo fazer a apresentação com ele e foi ótimo porque ajudou a destruir a bronca. Na Gakkai tive muitas outras oportunidades de me aprimorar e vencer limitações. Em Porto Alegre cheguei a fazer parte do coral de jovens, com uma turminha muito mais nova que eu. Me sentia meio deslocada. Mais recentemente, morando em Curitiba, fiz parte do grupo Arco-Íris, onde enfrentei de novo o problema de estar num grupo com pessoas muito mais novas que eu. E venci. Na inauguração do Centro Cultural de Curitiba da BSGI eu estava muito confortável e até levei bronca por conversar demais com a menina mais nova do grupo durante o evento, onde ambas deveríamos fotografar (e fizemos isso! Com várias fotos boas, por sinal). A diferença de idade entre nós era de mais de vinte anos.
Não posso garantir que isso funcione com todo mundo, mas força de vontade costuma fazer bem, e aliada a um trabalho duro de autoconhecimento, que pouca gente encara fazer em profundidade, traz resultados surpreendentes.
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Nycka, the Nomad
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